So quero que tu me Queiras
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Eu só posso ser uma descontrolada, tresloucada. Só posso sentir uma paixão assolapada …por ti.
Não sei de ti…não te vejo…não te quero. Não sei. Não vejo…não quero!!!
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Não te quero, só porque não te vejo…
Não te vejo porque não te procuro…e não te procuro, porque sei o quanto te destabilizo se o fizer…
Não sei de ti…não te vejo... não te quero. Não sei. Não vejo…não quero!!!
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Talvez seja só a metade
Procuram tanto a explicação
Que qualquer dia desses passarão por ela
Querem uma conclusão
Não poderia ser exatamente como uma teoria.
Se não existe verdade,
Porque pensarmos nas manhãs que virão?
Porque lamentar os dias em que não o são...
De um tempo pra cá
Tudo se tornou tão escasso que não sei mais o que é real
Não sei o que quero
Nem me lembro do que quis
Se é que eu quis
Tudo me faz sentir uma coisa
Que soa como um toque invisível
Essas coisas, esses dias, essas andanças.
Por essas minhas andanças
Vi vários caracteres
Andei por dentro, no meu dentro.
Várias musicas estavam lá
Ocupavam o espaço
Eu disse a mim:
Sou vazio e som
Respondi-me
Talvez não, talvez seja só metade.
Porque a outra você ainda não conhece...
Eu entro na sua vida, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mas você tem que me prometer que todo esse sonho não vai ser à toa, que vale a pena. Que por você, por mim e principalmente por NÓS vale a pena.
A vida so faz sentido quando se ama, quando não se ama não faz sentido viver, pra que viver se não exite amor nessa vida.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
...MaisSUA VALIA
Só me importa o seu olhar,
Não importa minha dor.
Toda loucura que ajuntei
Foi a linha tênue do amor.
Um hostil querendo predicar
Palavras que não tem sentido.
Sedento de remissão.
Prantos rolam sem cessar...
Invado os sonhos teus,
Batalhando a atenção
Suplicando o afeto seu
Para acalentar minha solidão.
Só importa sua luta,
Não meus sonhos
E minha busca.
Mas fantasio ser inconho.
Eu não quero ser a pessoa, que os outros querem que eu seja, só porque não gostam do que eu sou. Eu quero ser a pessoa que entre milhões de pessoas com a cabeça feita, ser a única com opinião própria.
É por isso que meus olhos ofuscam o brilho da lua, é porque mostro a você só o que há de mais belo em mim e, em tempo nenhum, deixo transpor aquele capricho que tenho de caminhar cada vez mais rápido até meu paraíso particular.
O clarão da lua,
invade a escuridão da noite
para guiar os meus passos.
Só posso visualizar o brilho da poesia
As estrelas, são pequenas contas de luz
que dão brilho a cada verso
Para comover os sonhos
transformando cada um
em pequena inspiração.
Se você quiser meus versos
São do tamanho do teu amor
Que pode até ser intenso
Mas caso decidas ler
Serei sempre mto intensa
Pois no brilho dos teus olhos
Vejo a luz da recompensa!
Bjo no teu ♥.
Cler
