Sofrimento da Alma

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Uma alma de encadeamento e mutabilidade como o caleidoscópio encantatório, trazido pelo pai, de uma das muitas partes do mundo. Seria a minha alma, uma alma-caleidoscópio? Assim me pareceu!

"EM QUANTO A CARNE QUER VIVER!!! A ALMA QUER PAZ"

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Enquanto o sistema se esforça para dar alma às máquinas, os humanos perdem as suas.

⁠Não me incomodo com os que fingem bondade ou maldade, os que me inquietam a alma são os que tentam fingir alegria.⁠

O AMANHECER DA ALMA.


Quando a aurora rompe as sombras da noite, é como se um cântico silencioso atravessasse os espaços, convidando-nos a renovar o coração. O sol que desponta não ilumina apenas os vales, os montes e os rios; ele acende também uma chama íntima, recordando ao espírito humano que a vida é movimento, ascensão e promessa eterna de felicidade.
A beleza do dia que nasce não reside apenas no espetáculo da natureza, mas no símbolo que ele encerra. Assim como a Terra se veste de claridade após as horas escuras, também nós, viajores do infinito, somos chamados a emergir das sombras da dor, da ignorância e das provações. Cada manhã é, em si, um convite de Deus à esperança.
A vida espiritual não conhece crepúsculo definitivo. A morte, que tantos temem, é apenas o repouso de uma etapa, prelúdio de uma alvorada ainda mais bela. O espírito, imortal em sua essência, amanhece incessantemente. A cada existência, a cada experiência, desvela novos horizontes, amplia a visão, depura os sentimentos. Assim, a felicidade não é uma miragem distante, mas o resultado da marcha perseverante sob o olhar da Lei divina.
No alvorecer do espírito, a beleza maior não está no brilho exterior, mas na paz que nasce da consciência reta, no amor que se dá, na fraternidade que se semeia. A natureza ensina essa lição em silêncio: o sol não guarda sua luz, mas a reparte; a árvore não retém seus frutos, mas os oferece. Da mesma forma, a alma só encontra a verdadeira ventura quando aprende a doar-se, transformando cada amanhecer em um hino de gratidão.


Para meditar:


Que cada dia seja para nós uma alvorada da alma. Que aprendamos a saudar a manhã não apenas com os olhos voltados ao horizonte terrestre, mas com o coração aberto à eternidade. O destino do espírito é a felicidade; não a felicidade ilusória que o mundo oferece e retira, mas aquela que floresce no íntimo e que cresce, segura, à medida que nos aproximamos de Deus pela prática do bem.
Eis o grande chamado: viver o dia que se levanta como oportunidade sagrada de crescimento, luz e amor. E então, mesmo quando a noite dos sentidos chegar, traremos em nós a certeza luminosa de que uma aurora mais pura nos espera, porque o espírito jamais deixa de amanhecer.

A Beleza não é apenas
o que se vê no espelho
e sim o que a alma sente
e reflete

Sabedoria é a meta da alma.⁠

Quem domina suas paixões
Refreia a sua cólera.
Orgulho e a vaidade
Incomoda menos a sua alma
Fortalece o seu entendimento
Surge a desvaidade
O elexir da calma !
Bençãos espirituais da alma.⁠

A íris, um espelho para o corpo e uma janela para alma.

Na antiguidade o diafragma era considerado o domicílio da alma. ⁠

Amaranto das Américas
em grãos ou em flor,
Para alimentar com
amor o corpo ou alma
com toda a poesia
que por esta terra há
existirá e não passará,
para você assim sou,
Porque criei raízes,
e de ti jamais eu vou.

As auroras em baile
fazem companhia
ao coração e a alma
que nessa travessia
sem data marcada,
mas num pacto
íntimo com o tempo
elegeram primeiro
render a existência
de inefável maneira
ao Rukun Negara
por uma vida inteira.

Alma que se expande
e no coração floresce
a sublime Bunga Raya
para que nada distraia
sutil revela seguir com
união a Rukun Negara
que cada pétala leva
e faz a vida renovada.


Tudo começa pela fé,
respeito com quem crê,
É Deus ou Deus sempre
com todos e com você.

Doce e suave como Tarap
e o meu nome na sua alma,
na sua mente e coração,
Sou feita de amor e paixão.

⁠O meu aroma noturno
de Orquídea Brassavola
misteriosa e cítrica
entra na janela d'alma

Para ter pôr em festa
de gala em companhia
da poética Via Láctea
durante o céu aberto

Você me ama de frente
para trás, de trás para frente,
e sobretudo por dentro.

Por mim tens devoção,
paixão alucinada e amor
de perdição a cada momento.

Ninguém precisa vender a alma ao diabo.
Basta doá-la voluntariamente: pregue o ódio, pratique racismo, machismo, elitismo, homofobia e, como bônus, explore a fé dos outros para ficar rico. O inferno agradece o trabalho voluntário!

⁠A poesia é a alma
do poema,
o poema é o corpo
que tudo pode
e quem escolhe é você.

O poema pode ser
escrito ou pode ser
tudo aquilo que você quiser,
ou simplesmente não quiser.

Poesia é subjetivismo,
e sem subjetivismo até
o poema não faz sentido.

A poesia só existe
se você ler e entender,
e sem os teus olhos
a poesia nunca irá existir.

(Poesia e poema têm
o compromisso de coincidir).

O mistério, o sagrado e a profundidade,
todas de minh'alma feminina,
e da palavra perfumada de Guapuriti
carregada de frutos doces e deliciosos,
capturam o inevitável e o atrativo,
que conquistam a tu'aura masculina,
talhada de mistério de anos a fio,
dedicada orbitando ao meu redor,
mesmo que ainda com a vestal
do capricho: é por mim que tens amor.


Convencida de que sou a única
que tem angariado a hipervigilância,
a intimidade profunda,
mesmo que o silêncio e a distância
ainda resistam e se protejam.
sob a tua índole de muralha e fortaleza,
cada uma, entre si, têm se mostrado
totalmente abissais e absolutas;
e não têm, de fato, me convencido.


Sem nenhuma escapatória,
não estás mais livre de cada sinal sensual,
sensível e atentatório sensorial
da minha natureza selvagem e indomável,
porque a nossa essência é a mesma;
e para a tua fome sou a única
que nasceu ser o seu banquete.


De delícia em delícia, buscando
algo que amanse, renda mesmo
que ainda lentamente a sua brava
resistência assim com o meu hálito
fresco e herbal sobre a sua nuca
escrevo o total épico e convicto
- a total captura do seu delíquio.


De emanação em emanação
o ​inebrio para trazer o langor,
​na penumbra da distância
e fazer a rendição ​recôndita
que roça e sussurra no interstício,
entre o que é ainda feito de veledo
sobre a tua silenciada volúpia,
o prazer em estado de arte que ofereço;
profetizo não haverá outro alguém
que alcance o que enternura com igual
capacidade de fazer do meu jeito,
até quando te coloques em ausência
ou refúgio, seja lá qual for o motivo,
tu me celebrarás satisfeito e convicto,
porque, mais do que nunca, te pertenço.

Alma indomável de Cavalo-lavradeiro
livre, leve solta no seu próprio tempo
de ser menos urgente e mais presente,
Sentindo o perfume da liberdade
ao encontrar a sua própria verdade.


Permitido reger-se pela Via Láctea
sem perder o prumo e o rumo,
E pacto pleno com o imediato
em nome só do que faz sentido
afastada daquilo que é vazio.


Não se permite deixar dominar,
e também dominar porque sabe
os caminhos permitidos que permite
galopar até o seu igual encontrar,
e o seu próprio mundo entregar.