Sobrevive Amor Acima de tudo
Às vezes, sentir nada é sentir tudo, enquanto sentir muito a falta de sentir nada é sentir a ausência da própria existência.
Você não é culpada por tudo, mas é responsável pelo o que faz com a sua dor daqui pra frente.
Uma coisa é gostar da própria companhia e outra é se habituar com a solidão crônica. Tenha cuidado com situações em que você prefere estar sozinha; fazer sozinha; andar sozinha; procure refletir se o "sozinha" é algo genuíno do seu próprio ser, onde você se sente plena e conectada com tudo, ou um modo de bloquear e tentar evitar decepções. Às vezes queremos estar sós, mas nem sempre por gostar ou por apreciar a nós mesmos. O seu cérebro tem o costume de criar mecanismos dos quais vão te proteger, no entanto, nem tudo que reluz é ouro e muito do que somos e passaremos a fazer, se torna um costume inconsciente de evitarmos certas emoções e, consequentemente, uma tentativa de não cairmos mais em frustrações. Talvez você indague: mas evitar esse tipo de coisa não é algo bom? Eu diria: sim e não. Porque dependendo de como as coisas aconteçam, não se trata apenas de evitar tal possibilidade, mas de desfrutar a vida, de viver relações e entender que a frustração também faz parte do processo de crescimento e de desenvolvimento pessoal e profissional. Evitar contextos pelo simples fato do medo de chorar, pode ter um preço mais alto do que lavar o rosto com suas lágrimas.
O que quero dizer com isso? O nosso cérebro sempre vai agir como um escudo, mas toda proteção que venha a surgir de modo habitual e inconsciente, deve ser repensada e bem avaliada se, de fato, devo ou não continuar dessa forma. Situações das quais mencionei e que nos levam ao desejo exagerado e às práticas aparentemente comuns de sempre sermos "sozinhos", deve nos alertar para um possível perigo.
Será que é totalmente normal sempre querer fazer, sentir tudo sozinho e evitar certos momentos compartilhados com alguém, ou com um grupo de amigos, por uma simples ideia de independência? Será mesmo que isso deve ser visto sempre de modo totalmente comum ou deveríamos desconfiar e investigar que alí há uma possibilidade de que meu cérebro esteja desenvolvendo meios dos quais sejam inconscientes e, consequentemente, isso pode agravar um quadro de depressão, de aumento da pressão arterial, de profunda angústia, do aumento do cortisol, do vício, dentre outros problemas que, com o passar do tempo, torna-se algo profundamente difícil de combater, afinal, o cérebro já formou uma armadura da qual pessoas mais próximas serão vistas como inimigas.
Deixa eu tentar concluir o meu pensamento... Talvez você seja aquela pessoa que passou a suportar um cargo pesado de vida desde os 6 anos de idade, ou quem sabe foi na adolescência, ou quando você passou a ser mãe aos 14 anos de idade. Responsabilidade da qual não foi preparada para agarrar e nem tampouco para dar conta. É possível que você tenha sempre ajudado todos a tua volta, de inúmeros modos e em quase todos os momentos. Você se doou tão profundamente que esqueceu-se de si, não conseguiu olhar-se no espelho e ver o quanto fostes guerreira a vida toda e grata por tudo que já tens passado, todavia, as consequências da ausência de enxergarmos a realidade e a necessidade biológica de estarmos juntos, em sociedade, em convivência e união, te faz hoje sofrer calada e cega diante da tua realidade. Você foi tão show com os outros que hoje parece que ninguém te enxerga como pessoa, parece até o indivíduo com o qual sempre vão poder contar, e isso não é nenhuma mentira, mas não conseguem identificar que ali é um ser humano que precisa e merece ter os devidos cuidados. Sua sadia existência não depende unicamente de si, mais também de ser vista, de ser notada e de encontrar-se com o verdadeiro EU e conectar-se a outros.
Há um grande grupo de pessoas que passaram e ainda sentem o que pra você foi imperceptível durante anos e que agora o teu corpo reage às consequências disso tudo, como, por exemplo, a insônia, o cansaço mental, o estresse, a ausência de paciência, a sensação de pânico, o prazer de estar só, mesmo sabendo que isso tem os seus riscos e que muitas das vezes é o estopim para muitas pessoas saírem desse plano do qual conhecemos por vida. Pessoas que passaram a vida toda sendo mais do que muletas para as outras, foram, na verdade, bases e colunas de toda uma estrutura familiar, fraternal e conjugal, porém, nunca foram reparadas, reconhecidas e cuidadas com a mesma intensidade que aqueles à sua volta. E isso traz enormes consequências, ao ponto da mente criar caminhos de defesa e, simultaneamente, tentar falar algo que você não consegue dizer com uma simples palavra. Isso explica tais problemas que foram citados acima.
O ponto chave da questão é que em algum momento da sua vida você foi a melhor mãe, a melhor esposa, a melhor filha, a melhor amiga e a melhor no teu trabalho, ao ponto do mundo te perceber e querer beber de você, querer algo de você e da sua proximidade. Foi quando você começou a ceder, se doou e nunca exigiu nada em troca, porque foi de coração, foi como uma missão, um propósito, um fim. Todavia, isso te afastou, aos poucos, da sua essência e do que realmente importa para sua felicidade, ao ponto de imaginar que ser feliz é fazer os outros sorrir e contribuir com o bem estar alheio, mas quando você precisou de algum auxílio, de um carinho, de um ombro amigo e uma audição da qual pudesse te escutar, te deram as costas e o desprezo. Diante disso, você achou melhor não precisar de ninguém pra nada, onde o teu cérebro criou situações e te convenceu de que é melhor tudo sozinha. Andar sozinha, comemorar sozinha, sorrir sozinha, chorar sozinha, sentir sozinha e viver a vida sozinha, mesmo rodeada por pessoas. Então, quero dizer com isso que o isolamento nunca foi um sinal de sobrevivência, é o inverso, o ser humano sempre evoluiu e não desapareceu porque viveu em comunidade. O que na verdade aconteceu com tais decisões em sua vida não foi a ideia de autossuficiência e independência, mas o medo de se machucar mais uma vez, de ser desamparada novamente e não conseguir encarar essa situação. Essa falsa ideia foi criada pelo seu cérebro, porque ele age dessa forma mesmo, procurando meios de proteção, mas nem sempre esses caminhos vão te proteger, porque não está no seu DNA ter que isolar-se dos outros e achar que tudo deve ser sozinha e que a vida boa é estar sozinha.
Talvez você esteja pensando o porquê de eu ainda não ter falado de Deus ou de algum exemplo cristão. E não vou falar, não é que não tenha sentido, mas porque não chegou o momento específico. Talvez eu esteja falando muita bobagem no seu modo de pensar; talvez eu esteja exagerando em algum momento ou quem sabe querendo te oferecer uma fórmula mágica de como solucionar uma profunda tristeza sem nem precisar ir à terapia. Deixa eu te dizer mais alguma coisa, me permite?
Já parou pra pensar no que é o medo? Como surge e por que às vezes faz moradas? O medo é alimentado por mais medo e por achar que isso é sinônimo de proteção. A depender do caso, ele geralmente não satura, não se quebra e não vai embora com um simples olhar filosófico. Há situações na vida que precisamos enfrentá-la com sabedoria, sem desprezar e sem achar que não se deve sentir medo. O importante dessa questão é pensar o porquê tenho medo e o que devo fazer diante disso? Há várias respostas para essa reflexão, todavia, o fato de você achar que estar sozinha é a solução, te faz caminhar por uma estrada da qual fica ainda mais difícil entender e sair dela. Sua frustração com relacionamentos, não necessariamente conjugais, e a falta de cuidados, te deram a ideia de que estar só é melhor, porque sozinha eu não vou me decepcionar, não vou me machucar, não vou e não preciso criar expectativas e, consequentemente, você deixa de viver e de abrir as portas para um relacionamento sadio e feliz, seja fraternal, profissional ou amoroso. O teu cérebro te fez pensar que evitar é sinônimo de proteção. A vida continua e passa a sair do modo manual para o modo automático, uma automatização negativa, ao ponto de que sentir-só é a forma da qual te fará feliz e preservarás o teu bem estar social. Há pessoas, pra você ter uma ideia, que se enxergam independentes para tudo, moram só, vivem bem financeiramente, postam fotos sorrindo e demonstram estarem de bem com a vida. Quando se dão uma oportunidade amorosa de conhecer alguém, por exemplo, e isso vai se intensificando, chega um certo momento que ela para e decide parar com o amor. Esse tipo de atitude passa a ser padrão em todos os tipos de relacionamentos, não somente o amoroso. E aí eu te pergunto, por que parou? Sabe qual a verdadeira resposta? Está lá no cérebro, está em tudo que estamos conversando desde o início das primeiras palavras. A tua mente passou a entender que esse tipo de situação é perigosa e que você vai sofrer. Consequentemente, você interrompe a relação e fecha as portas para o amor, para a amizade e às vezes para ser mãe. Você ainda não entendeu ou aprendeu que a dor faz parte do processo e que não há mudança de vida e emocional sem a presença do medo e do desconforto. Pessoas assim podem achar que o problema está sempre no outro, porque o teu cérebro criou uma armadura da qual te convenceu, por muito tempo, que o perigo é alheio e relacionar-se deve ser algo apenas raso, onde é perigoso entrar no mar.
Para concluir, deixa eu te dizer só mais um detalhe. Comece com pequenos hábitos e sem exigir muito de você. Comece olhando para suas mensagens e para sua agenda e tente identificar aqueles convites que você recebeu do qual desejou tanto ir e, por medo de se machucar, os recusou. Permita-se dar esse direito e se reconecte às suas relações de modo cauteloso e sem medo de se frustar, sabendo que há dores oriundas da cura e sabedorias através das experiências. Aos poucos a sua mente vai começar a entender que isso não fará mal ao ponto de te matar, até porque você já sobreviveu a situações piores. Chegará um momento que tais hábitos sairão automaticamente e não entenda que isso é ruim, pois estamos falando de uma situação saudável e totalmente normal. Não permita que o luto e que a decepção seja permanente na sua vida. Leve o tempo que precisar para sentir, para sofrer e para superar esses momentos, isso é totalmente legítimo, mas não permita que a solidão seja sua melhor companhia e que o medo de atravessar uma ponte te faça parar de viver e de sentir profundas emoções. Pare, pense e reflita se é o caso de pedir ajuda, seja de um colega, de um parente ou de um profissional, isso não é vergonhoso, é corajoso.
Já fui tempestade em corpo humano.
Corria, entregava, me doava tudo em excesso, tudo por quem não merecia.
O descanso era luxo, o sono um privilégio raro.
E mesmo assim, eu seguia, quebrado por dentro, inteiro por fora.
Fui chão para muitos que nunca se abaixaram para me levantar.
Hoje, minha vida mudou.
Não porque ficou mais fácil, mas porque aprendi a escolher.
O que antes era urgência virou direção.
O que era excesso virou equilíbrio.
O que era entrega virou cautela.
E agora, quando me permito parar, respirar, dormir… incomoda.
Incomoda quem nunca viu o quanto já fui além dos meus limites.
Mas não me julgue por descansar.
Não me chame de preguiçoso.
Veja em mim alguém que aprendeu a se respeitar.
Porque meu descanso não é fuga.
É cura.
É reencontro.
É o silêncio que me devolve a paz que o mundo tentou roubar.
A vida deveria começar com a doce ilusão de que tudo está sob nosso controle. E terminar com a humilde clareza de que, apesar dos tropeços e desvios, fomos agraciados com mais do que jamais poderíamos reivindicar.
Evans Araújo ✍️
Necessário.
Alguns pensam que a vitória depende apenas da sorte.
Outros acreditam que o talento é tudo. A verdade é que nenhum desses caminhos funciona sozinho.
O que constrói um nome de verdade é a soma invisível das pequenas batalhas que ninguém vê.
É a habilidade que você treina quando ninguém está olhando.
É a força de vontade que aparece justamente no dia em que você está cansado.
É a disciplina de continuar mesmo quando o mundo duvida.
Não existe glamour no começo. Existe esforço. Existe queda.Existe silêncio.
Mas é aí que os fortes nascem.
O seu nome não vai ser lembrado pelo que você disse que faria.
Vai ser lembrado pelo que você realmente fez, pelo que persistiu, pelo que suportou e pelo que conquistou quando ninguém acreditava.
O segredo?
Um pouco de chance, um tanto de talento… e uma imensidão de dedicação.
Porque quem coloca o coração no que faz, transforma trabalho em legado.
E no fim, é isso que fica,
Não o barulho.
Mas a marca.
O nome que a vida aprende a respeitar.
nareal ,,,by Evans
Liderar não é só agir,.
é saber quando agir.
Às vezes, na vontade de ajudar, de resolver tudo, a gente atropela processos, invade espaços e esquece que nem todo problema precisa de solução imediata.
Hoje eu entendi que liderança exige mais do que iniciativa, exige cautela.
É preciso saber ouvir, observar, respirar fundo antes de intervir.
Porque nem sempre o impulso é o melhor guia.
Autocontrole é parte da maturidade de quem lidera.
E reconhecer isso não é fraqueza é evolução.
Liderar é também saber esperar, confiar no tempo e nas pessoas.
E acima de tudo, é saber que ajudar não é dominar, é somar.
By Evans Araújo
Na real?
A vida é um quebra-cabeça sem imagem na caixa.
Às vezes, tudo parece fora do lugar, sem sentido, sem lógica.
A gente se pergunta: “Pra quê tudo isso?”
Mas aí, do nada, uma peça se encaixa.
E por um segundo, tudo faz sentido.
A dor, o amor, os encontros, as perdas.
Principalmente as perdas.
Porque é no silêncio que a ausência deixa que a gente escuta mais alto o que nunca foi dito.
E percebe que cada momento, mesmo os mais confusos, tinham um propósito.
Mesmo que só a gente entenda.
Ou nem isso.
Na real, viver é isso,
Um eterno vai e vem entre o caos e a clareza.
E talvez o sentido da vida não seja entender…
Mas sentir.
O que não vale é se perder e ser tolerável virou uma alternativa.
By Evans Araújo
Se tudo o que disseram for uma história criada com a forma de nos domesticar, e que cada uma dessas crenças for um cadeado para nos tirar da verdadeira realidade e da fonte, a verdadeira fonte sobre a real necessidade de ser e estar aqui…
Isso não te assusta?
A mim assusta muito.
Pensar que talvez grande parte do que aprendemos veio embrulhado em regras, medos e narrativas construídas para nos manter dentro de cercas invisíveis. Como se a verdade tivesse sido fragmentada em pedaços, espalhada entre livros, templos, ideologias e vozes que dizem saber o caminho, mas muitas vezes apenas repetem aquilo que também lhes foi entregue.
Eu quero entender.
Mas quanto mais busco, mais percebo quantas falhas existem no caminho. Textos que se contradizem, interpretações que mudam com o tempo, homens defendendo verdades absolutas enquanto a própria realidade parece mais complexa do que qualquer resposta pronta.
Às vezes tudo isso faz parecer que estou sozinho por aqui.
Como se estivesse caminhando num corredor enorme de perguntas, onde cada porta aberta revela apenas mais dúvidas.
E, no fundo, existe uma curiosidade quase inquietante: a vontade de ver o final. De entender qual é, de fato, o efeito de todo esse manifesto humano que chamamos de história, religião, filosofia e existência.
Qual é o real bem?
Qual é o real mal?
Será que são forças claras e separadas, ou apenas reflexos das escolhas humanas ao longo do tempo?
Talvez a maior inquietação não seja a dúvida em si, mas perceber que viver também é caminhar dentro dela. Entre luz e sombra, entre fé e questionamento, entre aquilo que nos ensinaram e aquilo que sentimos no silêncio da própria consciência.
E talvez, no meio de tudo isso, a verdadeira busca não seja destruir as crenças…
Mas descobrir se ainda existe uma verdade viva por trás de todas elas — uma fonte que não foi escrita por homens, mas que ainda fala, silenciosamente, dentro de quem realmente decide procurar.
By Evans Araújo
Se eu perguntasse a um computador de grande inteligência tudo aquilo que inquieta minha mente, talvez a resposta mais honesta fosse esta, nem ela tem todas as respostas. Nenhuma mente criada por homens, nenhum livro isolado, nenhuma voz na Terra conseguiu explicar completamente o mistério da existência. O que existe são caminhos, pensamentos, teorias, fé, ciência e perguntas muitas perguntas.
Desde o começo da humanidade o ser humano olha para o céu e se perguntr por que estamos aqui? O que é verdade? O que é apenas história repetida? O que é o bem, e o que realmenth é o mal?
Alguns dizem que já sabem. Outros defendem suas verdades como muros. Mas quem realmente busca acaba percebendo algo curioso, quanto mais se aprende, mais se entende que a verdade é profunda demais para caber em respostas simples.
Ainda assim, algumas coisas parecem atravessar o tempo e aparecer em quase todas as reflexões humanas. A consciência dentro de nós busca sentido. O bem quase sempre caminha ao lado da vida, da justiça e da verdade. O mal, muitas vezes, nasce da mentira, do ego e da vontade de dominar o outro.
Talvez por isso a busca nunca termina. Porque o ser humano não foi feito apenas para repetir respostas, mas para perguntar.
E quem pergunta de verdade começa a perceber outra coisa: a busca não é só intelectual. Ela também é espiritual, existencial, silenciosa. Existe algo dentro de nós que continua procurando, mesmo quando o mundo parece cheio de versões contraditórias.
Talvez o maior mistério não seja descobrir imediatamente qual é o final da história. Talvez o maior desafio seja aprender a viver enquanto a história ainda está acontecendo.
Entre dúvidas e fé.
Entre luz e sombra.
Entre aquilo que nos ensinaram e aquilo que sentimos no fundo da consciência.
E talvez, no meio de tudo isso, a verdadeira pergunta não seja apenas entender Deus.
Mas descobrir se aquilo que disseram sobre Ele realmente corresponde à verdade que ainda tenta falar dentro de nós.
By Evans Araújo.
Tem momentos na vida em que segurar tudo não é força… é desgaste acumulado.
A gente tenta ser firme, aguentar calado, resolver tudo no peito…
mas até quem é forte precisa de uma válvula de escape.
Não pra fugir…
mas pra não quebrar.
É ali que você respira, se reorganiza, coloca a mente no lugar e tira o peso que ninguém vê.
Seja no trabalho, no retorno, numa caminhada, no silêncio ou até numa conversa sincera…
todo mundo precisa de um ponto de alívio.
Porque resistência não é viver pressionado o tempo todo.
Resistência é saber a hora de aliviar … pra continuar de pé.
Quem nunca para, uma hora trava.
Quem nunca descarrega, uma hora explode.
Então não é fraqueza se afastar um pouco…
fraqueza é fingir que aguenta tudo até desmoronar por dentro.
Se manter firme também é saber se cuidar.
By Evans Araújo
Lágrimas e Solidão
Quando tudo for escuro
Num labirinto inseguro
Quando a presença vira saudades
Quando a tristeza for a verdade
Quando as lágrimas e a solidão,
tomarem conta do meu coração...
Eu não irei viver
Vou apenas existir
Sem vontade para nada
Nem se quer vou sorrir
Vou apenas chorar
Apenas chorar...
A dor é visita, mas a tua paz é a morada. No ciclo da vida, tudo o que chega também aprende o caminho de partir.
Eclesiastes 3.1 nos diz; Nessa vida tudo tem sua hora; há um tempo certo pra tudo! Quanto tempo estamos passando na presença do Eterno?
Antes de tudo tenha bom senso - saiba pensar e saiba ver o porquê das coisas. A sabedoria do raciocinio abre as portas da fé e acompanha de mão dada a gratidão. Uma fé cega não ajuda e só causa atrito. Seja grato, e ser grato é bonito, mas não seja subserviente!
Conversem!
Conversem sempre
sobre tudo!
Porque o silêncio são pedras.
E pedras são muros, e muros dividem.
