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So Passou pela Vida Nao Viveu

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Já guardei comigo palavras que me magoaram, para não falar palavras que vão magoar alguém.

Dói sabia, saber que você ta online e não vem falar comigo.

A democracia não pretende criar santos, mas fazer justiça.

Filosofia é a decisão de não aceitar as coisas óbvias e evidentes, as ideias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos; não aceitá-los antes de tê-los questionado e compreendido.

O verdadeiro problema não é se as máquinas pensam, mas se os humanos o fazem.

Você sabe
Que eu te adoro
Você sabe
Que eu te amo
Então não me faça dizer isso
Estouraria a bolha
Quebraria o charme

Quem tem a qualidade da assertividade sabe dizer não àquilo que fere sua integridade e contraria seus valores, mas faz isso sem agredir nem desrespeitar o outro.

Por favor, amor
Não brigue comigo
Quando eu bagunçar
os teus cabelos
Seu descabelamento
não me assusta
não me espanta
nem me desencanta
Na verdade, te despenteio de propósito, confesso.
Te despentear é uma das formas que encontrei de te dizer que eu te amo de qualquer beleza.

Honrar a justiça significa também ter comportamento justo nos relacionamentos e não exigir dos outros aquilo que você não faz.

Você não precisa deixar de ser uma menina para ser uma mulher.

Se a amizade se acabou é porque era espinho e não flor.

Antes insistia em acreditar que você gostava de mim, mas no fundo sabia que não, hoje insisto em dizer que você não gosta de mim, quando sei que você gosta.

Não importa qual seu esforço ao longo do caminho, o que importa é que tenha algo no final.

Se o amor é uma flor roxa, que dá no coração dos trouxas.
Eu não ligo, desde que esse coração seja o meu.

Se não é o tempo do outro que te situa,
A hora certa é a sua.

Pois meus olhos não cansam de chorar
Tristezas não cansadas de cansar-me;
Pois não se abranda o fogo em que abrasar-me
Pôde quem eu jamais pude abrandar;

Não canse o cego Amor de me guiar
Donde nunca de lá possa tornar-me;
Nem deixe o mundo todo de escutar-me,
Enquanto a fraca voz me não deixar.

E se em montes, se em prados, e se em vales
Piedade mora alguma, algum amor
Em feras, plantas, aves, pedras, águas;

Ouçam a longa história de meus males,
E curem sua dor com minha dor;
Que grandes mágoas podem curar mágoas.

Se não pode vencer o jogo, o quebra-cabeça não se resolve. Perde-se.

Não me calo perante ameaças,
não me envergonho do que não tenho culpa,
respeito quem me respeita
e defendo quem merece minha dedicação e o meu amor.

Esse ponto de contato interior, apesar de toda a sua importância, não é, entretanto, mais do que um ponto. Após o longo período de materialismo de que ela está apenas despertando, nossa alma acha-se repleta de germes de desespero e de incredulidade, prestes a soçobrar no nada. A esmagadora opressão das doutrinas materialistas, que fizeram da vida do universo uma vã e detestável brincadeira, ainda não se dissipou. A alma que volta a si permanece sob a impressão desse pesadelo. Uma luz vacilante brilha tenuemente, como um minúsculo ponto perdido no enorme círculo da escuridão. Essa luz fraca é apenas um pressentimento que a alma não tem coragem de sustentar; ela se pergunta se a luz não será o sonho, e a escuridão a realidade. Essa dúvida e os sofrimentos opressivos que ela deve à filosofia materialista distinguem nossa alma da alma dos primitivos. Por mais levemente que se a toque, nossa alma soa como um vaso precioso, que se encontrou rachado na terra. É por isso que a atração que nos leva ao primitivo, tal como o sentimos hoje, só pode ser, sob sua forma atual e factícia, de curta duração.
Salta os olhos que essas duas analogias da arte nova com certas formas de épocas passadas são diametralmente opostas. A primeira exterior, será sem futuro. A segunda é interior e encerra o germe do futuro. Após o período de tentação materialista a que aparentemente sucumbiu, mas que repele como uma tentação ruim, a alma emerge, purificada pela luta e pela dor. Os sentimentos elementares, como o medo, a tristeza, a alegria, que teriam podido, durante o período da tentação, servir de conteúdo para a arte, atrairão pouco o artista. Ele se esforçara por despertar sentimentos mais matizados, ainda sem nome. O próprio artista vive uma existência completa, relativamente requintada, e a obra, nascida de seu cérebro, provocara no espectador capaz de experimentá-las, emoções mais delicadas, que nossa linguagem é incapaz de exprimir.

O que importa não é o que se sabe, mas sim o que se faz com o que se sabe.