Sobrevive Amor Acima de tudo
Nem tudo que dói é o fim. Às vezes, é a travessia necessária entre quem fomos e quem estamos nos tornando.
O mundo gira. Incessante, implacável, ele segue seu curso mesmo quando tudo parece desmoronar ao nosso redor. Nas horas mais escuras, quando a tempestade rugia com toda sua fúria, é fácil esquecer que o céu azul ainda existe lá em cima, escondido pelas nuvens negras.
Mas a verdade é simples: nenhuma tempestade dura para sempre. Ela vem para lavar, para purificar, para nos lembrar da nossa própria força. E quando finalmente passa — porque sempre passa — algo mágico acontece.
O sol aparece.
Não timidamente, mas em toda a sua glória dourada, banhando o mundo com luz renovada. As gotas de chuva restantes brilham como diamantes dispersos. O ar cheira a esperança. E nós, que sobrevivemos, emergimos diferentes: mais resilientes, mais gratos, mais vivos.
Então, quando a vida escurecer, lembre-se: você é mais forte do que a tempestade. O giro do mundo não para, e o seu momento de luz está chegando. Aguente firme. Respire fundo. O sol sempre volta para quem espera com fé.
Sempre.
No vazio cheio de significado, o nada abraça tudo sem explicação. O tempo se dobra sobre si mesmo, criando curvas que não levam a lugar algum, mas definem o espaço entre ser e não-ser. O silêncio ruge e o imobilismo se move, revelando a plenitude do incompreensível. Cada fragmento desconexo é a peça que falta na arquitetura confusa do existir. A verdade se esconde no paradoxo: que nada faça sentido, e ainda assim tudo seja perfeito. A filosofia surge não no esclarecimento, mas na entrega ao absurdo, onde lógica naufraga e sentido se dissolve em ausência e presença simultâneas.
Já passei por tudo nesta vida, amigo.
A mente, um turbilhão atribulado, ecos de tormentas que não calam.
O corpo, marcado por cicatrizes profundas feridas que nascem na alma ferida, serpenteiam pelo peito e se instalam nos ossos, como tatuagens de batalhas invisíveis. Sofrimento que começa no pensamento, devora o espírito e termina na essência mais pura de quem sou.
Noites em claro, dias de peso insuportável, mas aqui estou, de pé.
E mesmo assim, a esperança não nos abandona, teimosa chama que resiste ao vento. Virão dias melhores, eu sei.
Um dia, isso tudo findará, como nuvem que se dissipa ao sol.
Estaremos felizes, reunidos à família, aos filhos que são nossa luz eterna, rindo sob céus limpos, livres das sombras.
A vida, afinal, guarda essa promessa para os que persistem.
Tudo parece confuso, contudo permita que Deus ilumine a sua mente para que possas viver conforme de Deus "preste mais atenção"!
"17-10-2020 00:09
Às vezes eu gostaria de escrever tudo o que sinto...
Mas, não posso!
Eu tive sonhos com um barco antigo e me despedia de alguém...
E nesse sonho eu sabia que nunca mais veria essa pessoa, então acordei.
Creio que seja parte da minha vida passada e eu não consigo controlar as lágrimas, porque aquele sonho, não parecia sonho...
Eu queria dizer que são tantas palavras presas em minha garganta...
Eu estou morrendo aos poucos!
Eu vou acabar morrendo de tristeza...
Eu não aguento mais!
Eu estou negando para mim mesma que preciso partir...
Porque aqui não tem mais sentido algum."
2026...Ps!! Quanta melancolia dessa época. Ainda bem que já superei 😂🤭
Sumiu de tudo? Eu também sumi.
APAGUEI redes sociais, agora eu não consegui sumir do que me domina, a arte da escrita, me faz ser viva.
Escrever, sobre nós, sobre tudo, sobre a vida...
Como vai você, aí do outro lado do universo?
Eu não queria voltar no tempo. Eu só queria que tudo tivesse sido real, porque para mim, foi um belo sonho, onde poucas cenas, me fazem escrever milhões de vezes sobre a mesma coisa.
Curta história?
Ela é tão longa, que se eterniza todos os dias em cada palavra que escrevo.
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Eu estou preparada para tudo.
Cheguei no auge da minha maturidade.
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Não sei de todas as coisas
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Nunca saberei
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Mas, se for para tomar decisões, eu já sei como fazer.
[19/3 13:17] Alinny de Mello: Porque apesar de tudo, eu sei que eles chegaram no auge do Narcisismo
[19/3 13:17] Alinny de Mello: Eu não consigo odiar nenhum dos dois
[19/3 13:18] Alinny de Mello: Porque eles também nunca souberam lidar com eles mesmos, porém quero distância por toda a minha vida
[19/3 13:18] Alinny de Mello: A maioria das coisas que eu perdi naquela época, foram culpa deles
Sabia que ninguém é de ninguém?
A gente tem essa forma errada de achar que tudo é para a vida toda.
Mas, até nas ruas, está cheio do sexo oposto, podemos sempre nos apaixonar por outros, sem nunca tocar naquela pessoa.
Por já ter um compromisso.
Mas, nós humanos somos movidos por isso.
Ter um porto seguro muda tudo. É saber que, depois de qualquer tempestade, existe um lugar onde a gente pode respirar fundo, descansar o coração e recuperar as forças. Não precisa ser perfeito nem grandioso; basta ser verdadeiro. Um porto seguro é presença, é cuidado, é aquele espaço onde a gente se reconhece e entende que, apesar de tudo, nunca está sozinha.
Eu aprendi que nem tudo depende de dinheiro quando a vida está nas mãos de Deus. Houve um momento em que meu corpo chegou ao limite, um colapso séptico que quase me levou. E ainda assim, eu voltei. Hoje entendo que Ele moveu o mundo por mim, colocando as pessoas certas no caminho, na hora exata, para uma cirurgia de emergência. Desde então vivo com serenidade, sabendo que não estou sozinha e que, quando parece impossível, Deus ainda está trabalhando.
Existe uma ideia silenciosa que, quando compreendida, reorganiza tudo por dentro. O arquiteto do universo não criou você, homem ou mulher, para fracassar. Criou para aprender, experimentar, ajustar, aprofundar. O fracasso não é um erro de projeto. É parte do método.
Quando você olha para a própria vida apenas pela lente do acerto e do erro, perde algo essencial. Você passa a acreditar que existe um caminho certo pré definido e que qualquer desvio prova inadequação pessoal. Essa leitura é rasa. Ela ignora que viver é um processo de refinamento, não de desempenho perfeito.
Nada no universo funciona por linha reta. Tudo se expande por tentativa, adaptação, repetição e correção. A natureza não se humilha quando algo não funciona de primeira. Ela recalibra. Você, no entanto, aprendeu a se julgar como defeituoso ou defeituosa diante de cada falha, como se o arquiteto tivesse errado ao te criar.
Não fez. O erro está na interpretação.
Você foi feito e feita para atravessar experiências que desenvolvem discernimento. Algumas doem. Algumas frustram. Algumas quebram expectativas antigas. Mas nenhuma delas existe para te anular. Elas existem para te tornar mais consciente, mais preciso e mais responsável pela própria trajetória.
Quando você chama a si mesmo ou a si mesma de fracasso, está atribuindo ao arquiteto uma falha de intenção. Está dizendo, mesmo sem perceber, que sua existência é um engano. Essa conclusão não nasce da realidade. Nasce do cansaço, da comparação e da pressão por resultados rápidos.
Aprender raramente é confortável. Aprimorar quase nunca é elegante. O processo envolve tropeços, perdas temporárias e sensação de atraso. Mas atraso em relação a quê. Ao cronograma de quem. À expectativa de quem.
Você não veio ao mundo para cumprir a narrativa alheia de sucesso. Veio para desenvolver consciência a partir das experiências que viveu, com os recursos que teve, no tempo que foi possível. Isso não te isenta de responsabilidade. Te devolve perspectiva.
O arquiteto do universo não trabalha com desperdício. Nada do que você viveu foi em vão, mesmo aquilo que você gostaria de apagar. Cada tentativa frustrada revelou limites, padrões, ilusões e capacidades que você não teria descoberto sem o impacto da realidade.
Fracasso não é o oposto de propósito. Muitas vezes é o instrumento dele.
O problema começa quando você transforma aprendizado em identidade negativa. Quando passa a se definir pelo momento em vez de entender o movimento. Você não é o erro. Você é quem observa, ajusta e segue. Ou pelo menos pode ser, se parar de lutar contra o processo.
A ideia de que você deveria acertar sempre é uma exigência artificial. Ela não vem da vida. Vem de sistemas que valorizam resultado acima de consciência. O universo, ao contrário, valoriza expansão. E expansão exige tensão.
Você não está sendo punido ou punida quando algo dá errado. Está sendo convidado ou convidada a refinar escolhas, postura, direção. Ignorar esse convite gera repetição. Acolher gera amadurecimento.
Aprender também exige humildade. Aceitar que você não sabia, que escolheu mal, que superestimou algo ou alguém. Isso não diminui você. Isso te devolve ao fluxo real da vida, onde crescimento acontece.
O arquiteto não espera perfeição. Espera presença. Espera que você esteja atento e atenta ao que cada experiência revela. Quando você entra nesse estado, o fracasso perde o peso moral que colocaram sobre ele. Ele vira informação.
Aprimorar vivências é exatamente isso. Viver, observar, ajustar. Sem drama excessivo. Sem autopunição. Sem transformar cada queda em prova de inadequação existencial.
Você não foi feito e feita para vencer sempre. Foi feito e feita para se tornar alguém mais lúcido a cada etapa. E lucidez, no longo prazo, constrói resultados mais sólidos do que qualquer vitória apressada.
Quando você aceita isso, algo se acomoda por dentro. A urgência diminui. A comparação perde força. E você passa a caminhar com mais responsabilidade e menos desespero.
Não porque agora tudo ficou fácil, mas porque você entendeu que não está quebrado ou quebrada. Está em processo.
E processos verdadeiros não fracassam. Eles evoluem.
FIM
Tem dias em que a gente tenta manter tudo no lugar, como se fosse possível organizar a alma do mesmo jeito que arruma a casa antes de visita chegar. A gente ajeita o cabelo, responde com educação, dá aquele sorriso ensaiado que funciona quase como maquiagem emocional. Só que tem uma verdade meio inconveniente que insiste em escapar pelas frestas: quando a bagunça é interna, ela sempre dá um jeito de aparecer do lado de fora.
Não vem com aviso, não bate na porta. Ela se infiltra no tom de voz, naquele “tanto faz” que não era pra ser tão seco, na paciência que acaba mais rápido do que deveria. Às vezes, aparece na forma de cansaço sem motivo, outras vezes vira irritação com coisas pequenas, quase ridículas. E a gente sabe, no fundo sabe, que não é sobre aquilo. Nunca é só sobre aquilo.
É curioso como tentamos convencer o mundo de que está tudo bem, enquanto por dentro tem gaveta aberta, pensamento espalhado, sentimento fora do lugar. E quanto mais a gente tenta esconder, mais o corpo entrega, mais o olhar denuncia, mais a vida externa começa a ficar desalinhada, como um reflexo que não mente.
Eu fico pensando que talvez essa bagunça não seja exatamente um problema. Talvez seja um pedido. Um pedido de pausa, de silêncio, de honestidade. Porque ninguém transborda caos à toa. Existe sempre algo não resolvido, algo engolido, algo que foi empurrado com força demais para um canto que não comportava tanto peso.
E aí a vida começa a dar pequenos sinais. Uma conversa que dá errado, um dia que parece pesado demais, uma sensação constante de estar fora do próprio eixo. Não é castigo, não é azar. É só o interno tentando ser ouvido, mesmo que de um jeito meio desajeitado.
Talvez o mais difícil seja admitir que não dá pra sustentar uma aparência de ordem quando por dentro está tudo pedindo reorganização. E tudo bem. Bagunça também faz parte de quem está em processo, de quem sente, de quem não está anestesiada.
Porque, no fim, não é sobre evitar que isso apareça. É sobre aprender a cuidar do que está dentro, antes que precise gritar do lado de fora.
E me diz, com sinceridade dessas que a gente só tem quando está sozinha… você tem tentado esconder a bagunça ou já começou a entender o que ela quer te dizer?
Se esse tipo de reflexão conversa com você, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Talvez alguma palavra por lá te abrace do jeito certo.
