Sociedade Alienação
O julgamento da sociedade é o muro que mantém o viciado preso em sua própria solidão.
— Douglas Santos - Os Viciados Estão Sozinhos! Pare de se fazer de vítima.
Uma enorme galera em sociedade sofre ou apenas é praticante assídua do transtorno dissociativo de identidade, ou seja, tem dupla personalidade. Inúmeros são os exemplos de situações em que isso acontece com quase todos nós. Vou citar aqui apenas um:
Na fila do supermercado, lanchonete, loja, banco, padaria, etc., que por sinal está enorme, estamos ansiosos para serem atendidos, irritados até, com a demora no atendimento dos clientes à nossa frente, mas quando finalmente chega a nossa vez, muda tudo e queremos ser atendidos com o máximo de atenção e no maior tempo possível.
Para primeira parte da galera isso é TDI, já para a segunda é falta do exercício do respeito, inclusive à si próprio.
Uma sociedade que paga impostos para receber saúde, segurança e lazer, como outros, mas têm que trabalhar ainda mais para comprar as mesmas coisas e serviços de empresas privadas. É, essa sociedade existe.
Quem pensa além da média raramente é ouvido, pois a sociedade prefere o conforto da repetição à dor da lucidez.
Descamuflando o ego para viver o propósito
Vivemos numa sociedade que romantiza a ignorância e desconfia da inteligência. Buscar conhecimento passou a ser confundido com vaidade, enquanto a superficialidade ganhou status de normalidade.
Hoje, pensar virou excesso. Refletir virou perda de tempo. Questionar virou ameaça.
Criou-se uma cultura de respostas rápidas, onde compreender profundamente parece desnecessário. O pensamento crítico foi substituído por opiniões imediatas, e a construção de ideias cedeu espaço à reprodução automática de discursos prontos.
Nunca estivemos tão informados — e tão pouco conscientes.
O conhecimento foi transformado em produto, em vitrine, em performance. Aprender deixou de ser um processo interno e virou algo que precisa ser mostrado. Enquanto isso, o verdadeiro saber, silencioso e profundo, segue sendo negligenciado.
Criou-se um ambiente onde quem aprofunda é visto como complicado, e quem permanece raso é considerado prático.
Mas pensar exige coragem.
Exige desapego de certezas.
Exige humildade para admitir que não se sabe.
Conhecimento real não serve para impressionar — serve para transformar.
Não alimenta ego — organiza valores.
E talvez o maior problema do nosso tempo não seja a falta de acesso à informação, mas a recusa em amadurecer a consciência.
Porque num mundo que se acostumou ao raso, escolher a profundidade não é vaidade.
É posicionamento.
Quando você deixar de ser fantoche de uma sociedade dominadora, serás muito criticado mas com toda certeza você também serás muito feliz
Liberdade não tem preço!
Qualquer ideologia ou crença que pregue a adaptação a uma sociedade doentia como meio de promoção egoísta, sem propósito, sem criatividade e sem responsabilidade humana, tende a ser doente, imoral, e muitas vezes uma fraude.
“Nem sempre a mente precisa adaptar-se ao padrão; há situações em que a sociedade precisa aprender novas formas de aceitar e compreender suas singularidades.” - Leonardo Azevedo.
Em nossos tempos, da classe mais alta à mais baixa da sociedade, todos vivem como que sob os olhos de uma censura hostil e temida.
Actualmente vivemos numa sociedade em que muitas mulheres são pressionadas a se encaixar em padrões de beleza, enquanto muitos homens são cobrados a mostrar sucesso e dinheiro.
"Qualquer tipo de generalização, não carrega consigo a inteligência, pois uma sociedade dividida em grupos, esquece o teor da igualdade e enfraquece a grandeza de um povo."
o advogado é o "escudo do cidadão" e "guardião da sociedade civil" contra abusos de autoridade e injustiças.
Analisando e expondo de forma sutil, sobre problemas da sociedade sem precisar falar quase nada:
Todos sabem quem é Musk (Elon), mas Alice Walton ninguém abre a boca à comentar (quem é mesmo essa)?
Não, sobre economia e política com relação às mulheres, ninguém realmente andou interessado..
O modelo programado da sociedade leva o oprimido a admirar o opressor e a desejar estar no lugar dele para oprimir os outros.
Viver em sociedade sem ter consciência da realidade é viver iludido e programado sem se dar conta de que é escravo.
A sociedade coloca a busca pela riqueza material como objetivo de vida, mas não valoriza o afeto, que de fato é o que satisfaz o ser humano. O que realmente preenche nossa vida são os afetos, a solidariedade, o sentimento. Não existe nada mais rico do que isso. Porém, ninguém fala sobre isso, porque não gera dinheiro. Assim, as pessoas buscam objetivos materiais: patrimônios, ostentação, riqueza, e ficam correndo atrás disso até envelhecer. Quando chegam à velhice, próximas da morte, olham para trás e se frustram, percebendo que a vida não teve sentido. Isso acontece porque correram atrás de valores falsos, entrando em uma ilusão sem volta. Elas se dão conta de que não levarão nada material e que o tempo que poderiam ter dedicado aos afetos, ao amor, à solidariedade, ficou em segundo plano. A vida perde sentido, e o vazio muitas vezes é preenchido com antidepressivos, até morrerem frustradas.
