Sobrevive Amor Acima de tudo
Eu exagero na alegria – vou me divertindo sem pensar. Faço tudo errado, caio, dou a volta por cima. O sorriso permanece, a leveza no semblante também. Sou feita de flores, sustos e fantasia.
Quando tudo parece estar dando certo, o mundo vai e vira de cabeça para baixo, tudo por causa de um terremoto que fez dar tudo errado.
Não quero ser vangloriada,mas, também não quero ser reduzida;tudo que quero e exercer o papel do personagem principal em minha vida,onde sou a mocinha e a vilã,pois, tudo que faço dou cem por cento de mim. Sou mesmo assim,muito racional e às vezes muito emocional.
se eu pode-se mudar o passado
queria poder estár ao seu lado
Pra Fazer tudo o que eu não fiz
a única maneira de eu agora ficar feliz
mãe só queria dizer que eu te amo
coisa que eu não falei durante anos
mas eu sempre te amei e sempre vou te amar
só nao tinha coragem suficiênte pra ti falar,
os outros falavam abobrinhas
mas minha mãezinha,
você sempre foi e será minha eterna rainha
Se as pessoas acham que amar é deixar tudo que ja tinha construído pra trás, passar por cima de tudo e achar que problemas não existem, pra viver um pequeno momento de descontração ou pura insanidade... Estão erradas...
As vezes tudo torna-se impossivel,
Mas nem por isso devo admitir , qe quero desistiir ,
Então vou continuar .
mais eu queria tanto, tanto está em seus sonhos ,
queria tanto ser a pessoa em que o distrai ,
e que nunca te deixa em paz .
Fico então a lembrar daquele nosso beijo , que pra mim fez tanta importância ,
mas você nem deu ligança ,
e aqui estou ..
Daí fico na janela do meu quarto , Olhando as estrelas ,
e querendo voc á meu lado ... não queria que me deixasse tão só
Mas sei lá .. As vezes sou tão louca ao achar , qe a lua está sorrindo pra miin ,
talvez isso seja uma resposta que vooc pensa em miin ..
:I
Desatino
Quando a vi pela primeira vez, eu imediatamente percebi que ela tinha tudo para vir a ser a mulher da minha vida. Sua aparência fantástica, e seu jeito apaixonante e seu requebrado simplesmente encantador, sua maneira carinhosa de se expressar e sua ternura infinita para comigo eram tão convincentes que nunca teria me ocorrido à idéia de que tudo (exceto sua aparência) era uma mentira somente um jogo, e eu para ela era na verdade nada mais nada menos que a meta para realização de seus planos.
Eu estava 23 anos quando viajei com um amigo para o Rio de Janeiro, para passar férias de julho a estação do ano era o inverno, mas dele por sorte não tivemos um dia. Na praia conheci Marisa uma morena linda de cabelos bem volumosos e encaracolados e com a pele bronzeada um presente concedido por este sol maravilhoso que brilha e regi esta cidade divina. Ela foi desde o início, tão doce e tão decente e, reticente que cai de amor por ela e isso no primeiro encontro.
Como estava desempregada perguntou-me se poderia ficar comigo no apartamento que eu e meu amigo havíamos alugado, completamente envolvido e dominado por sua maneira deliciosa de se ver e sentir, aceitei sua companhia e nos tornamos inseparáveis, uma semana se passou e eu embriagado de amor,ela também confessou seu amor por mim e eu parecia com esta revelação estar em outro planeta em outra dimensão,aproveitou meu entusiasmo e insistiu para nos casarmos rapidamente, mas isso não era assim tão fácil pois meus pais já tinham conhecimento de meus sentimentos por Marisa e eram contra a união realizada sobe o impulso da volúpia e impensadamente.
As férias terminaram e eu viajaria de volta a Noruega, já nos primeiros dias para mim estavadecidido que a queria e desejava mais que uma criança um brinquedo que jamais terá. Entretanto, seis meses depois retornei ao Brasil com os papéis do casamento na bagagem e como não queria e não podia perder tempo fomos neste mesmo dia ao cartório da cidade para agendar o nosso casamento,trinta dias depois o grande dia, o que se realizou com a presença de seus familiares e conhecidos de minha parte somente um tradutor. Para evitar gastos desnecessários fiquei hospedado na casa modesta de seus pais, para dizer a verdade às condições da moradia eram lastimáveis e eu até então não havia vivido em terríveis circunstâncias.
Era verão e o calor do Rio de Janeiro é de lascar, mesmo não me sentindo bem com todo aquele desconforto, adorava as pessoas que ali viviam e as outras as quais fui convivendo enquanto aguardava o visto para minha agora esposa, para mim estava mais que certo, eu teria como obrigação ajudar pelo ao menos meus sogros, assim não seria possível continuar vivendo, como residiam no subúrbio a praia tronou-se para mim passeios de sábado ou domingo, mesmo com muita dificuldade para me adaptar a tanta pobreza, não reclamava e procurava acompanhá-los e viver o dia a dia daquelas pessoas.
Eu não contava do visto demorar tanto para sair estávamos três meses casados e o dinheiro que eu havia trago certamente acabou e recorri a meus genitores, que prontificou se a me – ajudar, sendo que deixaram bem claro. Quem casa quer ter casa,e eu teria que arranjar assim que retornasse a Noruega um trabalho e uma moradia mesmo que pequena para nós dois. Eu não esperava de meus pais agirem desta forma, mas errados eles também não estavam, afinal de contas eu não aceitei a opinião deles e entrei de cabeça numa situação para a qual eu acreditava estar preparado. Todas as despesas fazia eu sozinho, pois no mesmo terreno havia outras moradias nas mesmas condições e o que começou com cinco pessoas, no final de três meses somava um total de dezesseis pessoas,um perdeu o emprego o outro não recebia mais o auxilio desemprego e assim por diante,percebi que na verdade não queriam nada com a vida e minha esposa ficava zangada se eu algo de gênero falasse. Minha passagem venceria e eu achei melhor viajar, mesmo sem a companhia de Marisa para ir organizando nossas vidas e foi o que fiz. Viajei e falava com minha esposa umas duas vezes na semana, com o passar dos dias fui me acostumando e só telefonava de quinze em quinze dias, arrumei um emprego com ajuda de meu pai num banco e prontifiquei a melhorar a pobre casinha,etc..
Eu deixei por conta de minha esposa a tarefa de correr atrás do visto, e sempre a mesma conversa,ainda não veio mais estar em andamento. Neste meio tempo peguei novamente com ajuda de meus pais um empréstimo no valor de vinte cinco mil euros, dez tirei para alugar um quarto e sala próximo ao banco onde trabalhava e os quinze mil restante depositei em nome de minha esposa. Eu estava feliz mais nervoso com a demora do visto, cansado, pois já passaram se mais quatro meses,liguei para o consulado norueguês no Rio e tomei conhecimento de que o visto de minha esposa já havia sido liberado e isso há quase seis meses, foi um imenso choque, não podia ser
verdade,pois assim sendo,eu estava nesta época vivendo naquele barraco e isso sem necessidades,todavia fiz de boa vontade e o dinheiro que gastaria em noitadas em bares, discoteca,restaurantes e aluguel na zona sul mesmo que em sua companhia,investi em alimento para dezesseis pessoas,disso não me arrependo.
Fiquei desolado desesperado, liguei novamente pro consulado e quis saber como foi feita a comunicação sobre o visto e me foi respondido: através dos correios, isto é, por carta. Não queria e não podia aceitar que aquela mulher sensata e meiga estaria apenas brincando comigo e me neguei acreditar que ela havia recebido esta correspondência, não resistindo à curiosidade procurei localizá- la através do telefone de um vizinho e me foi dito que ela estava para Noruega, pedi para falar com seus pais o que não era uma tarefa muito fácil, pois não falam inglês e muito menos minha língua e eu muito pouco do português. Chamei novamente o consulado e foi confirmado que Marisa havia tomado posse do visto e isso há quase seis meses,larguei tudo não seria possível concentrar-me no trabalho depois destas cacetadas inesperadas. Procurei um tradutor para o português e liguei novamente para o Brasil, falei com sua mãe e ela me disse que não sabia do paradeiro da filha,tudo que sabia é que ela viajou a quase duas semanas para Noruega, mais surpreso fiquei com esta novidade.
Não sabia o que fazer e o pior é que deixei meus sogros com a noticia de não saber do paradeiro de sua filha completamente desesperados. Não dormi aquela noite e por ajuda celestial esta avalanche de discórdia despencou-se na sexta feira e com isso tinha o fim de semana para tentar com ajuda de meus familiares conhecidos e amigos uma resposta para o ocorrido. Como era de se esperar cada uma das pessoas envolvidas deram uma sugestão e esta foi a que seguir, fui ao departamento policial da minha cidade e registrei a queixa de desaparecimento da minha esposa passaram-se os dias e eu estava no trabalho quando fui detido por dois policias,rebelei-me contra aquela apreensão, não tinha feito ou agido ilegalmente então por que estavam me algemando como um bandido? Ao chegar a delegacia recebi a noticia que daria tudo, mais tudo mesmo para não ter ouvido. Marisa foi encontrada morta há 60 quilômetros de minha cidade, e por descrição de seus familiares as roupas que trajava quando encontrada era a mesma que saiu do Brasil no dia em que viajou, não encontraram nada,nadinha,mas como eu tinha deixado fotos de minha esposa em poder da policia,sabiam que era ela a mulher estrangulada. Não sei o que aconteceu e o porquê não ter me falado sobre o visto, como também não me avisou que estaria vindo ao meu encontro, tudo que sei é que fui condenado e cumprir oito anos por um crime que não cometi, durante todos esses anos me perguntei:o que você fizeste de errado Marvin para merecer este triste destino? Não sei também se errei, tudo o que sei é que amei demasiadamente e sofri o peso da minha imaturidade,culpado me senti varias vezes pela morte de minha esposa, pensando bem,ela nunca teria comprado uma passagem aérea se eu não tivesse lhe mandado tanto dinheiro,talvez ela quisesse mesmo me fazer uma surpresa, como tomei conhecimento bem depois do vulcão de desgraças ter explodido em minha vida. Talvez minha vida tivesse seguido outro rumo e Marisa continuaria vivendo sua vidinha de antes e eu não teria perdido oito anos da minha vida,limitado em todas as minhas necessidades enquanto quem nos causou tremendo dano permanece livre e por ter sorte curtindo a vida,pois este individuo tem que ter muita sorte,para cometer um crime bárbaro e não ter sentido na pele o peso de sua crueldade. Hoje deixo por detrás deste imenso portão oito anos da minha vida,tenho que começar de novo,mas como? Em meu currículo faltam oito anos e mesmo que eu não queira,sou um ex-presidiário, viúvo,carente,triste e o pior de tudo é não saber se tenho capacidade ou disposição de usar o que acabaram de me dar ”Minha liberdade” já que estou preso a meu passado.
Obs: Este conto foi selecionado no concurso Prêmio Literário Cidade de Porto Seguro – Contos Curtos/2009,para participar da coletânea (Presidiária)
Então, desmerecido me sentia, tudo a minha volta se tornou nulo e mentiroso. Mas nas palavras doces que você me dirigia, eu pude sentir o quão doce pode ser um beijo de uma madame.
Pensando em tudo que você me disse
Me perco não sei se errei ou você
O que aconteceu...
Vem me amar...
Fico com a impressão que fui usada
Algo me diz que só eu, estava apaixonada
O que aconteceu...
Vem me amar...
Eu choro e vc simplesmente fica parado
E as noites em que pedia carinhos?
E eu te falava o quanto te amava...
O que aconteceu...
Vem me amar...
Sozinha nessa cama imensa
E o vazio de vc me atormenta
Sair daqui é o que quero
Chega hora em que me desespero
O que aconteceu...
Vem me amar...
Estou em perigo e não me importo
Sentir teu gosto é o que mais quero
E o meu cheiro que adorova sentir?
Por tudo que passamos..
Te quero aqui!
Vem me amar...
Te encontrei perdido e veio ao meu alcance
Nada tão presente, tudo tão sutil
Deixe-me levar sem culpa
Não livrei-me de teus beijos
Cai em busca de desejo
Tudo tão frágil
Delimitei meu coração, a nada!
Desprendi minha razão aos teus encantos
Apoderei de minha consciência
Para que não me deixasse só
Fui traída por meus próprios princípios
E o que sobrou de mim?
Me vejo e não me reconheço...
Foi eu, a culpada!
Agora sou conseqüência
Eu te quis, quando não devia querer...
Não era só um momento
Apenas, um momento só...
Há um propósito em tudo, em ficar parado e em avançar. E há tanto poder em uma pausa como há em uma escolha.
Escolhas são pontos de transformação muito importantes, porque cada escolha cria outra etapa na jornada de nossas vidas e cada decisão de aceitar ou recusar uma oportunidade, cria um novo caminho.
Mas nem sempre podemos manter um forte movimento à frente, porque há momentos em que precisamos avaliar os resultados de nossas escolhas, para decidirmos o que funciona e o que não funciona. E a única maneira de fazer isto é deixar de se mover, fazer uma pausa.
Uma pausa breve, intencional, consciente e deliberada é uma poderosa declaração de nossa disposição e desejo de fazer a melhor escolha. A pausa é a oportunidade de nos recuperar e tomar fôlego, para vermos o panorama de nossas vidas a partir da perspectiva da realização pessoal.
Passamos muito tempo fazendo e pensando, sem o equilíbrio de sermos. Quando reservamos um momento para fazermos uma pausa, permitimos que o que está acontecendo no espírito aflore para podermos em seguida, nos permitir um novo ponto de partida para as nossas vidas.
A pausa é uma escolha poderosa, contanto que ela não seja a nossa escolha por muito tempo. Há uma linha tênue entre ser um observador a partir do momento de pausa ou ficar preso nela. Quando a pausa é muito prolongada, ficamos sem saber para onde ir e acabamos não indo a lugar algum.
A gente é tão bom né? A gente faz tudo por um amigo, a gente escuta, a gente cuida, a gente protege, a gente desfaz a gente constrói. Mas quando nós precisamos de tudo isso, aonde eles estão? Aonde procurá-los? Bom.. nem todas as pessoas são boas, nem todas as pessoas gostam de ajudar, e retribuir tudo o que recebe. Infelizmente ou felizmente sou a pessoa que ajuda, e que não recebe ajuda em troca quando eu mais preciso.
