So Passou pela Vida Nao Viveu

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⁠A vida é bela
O difícil é aprender a viver.
O segredo para uma vida plena é saber vibrar no percurso
Na caminhada para o lugar que for sempre há emoções...
Encontre-as!

Toda arte, toda filosofia pode ser vista como remédio e socorro da vida em crescimento ou em declínio: elas pressupõem sempre sofrimento e sofredores. Mas existem dois tipos de sofredores, os que sofrem de superabundância de vida, que querem uma arte dionisíaca, e desse modo uma perspectiva trágica da vida – e depois os que sofrem de empobrecimento de vida, que requerem da arte e da filosofia silêncio, quietude, mar liso, ou embriaguez entorpecimento, convulsão. Vingança sobre a vida mesma – a mais voluptuosa espécie de embriaguez para aqueles assim empobrecidos!

O XADREZ DA VIDA

A vida é como uma partida de xadrez
É preciso uma tática eficaz
Temos a jogada que definirá
O curso e o fim do jogo
Nenhuma ação pode ser precipitada
Tudo deve ser criterioso e preciso
Em cada movimento, uma estratégia
Em cada sacrifício, uma oportunidade

Por isso, está na hora!
De tirar a poeira das mãos
De colocar os pés no chão
Por os planos em ação
De soltarmos as amarras
E começarmos uma revolução

De vestirmos a armadura
E corrermos para o combate
De levantar a espada
E lutar até o xeque-mate

Que a gratidão nos desperte para um novo dia e energias positivas transbordem em nossas mentes.

Antes de iludir o coração dela procure o que é ser leal consigo mesmo.

Viver com você vai ser como mirar em um alvo em movimento; você sempre vai estar além das minhas expectativas.

Sorriso

E por dentro desse sorriso
E por trás desses sorrisos espalhados
Nem sempre existem motivos
Às vezes são apenas disfarces para esconder a vontade
A vontade de chorar, a verdade.

Se me ponho a cismar em outras eras
Em que ri e cantei, em que fui querida,
Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...
(...)
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!

Saibamos valorizar o encanto das coisas simples, que a vida nos proporciona a cada dia!"

⁠⁠De vez em quando, é bom a gente se olhar no espelho para reconhecer e entender que muitas vezes o que cobramos em demasia nos outros também habita em nós e, dessa forma, sermos menos intolerantes.

⁠⁠...Se, você puder apagar ou editar algum erro do passado para corrigir o futuro, aproveite agora enquanto existe o botão de excluir.

Eu adoro a vida, ela é preciosa. É um milagre. Quero viver muito.

Gal Costa
CRUZ, Felipe B. “Tenho uma alma jovem”, afirma Gal Costa. Veja, 29 mar 2021.

Nas tentativas falhas de esquecer-te sempre afoguei-me cada vez mais no oceano de ti.

Desembrulha teus eus, remate seus nós, refaça seus laços.
Vida é isso, inventos, beleza, imprevisibilidade.

Até os que se julgam mais fortes e lutam contra a finitude morrem como ovelhas no final da noite.

Uma chuva fina cai sobre a cidade. No rádio a canção de Gal Costa que fala sobre a poeira do caminho. Pois é. O pó das eras também viaja comigo; bem acomodado no meu banco.

E é assim a vida!!! Às vezes simples momentos nos fazem ganhar tantas recordações!!!

Depois que parei de reclamar da minha vida, os problemas sumirão.

A insônia abafa os sons externos para que, sem distração, os nossos pensamentos criem voz...

⁠A Arte de Soltar

Um Caminho para a Resignação Consciente!

A resignação, muitas vezes mal compreendida como um sinônimo de desistência ou fraqueza, é, na verdade, uma das mais profundas expressões da arte de soltar. Longe de ser um ato de rendição derrotista, ela se manifesta como um reconhecimento lúcido dos limites do nosso poder e, paradoxalmente, como um portal para a verdadeira liberdade interior.

Soltar não é abdicar de lutar por aquilo que importa, mas discernir o que está verdadeiramente em nossas mãos e o que pertence ao fluxo incontrolável da existência. É desatar os nós da expectativa, do apego ao que não pode ser mudado, e da ilusão de um controle onipotente. Nesse processo, aprendemos a diferenciar entre a persistência necessária e a teimosia infrutífera que nos exaure.

Quando soltamos, não estamos simplesmente deixando ir; estamos fazendo espaço. Espaço para a aceitação, para a serenidade que emerge da compreensão de que nem tudo pode ser moldado à nossa vontade. É um convite à humildade, ao reconhecimento de que a vida, em sua complexidade, carrega caminhos que não prevemos e desfechos que não escolhemos. A resignação, então, torna-se um ato de coragem: a coragem de enfrentar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse.

É nesse soltar que encontramos uma paz peculiar, não a paz da ausência de problemas, mas a paz da ausência de resistência inútil. A arte de soltar nos ensina que, às vezes, a maior força não reside em agarrar-se, mas em saber liberar. E ao fazê-lo, abrimos as portas para novas possibilidades, para o fluxo da vida que, de outra forma, ficaria estagnado pela nossa insistência. A resignação, assim, se revela não como um fim, mas como um ponto de partida para uma existência mais leve, mais sábia e verdadeiramente livre.