So Passou pela Vida Nao Viveu

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Não preciso de heróis nem de fãs.
Preciso de testemunhas humanas
que vejam minha luz e minha sombra
sem precisar aumentar ou apagar nenhuma das duas.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.

Eu só espero que não venha mais ninguém
Aí eu tenho você só pra mim

O que tirou sua paz ontem,
não pode tirar sua paz hoje,
pois o ontem é passado
e o hoje só depende de você.

Minha solidão não tem nada haver com presença ou ausência de pessoas. Detesto quem me rouba a solidão sem, em troca, oferecer verdadeira companhia.

Texto de Friedrich Nietzsche

A solidão, no pensamento que atravessa essa frase, não é carência, mas território interior. Ela não nasce da ausência de pessoas, e sim da ausência de sentido. Estar só, nesse horizonte, é estar em contato consigo mesmo; estar acompanhado, sem verdadeira presença, pode ser uma forma mais profunda de abandono. Nietzsche aponta para uma solidão qualitativa, não quantitativa.

Quando ele afirma que detesta quem lhe rouba a solidão, revela que a solidão é um bem precioso, quase sagrado. Trata-se do espaço onde o indivíduo pensa sem concessões, cria sem aplausos e se confronta com suas próprias alturas e abismos. Roubar a solidão é invadir esse espaço com superficialidade, ruído e expectativas vazias. É ocupar o tempo e o corpo sem tocar a alma.

A “verdadeira companhia” não se mede pela proximidade física nem pela frequência da convivência, mas pela capacidade de presença real. É aquela que não distrai do essencial, mas aprofunda; que não exige máscaras, mas permite silêncio; que não dilui a individualidade, mas a respeita. Poucos são capazes dessa companhia, porque ela exige maturidade interior e coragem de permanecer diante do outro sem se esconder.

Nesse sentido, a solidão nietzschiana não é isolamento social, mas fidelidade a si mesmo. É a condição necessária para o surgimento do pensamento autêntico e da vida criadora. O espírito que busca elevar-se precisa, em certos momentos, afastar-se da multidão não por desprezo, mas por necessidade de escuta interior. Quem não suporta a própria solidão dificilmente suportará a profundidade do outro.

A crítica de Nietzsche, portanto, não é contra as pessoas, mas contra as relações vazias. Ele denuncia a convivência que preenche o espaço, mas esvazia o sentido; que fala muito, mas não comunica; que ocupa, mas não acompanha. Essas presenças são mais solitárias do que o silêncio.

Por fim, o texto nos convida a rever nossa relação com o estar só e com o estar junto. Talvez a verdadeira questão não seja evitar a solidão, mas aprender a habitá-la. E, a partir dela, escolher companhias que não nos afastem de nós mesmos, mas que caminhem ao nosso lado sem nos roubar o que temos de mais íntimo: a integridade do nosso ser.

Perdoe-se por não ter sabido antes aquilo que só o tempo poderia ensinar.

As princesas só existem nos seus sonhos, se seus sonhos acabam, as princesas morrem.


Não é sobre principado.

O niilista pensa que sem deus não há moralidade. O humanista sabe que a verdadeira moralidade só começa quando deus sai de cena e somos forçados a cuidar uns dos outros.

O conhecimento, por si só, não nos torna melhores; apenas nos torna mais hábeis em racionalizar e legitimar as atrocidades que já estávamos dispostos a cometer.

A civilização só será real no dia em que a dignidade de um homem não puder ser comprada nem pelo ouro, nem pela promessa de salvação.

Se a sua moralidade só se mantém quando há câmeras, registros ou risco de exposição, ela não é virtude, mas conformismo social bem disfarçado. A ética genuína não depende de vigilância total nem de anonimato: ela se sustenta porque pode ser racionalmente defendida em público, mesmo quando ninguém está olhando.

A consciência amplia o campo da responsabilidade, mas infelizmente não cria, por si só, nenhum compromisso ético.

Não existe falha existencial, só desculpa mal formulada para continuar postergando a ação.

O discurso “não existe verdade absoluta” costuma ser só um perfume filosófico para justificar a força quando o argumento acaba.

Pensar demais não enlouquece, só estraga a ilusão de normalidade.

A fé move montanhas? Não, explosivos movem; fé só move idiotas para explodirem uns aos outros.

Deus não é ausente, só terceirizou a criação para um estagiário cósmico mal remunerado.

Eu não preciso entender tudo hoje. Só atravessar essa noite .

Não. Só não se deve morrer quando se é jovem , não é ? E ela se matou.

Não sou mais só
Achei meu sol.