Sobrevive Amor Acima de tudo

Cerca de 420743 frases e pensamentos: Sobrevive Amor Acima de tudo

Antes de tudo havia o Nada. É o futuro.

Tudo é mágico: é o que a minha imaginação permite.

Aparentemente não há saída. Tudo o que é rebelde, que contraria, já está previsto e acaba produzindo o contrário do que se propunha. Assim, os conservadores dominam a tudo e a todos. Mas isso não é verdade, esta engenhoca humana morreria se não fossem por nós, os criadores de problemas, os que propõem o impossível e não querem saber de nenhuma solução. Antes disso, quanto mais atrapalharmos, mais agitamos as formigas laboriosas de coisa nenhuma. Viver assim é uma doçura, ao incomodarmos criamos uma alergia, um mal estar que vai gerar frutos que nunca veremos. Somos os semeadores da morte do senso comum.

O problema é ficar repetindo as mesmas situações. Quando tudo começa a ficar fácil, é hora de mudar.

Os dias passam, o sol nasce, a chuva cai, a noite vem, tudo é uma repetição eterna, até isso que eu escrevo é uma cópia, um plágio. Tudo se fecha em si mesmo, o inesperado já estava previsto e o que se foi ainda voltará.

Tudo o que pode ser pensado existe. Todas essas músicas, pinturas, esculturas, desenhos, histórias, foram criadas por pessoas nas quais a sensibilidade permitiu que visitassem outros mundos, que, agora, existem.

Cego


Deus chegou a um ponto em que percebeu que era Deus. Acordou-se de fazer tudo automaticamente, de criar mundos sem saber. No fundo, nunca admitiu ser estúpido, pois acreditava que era onipotente, onisciente, não um idiota. Nem o universo triste e sem sentido que inventou o convencia da sua fraqueza. Gostava da sua onipotência e fingia acreditar que era um pequenino. O mundo era um teatro que criava sonhando e não era responsável pela maldade e pela dor. Imerso no seu poder imenso, era presa desse mesmo poder. Bêbado de vaidade, o seu medo era o medo de realizar as suas aspirações, medo do terror que desejava. Então se manteve inconsciente, anulando a racionalidade, até que chegou o momento em que teve de admitir as suas limitações e perguntar o que, acordado, faria em seguida. Deus sabia que esta história não poderia ser apreciada por ninguém mais, fora ele próprio. Não havia quem lhe dissesse o que era certo e o que era errado, ou o caminho a seguir. Era a própria imagem da solidão. Quando descia ao mundo dos homens e abandonava o seu mundo das ideias, ficava confuso porque o mundo inferior o adoecia com o nada. Grande era o medo da concussão que viria pelo desejo de abandono, pelo desejo da morte. Na verdade, era a preguiça de tudo recriar, como das outras vezes, e também pelo apego aos seres, que não sabia reconstruir fielmente: Ah, nunca seriam como antes! Ele gostaria de falar e chorar, mas as criaturas nunca poderiam entendê-lo, jamais conseguiriam se colocar na sua posição. Assim, era o responsável por se fazer apreciado. Tudo o que inventava, ele achava aquém de si próprio, justamente porque era o máximo. Ao se ver, podia perceber as suas falhas: o tempo, o movimento, a repetição, a vontade, que o impulsionavam para o abismo, pois, embora não houvesse o futuro, ele não tinha completa consciência da ordem de tudo.

A paciência é mágica: nos dá tudo o que desejamos, na hora em que precisamos.

Tudo pode dar certo ou errado. O que importa é o que acontece, a prova da realidade.

Tudo o que é difícil, é para que fique fácil.

Tudo o que há de bom no mundo foi criado por pessoas que transgrediram as regras.

Tudo é importante, mas não é. Apenas a felicidade é a percepção.

Tudo o que eu fizer hoje, ecoará pelo infinito.

O existir pressupõe o não existir. Tudo o que existe já não existiu e tudo o que não existe já
existiu.

Eu perdia tempo me procurando, sem saber que eu sou tudo.

O mal é um bem que leva ao bem. Tudo é o bem.

Tudo está em processo, as ideias estão retroagindo ao início, os fundamentos estão se consolidando. Eu estou nascendo!

A paz começa onde termina a necessidade de controlar tudo.

Nem tudo que ecoa no templo edifica o coração. Por isso ouço, filtro e permaneço fiel à Palavra.

Tudo não é tudo por não caber em si mesmo.