Sobrevive Amor Acima de tudo
Quando eu flor
e tu flores
nós flores seremos
e o mundo só florescerá
quando tu, amor,
a mais bela flor,
encontrar um beija-flor
que vai tirar o melhor de você
e dizer: quero te ver.
Quando menos esperar
esse vai aparecer
e transparecer.
Amor proibido
De que adianta prender minha voz?
De que adianta me fazer sofrer?
De que adianta proibir meus sentimentos de se expressarem?
O amor que o coração guarda, não há quem tire.
Não há morte, não há novos amores, não há tempo que cure.
Ele só faz crescer, eu aceito, aceito a limitação desse amor.
Mas nunca, nunca vou aceitar que tente calar meu coração.
Minha voz está calada, pois não posso gritar e expressar meus sentimentos.
Mas vai chegar o dia que a coragem vai falar mais alto em mim e eu vou dizer ao mundo
que te amo! Que amo, com o amor que nunca amei ninguém.
Não aguento mais chorar, não aguento mais levar um sorriso no rosto.
Sorriso falso, pois ele só é verdadeiro quando você está comigo.
Não sei qual é o meu problema, não sei o que devo fazer.
Meu mundo está embaralhado, mas toda vez que penso
que ainda posso te ver, que ainda tenho você.
Eu tenho a certeza que não posso desistir. O tempo é a melhor escolha.
Não para te esquecer, mas para fortalecer o que eu sinto por você.
Você é a minha melhor amiga e também o meu amor. Eu não sei qual dos dois lados eu prefiro. Eu amo cada um deles, assim como amo a nossa vida juntos.
O amor, quando é amor...
A chuva não molha
O vento não leva
O tempo não apaga
A distância não o destrói e, sim, aumenta imensamente a vontade de mais e mais amar, pois quem ama sente saudade.
Altas e baixos no amor
Era um tempo de máscaras nos olhos,
de palavras tristes e sonetos escuros.
De sonhos abalados,
mais de um amor tão puro.
Como era bom poder amar,
assim eu ocultava um pouco a dor
e deixava o amor me tocar,
era como se eu pudesse voar.
Dei espaço em meu coração,
onde só cabia dor. Tirei a faca
que um dia "você" me enfiou.
E agora, começo a te olhar diferente,
não mais com mágoas, e dor.
Porque sei que você mudou.
Agora começo a te olhar com amor,
porque foi assim que você me conquistou.
Tenho algumas páginas secretas,
nelas escrevo palavras soltas do meu amor,
que flutuam em um imenso papel,com tintas coloridas,
algumas aventuras loucas,insanas,
alguns desejos,promessas,sentimentos,
que só o tempo me permitirá vive los,
o tudo do nada que esta vida traz em pincéis,
canetas,teclados,penas,ferramentas que transformam
nossos pensamentos em letras flutuantes,
movimentos do meu pensar,minha maneira de amar,
maluca talvez,mas que me realiza,
o tempo corre matando o ontem, o hoje e provavelmente o amanhã,
jamais saberei porquê passou, mas contarei o que passou,
o que vivi,senti,de uma forma sensível,diferente,
intensa e valorosa,como se o fim nunca existisse,
eu e ele decidimos assim,sermos nós,
quanto tempo?iiii,não sei dizer,
mas decidimos registrar em páginas,
bem secretas que só o coração poderá desvendar....
enigmas de dois corações que se aventuraram em apenas
amar....agora me desculpe, terei que fechar a página,
afinal são secretas escritas a dois...
Em meio ao caos sublime da explosão sensorial
Surgiu a consciência de um amor impessoal
Celebrando a vida e a infinita dança universal
Ela envolve a todos a envolvem
Encontrando a vida ao deixar fluir o curso natural
Se o meu amor não for o suficiente para conquistar você,não deixe que meus lábios toquem os seus pois este sim será impetuoso e há de cegar-lhe de paixão.
Você está triste, Coelha? Fica contente, amor, fica contente. Eu queria tanto que as pessoas todas fossem mais contentes, é tão bom ficar contente. A gente vê na rua todo mundo tão triste, por que as pessoas estão tristes? Ahn? Queria tanto sair por aí alegrando as pessoas, olha, não fique triste, segura minha mão e vem comigo que te mostro o jardim da alegria com Deus lá dentro, vem...
Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.
Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.
...MaisIsso é o que eu chamo de amor platônico: Duas pessoas se comendo com os olhos, com o pensamento. Fazendo nada valer a pena a partir do momento em que decidem nada fazer sobre.
