Sociedade
Em todas as classes da sociedade no mundo, há pessoas do bem e do mau. O que importa mesmo, é não generalizar as situações e respeitar a cada um.
A armadilha da sociedade moderna, onde o desenvolvimento esquece o processo é que todos usufruem do que foi conquistado por outros, mastigado, maquiado. É importante compreender o caminho traçado, de ouvidos filtrados e consciência aberta.
"-O problema é a sociedade saber que nós somos conscientes, e inteligente.. .Isso é bastante perigoso para nós mais bastante raro e incomum para ela.. .
Se felicidade incomoda me encontro num incômodo absoluto a sociedade, e só lembrando que não é a felicidade que se desloca é o incomodado que se retira.
Prefiro chorar em meio a angustia das pessoas ,que ver a sociedade se acabando pouco a pouco fazendo o mundo encher de escuridão buscando a morte e sofrimento então me pergunto para quer chorar só para ter um ato de clemência e fraqueza em toda tolerância no mundo o que será do mundo do sofrimento humano será que em meio essa guerra os fracos se levantaram em meio de justiça ou a maioria será vencida por aceitar os fatos que seus sonhos terá acabado, ou por vez os fortes esqueceram com o tempo a verdadeira causa da vida, que é acreditar em meio de solidão e tristeza em seu coração só ele te dará e mostrará forças para continuar e lutar.
O homem é uma construção tão poderosa que o estado quer dominar, a sociedade teme e os opositores querem tomar sua representação, mesmo sem ter a coragem de carregar seus fardos.
"Vivemos numa sociedade onde a imagem fala alto e a essência morre muda. Julgam teu valor pela aparência e ignoram tua alma. A vitrine vale mais que o conteúdo."
— Purificação
Se você quiser construir a cidade das estrelas, uma nova sociedade, você precisa ser guiado pela intuição.
(Raul Seixas)
Da vida que te faz,
existe uma variedade;
do tanto que te molda,
um servo da sociedade.
Onde está minha pessoa,
perdida dentro do corpo?
O que realmente aparece
é a casca de muitos desgostos.
Do tanto que te domina,
não parece, mas acostuma.
Entre os altos e baixos da vida,
existe a breve luz da lua.
Deixe de viver nos holofotes da sociedade que vive de aparência e o seu brilho será intenso perante o criador.
Repetição: insuportável. Não aguento; é intragável, nojento, repulsivo.
Como sociedade, evoluímos: em tecnologia, em ciência, em sabedoria. Mas não nos livramos dessa maldição eterna, dessa praga indissociável do âmago do homem. Como a serpente Ouroboros, que se devora eternamente. Estamos perpetuamente num ciclo infernal: constante, infinito, desgastante.
Em prisões, estudamos. Nos mesmos domínios, trabalhamos para nossos senhores. Nas mesmas zonas, somos escravizados por nossos vícios. Sem dúvida, o verdadeiro mal da humanidade é o vínculo: imaterial, psicológico, inapagável. Vínculos são as correntes que nos prendem, nos aprisionam, nos suprimem.
Quando quebramos essas correntes, a verdadeira liberdade é encontrada. Porém, com essa liberdade irrestrita, surge uma corrupção que destrói a alma: a solidão.
Vazio insuportável. Um vácuo que nos força a preenchê-lo.
E nesse bizarro paradoxo, corremos para ocupar esse vazio com mais vínculos, nossa maior fraqueza. Por isso, forte não é o homem que acumula laços, mas aquele que aprende a viver no vazio, sem amarras, pois preenche a própria alma com nada além de sua vontade.
As amizades que escolhemos
refletem diretamente
a sociedade em que vivemos
e o tipo de pessoa que somos.
A aprovação não define quem somos, embora a sociedade insista em cobrá-la. O caminho consciente é libertar-se do peso da opinião alheia e voltar-se para dentro: para o próprio eu, para as escolhas que nascem da alma, para a vivência que é só sua. É no amor-próprio que habita a força. Viver a própria vida é não depender da empatia dos outros, pois ela nem sempre virá. E ainda assim, é preciso seguir.
"A sociedade gosta de julgar as pessoas por cada detalhe que seja, mas se não fosse por esses detalhes, esse cidadão provavelmente não teria a sua identidade própria, pois convenhamos, ninguém gosta de viver na mesma pele que o outro, por bem ou por mal".
