So Passou pela Vida Nao Viveu

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Odeio os livros; ensinam apenas a falar daquilo que não se sabe.

Não há cura para o nascimento e para a morte, a não ser usufruir o intervalo.

George Santayana
Soliloquies in England (1922).

Os espíritos ainda não encontraram uma palavra para definir a dor de um coração de mãe quando perde um filho.

O álcool tira as ilusões. Depois de alguns golos de conhaque já não penso em ti.

Não gastes o teu dinheiro antes de o teres na mão.

O talento sozinho não consegue fazer um escritor. Deve existir um homem por trás do livro.

Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma.

Um dos méritos da poesia que muita gente não percebe é que ela diz mais que a prosa e em menos palavras que a prosa.

Se as pessoas soubessem o quão duramente eu trabalhei para obter a minha habilidade, ela não pareceria tão maravilhosa depois de tudo.

Querer saber - o que parece tão difícil - se não é errado, entre tantos seres vivos que praticam a violência, ser o único ou um dos poucos não violentos, não é diferente de querer saber se seria possível ser sóbrio entre tantos embriagados, e se não seria melhor que todos começassem logo a beber.

A economia é uma virtude distributiva e consiste não em poupar mas em escolher.

Para mim, não há nada mais importante no futuro que o desenho. É a alma de tudo o que é criado pelo homem.

Não conseguimos livrar-nos de uma coisa evitando-a, mas apenas atravessando-a.

É ridículo para um homem criticar o trabalho de um outro se não se distinguiu pessoalmente na mesma realização.

O amor ou não desculpa nada ou desculpa tudo.

Não se deve julgar o mérito de um homem pelas suas grandes qualidades, mas pelo uso que sabe fazer delas.

A medicina é o remédio para todas as dores humanas, apenas o amor é um mal que não tem cura.

O mundo não será feliz a não ser quando todos os homens tiverem alma de artista, isto é, quando todos tirarem prazer do seu trabalho.

Auguste Rodin

Nota: Trecho do texto conhecido com o "Testamento" (1911) de Rodin, reproduzido em "Histoire Générale de L'art Franc̜ais de la Révolution à nos Jours", de André Fontainas e Louis Vauxcelles, 1922 (volume 2, p. 259-261).

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Não arriscar nada é arriscar tudo.

O único hábito que se deve permitir a uma criança é o de não adquirir nenhum.