Sobrevive Amor Acima de tudo
navegando nessas águas sombrias
escondem o horizonte das estrelas
não diferencio a noite mais dos dias
imenso oceano em busca de poemas
no fim eu estava indo pegar meu coração de volta
na imensidão das sombras além do mar que não conheço
ainda navegando muitas dores da memória
eu navego o caminho do mar que eu escrevo
olhos com lágrimas
veem o passado distante
mais um pôr-do-sol
terminou meu horizonte
Livro de poesia Novos Ventos
aqui no fundo do mar, em sombria água
busquei redenção como náufrago fantasma
para sempre vivendo nos versos esquecidos
na escuridão do fundo do mar em um livro
Riz de Ferelas
Livro de poesia Novos Ventos
seus sonhos se despedaçaram
como navios agora naufragados
tentaram navegar onde a luz não alcança
perderam no horizonte sua distância
Riz de Ferelas
Livro de poesia Novos Ventos
quando o sol se põe no horizonte
penso em você que está tão longe
navego esse oceano que nos separa
acho o caminho no mar entre lágrimas
um oceano preenchido com minhas lágrimas
não descreveria a extensão de minhas mágoas
Riz de Ferelas
se a cada batida meu coração escrever um verso
vou te alcançar mesmo do outro lado do universo
Riz de Ferelas
estrelas, me emprestem um pouco de seu brilho
para eu poder iluminar o meu caminho
existe alguém que eu quero encontrar
no fim de tudo, quando tudo acabar
Riz de Ferelas
É periculosíssimo para uma República quando tribunais superiores se deixam levar pelo ativismo, lawfare e casuísmo, pois transformam a Justiça em arma política e corroem a própria base do Estado de Direito.
Quando juízes legislam em vez de interpretar, a República troca a segurança jurídica pela instabilidade do arbítrio.
Lawfare no Judiciário converte a espada da justiça em punhal político, erodindo a confiança pública e os pilares democráticos.
O casuísmo infantiliza a lei, criando exceções para quem tem poder e colocando o cidadão comum na margem da impunidade.
Tribunais que praticam ativismo judicial deixam de ser guardiões da Constituição para se transformarem em atores políticos.
A imparcialidade é a âncora da justiça; sem ela, o Judiciário inevitavelmente naufraga em interesses pessoais e ideológicos.
A ditadura do Judiciário se estabelece quando juízes deixam de aplicar a lei e passam a impor suas convicções, transformando a Justiça em tribunal de exceção sem apelação.
A única via para conter juízes tirânicos é o impeachment: banir o arbítrio da magistratura e restaurar a voz do povo na vida pública.
