So o Tempo pode Entender um grande Amor
EU ia
Havia um lugar, inabitado por longo tempo, onde de vez em quando eu ia.
Muitas vezes quando lá eu fui, levei comigo tudo que eu sentia, mal entrava e logo saia deixando para trás todo o sentimento que em mim fluía.
Estive por lá nos últimos dias, e esta porta que quase nunca se abria, fôra arrancada por uma forte Ventania, que espalhou tudo o que lá, eu escondia. Todo o sentimento que eu reprimia, em minha volta se consumia. Muita coisa feia se via! Muito mais feia do que já fôra um dia.
O que eu não sabia, era que em meio à tristeza e rebeldia estava também tudo aquilo que bem me fazia, amor e alegria, em total abandono e em plena agonia.
Com a porta escancarada a dor se esvaía, iam embora frustração e melancolia e tudo o que ali contia, estava em pura harmonia.
De lá, eu não mais saía! Não comia e nem dormia! De mim mesmo, me entorpecia. E transbordei de euforia! Eu existia!
Em 15 de Dezembro de 2015.
Tempo que se foi e saudades deixou
Eta tempo bom que se fez presente um dia
Tempo porque faz assim?
Tempo doido que nos tira o dia
Nos tira aquilo que alegra nosso coração
Mas no coração plantado foi
Há de ficar florido como jardim em primavera
Perder tempo com o que imaginamos
ser um futuro difícil,
afasta de nós a possibilidade
de vivermos o momento presente
em toda sua plenitude.
Deixe o amanhã para amanhã.
Cika Parolin
Sorrir é curtir a vida...
Chorar é desperdiçar tempo...
Se ferir é normal...
Querer pular de um prédio é um loucura...
Vivemos em um tempo em que vociferar suas convicções é o caminho para a leviandade de suas verdades. A todo momento encontramos com pessoas carentes de expor pensamentos tacanhos em prol das suas mais que absolutas certezas. Não há espaço para dúvida, ou é, ou não é. Fora o tempo em que nossas avós dizem meias verdades, hoje precisamos estar conectados com as verdades absolutas de um grupo que se deixou levar pelo medo, pelas inconsistências semânticas de discursos evasivos. Não há nada a ser dito, somente a ser reproduzido. A intolerância atingiu recônditos inexplorados e apoderouce-se dos discursos efusivos de fundamentalistas defensores da fé cega, de proporções homéricas. Como diria Fernando Pessoa: onde é que há gente nesse mundo? Então sou só eu que sou vil? Esse discurso de ódio nos aduz às mais insandices das hipocrisias humanas, revela-nos a fragilidade de uma cultura insípida, porém com todos os sabores dos pseudos racionais, paladinos de uma razão de proporção bíblica, contudo à margem da pureza do amor verdadeiro. Já dissera o grande mestre: amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Desculpa, mas não temos tempo mais para isso hoje, não com toda essa tecnologia que nos impele a ser nós mesmos, que nos lance ao abismo de nos tormentas e para sobreviver às tortuosas desesperanças, lançamos mão dessa nossa pureza. Afinal, quem vive de migalhas são os porcos e antes de você, existe o eu. Para dar força contrária a esse discurso, muitos dirão que minhas palavras são expressões vazias dentro do mundo de Alice. Não há mais um país das maravilhas. E não há por quê? Por que ao cantarmos nossas diferenças, isso lhe dá o direito de ser rude? Será que ninguém absorveu o que nossos pais viveram com a Woodstock? Onde foi parar aquela liberdade de amar? Vivemos em um tempo de guerra, em que matamos para podermos ser vistos. Sim, matamos não somente os outros, mas a nós mesmos, matamos em nós o nosso direito de ser amável, solidário, afetuoso; porque aprendemos paulatinamente que isso é para os fracos, melhor, para os fracassados. Saramago, brilhantemente, nos confessa (e faço das palavras dele as minhas) que a palavra de que ele mais gosta é o não, há um tempo em que é necessário dizer um não, pois o não é a única coisa verdadeiramente transformadora. Assim, diante de tantas desmesuras, de tanta desumanidade, é essencial que digamos não a tais censuras. Para que não nos acostumemos a essa fria realidade opressora, defensora da falsa moral e dos falsos bons costumes. Entretanto eu sei que a gente se acostuma, mas não devia.
Há um certo tempo, descobri que nunca olhei para vida. Ela, diante de mim, crescia tímida, temerosa que seus encantos pudessem me afugentar e, por isso, inerte, absorta em seu escaninho, olhava-me com olhos de ternura. Com a paciência de Jó que lhe impunha a fim de ver desabrochar o oportuno instante de não ter seus abraços partidos por minha desfatez. Ela sempre me olhando como sou, eu olhando-a como eu imaginava vê-la. Aos poucos, entre tantos dissabores e do fel da fria concretude da realidade, nós dois nos tocamos. A pele logo se ouriçou, aquele frio na espinha desceu até os calcanhares e nós nos olhamos. Notei que aquela não era a vida que há anos observava, chorei ao ver as marcas dos fulcros que as lágrimas deixavam por onde escorriam em seu rosto, a aspereza das mãos, os pés descalços, a boca seca, os cabelos desgrenhados... eram tantas as marcas que era difícil, ao primeiro encontro, apaixonar-se por tal criatura. Entretanto o brilho angustiado de seu olhar ainda era vivo e senti-me convidado a contemplar a visão que dali a vida tinha. As pessoas que eu acreditei enxergar, aos poucos se desvaneceram, feito fumaça, daquele ponto em que eu podia olhar, outras que nunca tinha visto, agora se mostravam em cada gesto, em cada jeito singular de se movimentar. Naquele instante, senti as lágrimas sulfúricas abrir caminhos por cada expressar deste rosto que nunca estivera cá. Olhei a minha volta e já não vi mais a vida. Percorri os espaços ao redor buscando, procurando saber onde estaria a vida, mas não voltei mais a enxergá-la. Hoje, caminhando entre meus achados e perdidos, vi que muito do que achei que fosse nunca estivera lá ou cá, vi que havia coisas de mais em todos os recantos que não deveriam estar. Vi pessoas durante o caminho que não eram as mesmas que imaginei que fossem estar lá. O susto foi grande, pensei: o que eu fiz com o resto de mim? Quando a vida se apresentou, pude perceber que as pessoas que imaginei, que um dia enxerguei não eram bem aquilo que avistei. A miopia é um mal que carregamos para não enxergar a vida.
"Nesta vida há um espaço de tempo para se perder, vou me sentir ganhando se perder meu tempo com você."
Bom Diaaaaaaaaa...
Obrigado Senhor
por nos acordar para a vida mais um dia...
Não há tempo feio que estrague o dia,
quando há sol se abrindo dentro da gente...
Namastê ❤️
Que seu dia seja Iluminado pela Luz Divina...
Sentir e saber tudo é estranho descrever o que se passa é complicado, há um tempo para cada momento, para tudo e muito tempo para nós.
Todos os dias reserve um tempo
exclusivamente para Você!
Aquele tempo onde a alma se abastece
de serenidade e recupera as energias
para continuar "domando" os leões da vida.
É importante ter, para si, espaços livres
para desfrutar na própria companhia
e fazer o que lhe dá prazer.
Cika Parolin
Tudo na vida tem um tempo para acontecer por isso não duvide dos planos de Deus... Que nada e nem ninguém aparece por acaso na nossa vida.... Para transformar e contribuir para algo magnífico... Nosso dever e deixar acontecer que tudo se esclarecerá um dia.......
Ó, tempo, por que passas tão depressa?
Um ano se passou,
Experiência acumulou,
Mais bela ficou,
Mais sábia se tornou.
Ó, tempo, fazes milagres as vezes.
Aprimora a alma,
Acumula amizades,
Enaltece alegrias,
E esquece as tristezas.
Ó, tempo, mais um ano se passou,
E outros passarão,
E o que posso desejar,
Nessa longa viva,
É muita felicidade,
E alegria.
O tempo e um sonho que simplesmente voa...
Numa noite vejo sonhos voando! De uma forma de mistério...
Que não custa sonhar! E agradecemos por sonhar e realizar...
Um mistério! Verdades contidas no sonho, um meio de comunicação entre almas.
Houve um tempo em que a lei era a do mais forte – fisicamente. Hoje, infelizmente, impera a lei do mais forte – monetariamente. Vamos aguardar vir o tempo da lei do mais forte – eticamente.
