So Passou pela Vida Nao Viveu

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A palavra não é apenas um conjunto de sinais gráficos. Nela há sangue, suor e lágrimas.

A frivolidade é também uma forma de hipocrisia porque as pessoas não são aquilo. A pessoa, quanto mais frívola nos parece, mais esconde a sua natureza profunda.

Caso não tenha adivinhado, esta não é uma história de amor. Pelo menos não uma em que alguém consegue o que quer.

⁠Todo mundo que você encontra sabe algo que você não sabe, mas precisa saber. Aprenda com eles.

Não conseguia encontrar o carro dos meus sonhos, então projetei um.

⁠Sempre tem alguém disposto a dar pra tua mulher a atenção que você não dá!

Com Fernão Capelo Gaivota aprendi que não
existe limites,que tudo podemos e o caminho ensitir e persistir.

Não posso dizer por quê te amo pois a cada dia tenho um motivo para isso.

Se na minha diferença,nas minhas palavras,meus questionamentos,não há intervenção sua,contente-se:da minha vida,você ainda não faz parte.

A amizade verdadeira dura para sempre.
Não tem as tempestades da paixão,
e nem a calmaria exagerada do descompromisso.
É a bonita sensação do estar perto e, de repente,
deixar o silêncio chegar.

Existem dores que sentimos
e não demonstramos.
Sofremos em silêncio.
A alma chora. O coração grita.
Ninguém vê! Mas Deus sabe!
Deus entende! Deus cura!

Na infância, nosso futuro é um sonho.
Na juventude, nosso futuro não tem futuro.
Quando adulto, nosso futuro é a realidade.
Na velhice, nosso futuro é uma tragédia.

Pense no que você faz. Um pedido de desculpa não deixa para trás uma grande mágoa.

“Seu presente é o espelho do passado que não pode refletir no futuro.”
(livro: “Livrai-nos de todo mal”)

nNão me venha com coisas comuns...Quero passear na lua de salto alto...

Ao tentar mostrar ao mundo que ele não sente falta, ele faz exatamente o contrário: confirma que ainda se importa.

Isabela Freitas
Site oficial de Isabela Freitas

Nota: Trecho da crônica "Os 5 tipos de ex namorados que você vai encontrar na vida"

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O intelecto se satisfaz com teorias e explicações, a inteligência não; e para a compreensão do processo total da existência, é necessária uma integração da mente e do coração no agir. A inteligência não está separada do amor.

"Aquilo que foi é o que virá a ser, e o que se tem feito é o que se fará; de modo que não há nada de novo sob o sol" - Eclesiastes 1:9

O AMOR DE DEUS EM MIM

Se estou de consciência tranquila, nada me tirará a paz!
O perdão não me deixa carregar o peso do passado, vivo com leveza!
Aprendi com as experiências que só não vivi e fiz as coisas melhor porque não sabia!
Hoje, mais sábia, me perdoo pelos erros passados. O que me importa mesmo é errar cada vez menos. Hoje, procuro ser mais coerente e assertiva.
Na medida que me conheço, melhor me relaciono comigo e mais cuidado tenho com os outros!
Foi preciso a vida me proporcionar momentos de solidão, confesso que, de início, o confronto comigo foi difícil, sofredor, o que me fez fugir de mim durante algum tempo e aceitar a companhia de pessoas que não conseguiram trazer para a minha vida a felicidade que eu buscava!
No fundo da minha alma, buscava a mim própria, e hoje posso dizer que sou a minha melhor companhia, o meu melhor caso de amor!
Quando entrei no meu interior e fui me descobrindo, a alegria foi grande ao encontrar Deus me esperando, dizendo... amo-te, minha filha!
As lágrimas secaram e deram lugar ao sorriso!
Nenhum amor pode se comparar ao amor divino, eu acredito que muitas pessoas saberão do que falo e sinto...
Por exemplo, enquanto caminho por estas pedras, Ele me mostra felicidade nas coisas mais simples, é o muito fácil amá-Lo...

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.