Sobrevive Amor Acima de tudo

Cerca de 419156 frases e pensamentos: Sobrevive Amor Acima de tudo

Sonhei com vários ursinhos pequenos, eles eram do tamanho de um cachorro e pareciam cachorros, mas já eram ursos adultos, todos diziam para eu ter cuidado, que eles atacavam, mas quando eles ficaram enfileirados e começaram a me encarar na varanda da casa da minha avó, eu achei eles muito fofos e não senti medo. Eles tinham a mesma cara de um cachorro budogue e o tamanho de um cachorro vira -lata, suas peles eram malhadas e tinham mais ou menos uns 10 ursinhos fofos. Eu me distraí com meu marido e de repente, os vi roubando comida, dois deles, pegaram um saco de biscoito de polvilho e saíram correndo, enquanto os outros acompanhavam, correndo muito rápido. Eu os deixei levar e fiquei rindo á beça com meu marido, com aquela situação. Tudo o que eles queriam era comida, porque estavam com fome.






Julho de 2023

02:32 da manhã Domingo 10 de novembro - Sonhei que estava sendo acusada por duplo homicídio qualificado e estava atônita...




Tudo começou no bairro Tresidela, onde eu estava morando, estava saindo de casa com meu cartão da willbank e meu RG, ele estava com 2 mil de limite.
Quando saí, andei alguns passos e me deparei com um carinha de bicicleta que veio até mim, pra me assaltar.
Por algum motivo, ele estava tipo voltando, mas com o rosto virado e somente a arma apontada para mim.
Aproveitei e joguei meu cartão na porta da residência onde eu morava e como ele não tem estava olhando, eu retornei e acabei pegando um cabo de vassoura e correndo atrás dele e batendo nele, até ele caie no chão, ele saiu ferido, mas eu não o matei.
Segui e se repente eu o procurei e era como se ele tivesse sumido da minha vida vista.


Estava voltando pra casa, foi quando vi alguém noticiar que havia acabado de ser encontrado dois corpos... No mesmo lugar que o cara que eu sei vassouradas caiu e sumiu.


Fiquei preocupada, porque se de repente viessem atrás de mim, por isso? Sendo que não sei o rumo que o marginal levou?
Será que ele foi morto também?
Fiquei pensando!!


Então, prossegui de volta, preocupada com meu cartão e identidade. Será que ainda estaria onde eu havia jogado?


Quando cheguei em casa meu irmão Awkaerck, havia encontrado e guardado.
De repente estávamos em uma mesinha, eu o awkaerck e o Paulo, Paulo ainda era bebê.


O drone enorme aproximou
Ultra tecnologia da polícia civil
Saí correndo,
Paulo Henrique chorando pra ir comigo
Levei, ele parou em mim
Estava tendo festa
Estava sendo procurada por duplo homicídio qualificado
Eu andava por uma rua e tentava entender porque isso aconteceu, só pensava em quem fez isso, pensei somente na ramilia que sempre me prejudicou.


Depois eu pensava em pedir ajuda pro Eri com o vereador advogado dele e então acordei...

10:36 03/11/2024 essa noite sonhei com raposas...


"Sonhei que eu estava como se fosse em uma floresta e havia um rio, de repente aparece uma raposa e olha pra mim amigavelmente, depois aparece outra e mais outra, eu meio que fico confusa tentando entender se realmente se tratava de raposas, e era mesmo. Apesar delas me olharem amigavelmente, e começarem a me seguir como se quisessem me dizer algo, eu fugi com medo delas, elas me seguiram até certo ponto e depois desapareceram no mato à beira do rio"

"Essa noite sonhei com 3 raposas, pinguins alegres e felizes tomando banho, beira de rio, sobrinha do meu marido perguntando se a gente tinha levado roupas... Pois estávamos todos juntos em algum lugar "




Novembro de 2024

07:34 22 de outubro de 2024


Sonhei que havia ido na casa do meu amigo da adolescência o TJ ele era um garoto totalmente diferente, negro, forte e estava careca, vestia um short simples e a gente começou a conversar, meu marido também estava com a gente.
Eu estava deitada no chão, quando comecei a falar para o TJ que estava muito feliz por ele ter se formado em economia, ele dava aulas em faculdade, estava feliz pela realização e evolução na vida dele.
Eu comecei a falar de mim e disse que eu ainda estava tentando fazer dar certo, e dizia pra ele que acreditava que ainda eu iria conseguir.
Ele me ouvia com atenção.
Eu comecei a falar pra ele que sentia saudades da época que éramos adolescentes e que não havia preocupações, que sentia saudades das meninas da Mayla e da Claryana e que eu sempre prezei muito a amizade deles.
Eu me despedi e dei um abraço muito forte nele e um beijinho no pescoço, ele também me abraçou muito forte.
Eu saí feliz e de repente eu comecei a ver um vídeo que eu havia postado no Facebook, era um vídeo de uma viagem que eu e meu marido havia feito, parecia ser Suiça ou gramado, mas estava mais para a Suiça, por causa dos Alpes, casas e montanhas.
Eu havia colocado esse vídeo no Facebook e ele estava legendado também.
Eu não me recordava daquela viagem, mas sabia que já havia estado naquele lindo lugar, verde e com muitas montanhas.
Eu apesar de não lembrar, eu parecia me sentir realizada por ter feito aquela viagem maravilhosa, que era o sonho de muitas pessoas.
No caminho, encontrei uma garota que havia derrubado sua bolsinha em uma poça d'água, ela era a Lusiane, irmã da Oseane, ela ria pra mim, enquanto eu pedi para meu marido pegar a bolsinha dela da poça, se ele pudesse fazer o favor.
Ela continuava sorrindo, muito feliz.
Depois segui e acabei sonhando com um abraço de Deus, um abraço quente e aconchegante e eu abri os olhos.

"Sonhei com um portal gigante tridimensional, alguns meses atrás e eu sentia medo!! ele se movia e ele estava dentro de um lugar fechado, protegido, cheio de água que parecia flutuar na gravidade, não havia nada que a segurava. Havia um homem varrendo o local e quando ele me viu, me expulsou de lá! Mas, quando fui sair, havia uma pequena porta estreita ao lado do portal, do tamanho da tela de um cinema, que se movia e eu pensei que ao passar pela porta, seria sugada por ele. Passei correndo, nada aconteceu e acordei assustada 🥲"


Agosto de 2024

"Sonhei em 2018 e nunca esqueci, todos os países do mundo, atacava o Brasil, por causa da Amazônia e havia muitos cadáveres ao meu lado, via tudo cinza e não tinha metade do corpo, eu rastejava! 😭
O som das bombas era ensurdecedor!!"

Sangue indígena
Sangue cigano
Nem tão alienígena
Nem tão humano

Omissão exposta
Em vigília ou em sono
Explorador da crosta
Filho do dono

Do início ao fim
Do percurso ao meio
Sendo o todo em mim
Experimento sem freio

Eu fui
Eu sou
Eu serei
O que quero
O que temo
O que criei

E quando vier o inverno, a escuridão...
Que eu domine o fogo com seu calor, luz e poder de transmutar.

E se vier forte o medo, a incerteza...
Que a experiência do escuro e do frio superados revelem o aprendizado e sua beleza.

E se vier o fim, se vier a morte...
Que me seja suficiente o trajeto, que segui sem bússola que me apontasse um norte.

Que eu tenha sido nada pra envergonhar minha essência.
Enquanto tudo fui para honrar a centelha em mim confiada de existência.

Eu uso Havaianas e posso ser feliz do mesmo jeito que aquelas que usam salto alto, quando vocês vão aprender que a vida não é disputa, não é comparação, sigo feliz e vendo o quanto a vida é bela. Tire a venda dos olhos, seja feliz!

Hoje acordei com um relógio mastigando nuvens, e a parede sussurrava alfabetos em espiral. Três cadeiras dançavam xadrez sobre o teto, enquanto meu nome virava vapor dentro de uma xícara vazia. A rua, lá fora, era um aquário de buzinas; eu caminhava sem pés, colecionando sombras como moedas furadas. Um pássaro de papel me pediu senha, e eu respondi com silêncio em braile. Tudo parecia erro de tradução: risos que não pertenciam, cores que tinham gosto de ferrugem.

Então percebi o fio: cada imagem era um recado do corpo. O relógio eram meus prazos, as nuvens, a ansiedade. A parede repetia o que eu evito dizer. As cadeiras no teto eram as conversas que deixei para depois. As moedas furadas, a energia que gasto tentando agradar. O pássaro de papel era meu pedido de ajuda, dobrado e escondido.

Quando coloquei a mão no peito, o aquário virou janela. Respirei, sentei, e desliguei o telefone por cinco minutos; ouvi o próprio coração batendo, sem metáforas, e finalmente entendi o idioma da manhã. Escrevi uma linha simples: hoje eu vou me escolher.

O verde cantava em triângulos enquanto a terça-feira derretia sobre o tapete de estrelas mortas. Pés sem dono caminhavam para trás, deixando pegadas que precediam os passos. Um relógio de areia escorria para cima, alimentando nuvens que cresciam no chão da caverna iluminada por peixes voadores. A chuva caía em espiral, molhando apenas o que ainda não existia.


Entre espelhos que refletiam o som, uma voz sem boca repetia números que eram cores: sete era azul, quatro era o gosto de saudade. Os dedos do vento tentavam segurar água, e a água, por sua vez, tentava lembrar por que tinha forma.


Mas então você percebe: o verde era esperança disfarçada, a terça-feira era apenas rotina, as pegadas eram memórias que insistem em voltar. O relógio de areia era o tempo que você achou perdido. As nuvens no chão eram sonhos adormecidos acordando. A chuva em espiral era a vida entrando pelas frestas. Os números eram os dias que você ainda vai viver. E a voz sem boca? Era você, finalmente se ouvindo.

Eu tive uma visão com 5 leões descendo furiosos em forma de ataque na terra!!
Eu estava acordada, fechei meus olhos e de repente, até me assustei!!
abri os olhos abruptamente e deu medo. Foi muito real!!
Há uns 5 meses atrás!😭

E agora, é o terceiro dia de guerra entre ISRAEL e HAMÁS!!

Todos os países do oriente médio, estão ficando contra ISRAEL...

Preocupante!!

PS: não anotei a data

"1 para cada humano na terra..."

O cara misterioso do meu sonho, que falou, enquanto eu via milhares de robôs no deserto, onde eu trabalhava."

E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?


Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar


ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.

“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.

A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.

Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.

NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
(Fundamento estrutural da obra)


Vou começar simples.


O processo não nasce da norma.
Não nasce do artigo.
Não nasce da tese jurídica.


Ele nasce de uma perda.


Alguém perdeu algo.


Tempo.
Dinheiro.
Oportunidade.
Trabalho.
Dignidade.


Se não houve perda, não há razão para acionar o Estado.


O próprio texto da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é claro:


“A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.”


Lesão.
Ameaça.


Ou seja: prejuízo.


O que fiz no livro não foi inventar categoria nova.
Foi reorganizar o eixo.


O prejuízo não é consequência do direito.
Ele é o pressuposto da jurisdição.


O erro estrutural da advocacia


A advocacia foi treinada para começar pelo artigo.


Primeiro a norma.
Depois o direito.
Depois a prova.
No final, se sobrar espaço, o dano.


Isso está invertido.


O juiz não começa decidindo qual artigo aplicar.


Ele começa, ainda que silenciosamente, perguntando:


Se eu decidir assim, isso vai me custar o quê?


Se a resposta for: nada relevante,
o processo morreu.


Não por injustiça.
Por arquitetura.


O que o livro revela


O processo contemporâneo não falha ao ignorar prejuízos invisíveis.


Ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar.


Se o prejuízo não foi:


delimitado,


tornado identificável,


vinculado à decisão,


apresentado como irreversível,


o sistema oferece ao julgador uma saída confortável:


forma,
insuficiência probatória,
preclusão,
silêncio.


Nada disso é ilegal.


É econômico.


A tese central


Não existe lide sem prejuízo.


A pretensão resistida é consequência.


Antes da resistência, houve perda.


E toda decisão que encerra um processo sem enfrentar o prejuízo faz uma coisa só:


redistribui o dano.


Quem perde?
O que perde?
Por que essa perda é juridicamente tolerável?


Se a decisão não responde isso,
ela não resolveu o conflito.
Apenas o neutralizou.


Decisão barata × decisão custosa


Existe algo que poucos dizem:


O juiz não evita decidir.
Ele evita decidir caro.


Decisão barata é aquela que pode ser escrita sem nomear a perda.


Decisão custosa é aquela que exige assumir quem absorve o prejuízo.


O papel do advogado não é convencer.


É tornar a decisão incontornável.


Não para ganhar sempre.


Mas para impedir que o processo finja que ninguém perdeu nada.


Não é ataque. É estrutura.


Não estou acusando juiz.
Não estou acusando assessor.
Não estou acusando o sistema.


Estou descrevendo como ele funciona.


Quem não entende isso escreve para convencer.


Quem entende, escreve para fechar saídas confortáveis.


O fundamento do livro


O livro “Não Existe Lide sem Prejuízo” não cria um novo Código.


Ele revela uma lógica:


Se o prejuízo não pressiona, a forma decide.


Se a perda não é visível, ela é legitimada.


O direito nasce para evitar prejuízos.


Transformá-los em abstração é inverter sua origem.


Se depois de séculos de processo alguém acha que não se pode reorganizar a forma de enxergar a decisão, a história do direito prova o contrário.


O que proponho não é ruptura dogmática. Se houver disruptiva metodológica estratégica do prejuízo e com ela vier a Justiça, Amém.


É lucidez estrutural.


E isso, no processo civil contemporâneo, já é muito.

"Há alguns meses atrás, tive um sonho que dizia que um tal de Sérgio Cabral foi solto e teria 7 anos de liberdade. Eu fui pesquisar sobre esse cara, e descobri que ele tinha sido solto há uma semana atrás, antes de eu ter o sonho. Não sabia nem quem era.

Não anotei a data, mas hoje em 13/10/2023 tudo está se encaixando...

Os 7 anos de liberdade que a humanidade vai ter, a falsa paz, antes de o anticristo escravizar á todos.
Que dá justamente no ano de 2030.
Bate com a agenda da ONU!

O anticristo será um político influente e renomado, a agenda 2030, pertence á ele."