Sobrevive Amor Acima de tudo

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Se me derem o ar da hostilidade, ventania será para fortalecer os meus pulmões.


Se lançarem sobre mim a terra do desprezo, sobre ela caminharei.


Se, como fogo, suas atitudes quiserem me abrasar, meus sonhos às cinzas não se submeterão.


Se me derem águas de ingratidão, por meio delas navegarei até meu porto seguro.


E se não me derem mais NADA, então tudo eu construirei.






Sim, Poeta serei.




...




Se quiserem minha voz silenciar, minh'alma rugirá em resistência.


Sim, em (re) existência lutarei — até que cale a voz de meus opressores e inimigos.




...




E, por fim, se forem insensíveis e indiferentes, então a DIFERENÇA me tornarei. Minha sensibilidade não mais me atrapalhará.


Como águia, meu voo subirei até que não os veja mais por perto.

O homem que esconde a própria loucura é melhor que o que esconde a própria sabedoria.

Erasmo de Roterdã
Elogio da loucura (1511).

A ti, que é digno de se encaixar na categoria que engloba aqueles cuja a seleção de afetos dar-se à artificialidade oriunda de seus interiores vazios... boa sorte [...].


Eu sou infinitamente mais!

⁠Gosto do teu cheiro,
da sensação suave que me invade quando me aproximo.
Teu cabelo — tão lindo,
mesmo quando se entrega ao desalinho.

Teu sorriso tem a estranha habilidade
de me quebrar por dentro;
desvio o olhar,
porque tua luz me espanta.

Não sei se te verei amanhã,
mas já me preocupo com a roupa
que vestirei para o encontro.

Escrever te é mais fácil:
tua voz me silencia,
rouba-me a palavra,
obriga-me a tossir para disfarçar
o descompasso do coração.

Eu não sei o que é o amor.
Mas sei, com certeza,
o quanto é bom
estar contigo.

Nas dobras invisíveis da memória, onde datas se fundem a tamareiras douradas, um eco de encontros desfez-se em pó. Palavras inglesas pairam como fantasmas: date, um instante capturado; date, um laço efêmero de peles e olhares; date, a polpa doce que escorre entre dedos esquecidos. O abstrato devora o linear, tecendo fios de um novelo sem fim, onde o romântico se perde em desertos de silêncios.
Sombras dançam em relógios parados, namorando o vazio com passos tortos. Corpos se inclinam para o nada, inventando amores de névoa, frutas que não caem, calendários que se desfazem em confetes de ontem. O humano reside no rompante, na frase que se quebra como vidro fino, no pulsar irregular de um coração que ignora o tempo. É o caos que respira, o tropeço que encanta, o desalinho que pulsa vivo.
Entre curvas de sentido ausente, a alma se desdobra – não em mapas precisos, mas em rios que correm para lugar nenhum. Desconexo como o sonho acordado, abstrato como o vento em folhas mortas. Humano, porque sangra nas bordas, sonha nos vãos e persiste no eco das ausências.

⁠Talvez eu esteja melhorando de alguma forma, após mais de um ano sem conseguir ou ter vontade de assistir um filme ontem eu assisti, e hoje consegui assistir outro, quando eu digo isso me refiro a simplesmente sentar e assistir sem distrações, sem pensamentos em outra coisa, sem por um breve momento fugir da história e talvez até sentir algo em deteremos dos momentos. Não sei o que isso pode indicar, se estou ficando melhor mentalmente ou esteja quebrando algum trauma que sofri e não sabia, ainda que eu não consiga me expressar ou sentir sentimentos reais, a não ser alguns que eu mesmo inventei ou me forcei sentir. Passei a voltar a fazer coisas sozinho e a me recompensar por isso, coisa que até então nunca havia saído papel, passei a definir metas e a cumpri-las, por mais que pequenas são satisfatórias poder cumprir algo por mim mesmo, ainda tenho medo de certa forma de diversas coisas, porém acreditar em um amanhã melhor está conseguindo me fazer levantar da cama e fazer coisas que antes eram impossíveis, pequenas tarefas diárias como sair e tentar puxar um assunto, sair pra algum lugar sem rumo, visitar lugares que eu desejava, ter momentos meus, ainda que estrema mente monótonos e até então sem graça, me deixam mais vivo? Talvez?

Nem sempre entendemos o que Deus está fazendo.


Mas podemos descansar na certeza de que Ele continua conduzindo cada passo com amor.


E, quando o tempo revelar o propósito, o coração vai perceber que nada foi em vão.


Edna de Andrade

Feliz Dia das Mães a todas as mulheres que carregam no coração a beleza de amar incondicionalmente.

Acreditei.
Vivi.
Amei.
Sofri.
Perdoei.
Sobrevivi.

Perdoar é o exercício de fazer doer no outro.

No meio dos dias difíceis,
a gente pode ser abrigo.
Um gesto simples, um “tô aqui”,
já acalma o que pesa.
Às vezes, é só isso:
presença que cuida.
E, quando o amor chega assim…
faz luz no caminho de alguém.


Edna de Andrade

No palco da vida,
quando as cortinas se fecharem de um lado,
todas as coisas nos serão reveladas do outro.
Descobriremos então o que valeu a pena,
mas muito mais, o que não valeu a pena viver,
pois estávamos presos às ilusões do mundo material.
Por isso,
aqueles que mais se entregarem às experiências espirituais,
serão os que menos sofrerão do sentimento
de terem desperdiçado a vida.

Assim como é na abundância que devemos acumular a água para os períodos de seca, é nas épocas de alegria que devemos fortalecer a fé, para que a tenhamos em grande quantidade nos momentos de adversidades.

⁠A firmeza de teus passos pode determinar o quanto teu corpo caminhará, porém é o alcance de teu olhar que determinará quão longe teu espírito irá.

⁠Não te permitas ser julgado, senão pela figura que encontras em teu espelho. Mas cuide para que esta não te condene.

⁠Fortes não são aqueles que não caem, mas os que conseguem se por de joelhos após a queda, tomar fôlego e se reerguerem.

Nunca estivemos tão tecnologicamente conectadas e tão emocionalmente desconectadas como nessa segunda década do terceiro milênio.

⁠As dores da vida não são apenas inevitáveis.
Também são úteis quando se tornam ensinamentos.

As dores da vida não precisam permanecer como tal. Elas podem se transformar em boas lembranças, quando delas extraímos as melhores essências.

As dores da vida podem se converter em caminhos. Neles encontraremos esperanças e realizaremos os novos sonhos.

As dores da vida podem acabar um dia se tornando flores, metamorfoseando nosso calvário em um belo jardim.

⁠Quando somos genuínos, mesmo nas dores estamos com a alma leve, pois não nos corrompemos aos valores do mundo. Quando contrariamos nossa alma, mesmo no êxito nos tornamos sombrios diante de nós mesmos.

A história não é feita apenas de grandes batalhas ou tratados — é escrita por pessoas que ousaram existir de forma intransigente. Hammurabi, há quatro mil anos, compreendeu que a justiça precisava ser escrita para ser real, mesmo que imperfeita. Aristóteles, séculos depois, desafiou o mundo a pensar, a questionar, a não aceitar verdades prontas. Joana d'Arc, com dezenove anos, provou que a coragem não pede permissão — ela simplesmente age, mesmo quando a fogueira a espera. Rosa Parks, cansada, recusou-se a ceder o assento e desencadeou uma revolução sentada. Angela Davis, presa e perseguida, transformou a cela em púlpito e o silêncio em denúncia. Miriam Makeba, exilada, cantou a África para o mundo e fez do palco um ato político. O que une essas vidas tão distantes? A recusa em ser invisível. Cada um, à sua maneira, disse "eu existo" em voz alta — e o eco ainda ressoa