So o Tempo pode Entender um grande Amor

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E o resto será fácil

Ana criticava os outros no passado por precisarem estar presos nas religiões, ele dizia que era preciso aprender adentrar águas profundas e desconhecidas e que os indivíduos morriam pelo grupo.
Joaquim dizia que a “bagagem” da vida é a sabedoria, que precisamos encostar o dedo no machucado do outro com firmeza.
Antônio falou que precisava preencher o vazio da alma, que não queria mais me satisfazer com coisas temporárias, que não é possível viver desconsiderando o outro, andava sentindo tudo triplicado, com intensidade e tristeza.
Caio está namorando a Miss Universo, enfrenta qualquer situação para ela e por ela, ambos se comportam de maneira tão nobre.
Amigas se desentendem ás vésperas do Natal, é apenas o fio da meada, estão decididos a romper para sempre sem a menor boa vontade do mundo uniremos uma amizade que se desvalorizou.
Raquel deseja algo que pertence aos outros, uma tarefa nada fácil.
Toda atenção foi desviada para o TER e não o SER, quando um casal se separa os amigos do casal escolhem com quem querem ficar.
Quando eu te vi e você me viu, sabíamos instantaneamente que estávamos destinados a ficar juntos, mesmo que ele não tivesse um lar ou uma família “normal”.
Nem sempre agimos de maneira nobre, mas pode haver outros lados, podemos descobrir pedras preciosas mesmo nas pessoas desonestas, desleais, rudes e egoístas.
Não sou mais tão jovem, já nem sempre faço o social, já percebi que a maioria de nós prefere colocar a culpa nos outros, mas eu garanto, não dê ouvidos aos que te põe para baixo, vá em frente e seja um terror de bondade para o mundo.
Com o tempo a gente sente menos com o que os outros acham, não se incomoda de ter um gênio difícil. A gente se resgata da própria existência, percebe que até mesmo os melhores cometem erros, aceita as transformações.
Vai nem ligo, diz ao Moisés, mente sem a menor cerimônia, fala em dinheiro o tempo todo, um perfeccionista e um bocadinho pedante, sente inveja, raiva, cobiça, luxúria e é manipulador.
É difícil ser gente grande, é difícil ficar indiferente, refazer as aparências ou ainda viver com sérios problemas pra resolver, é difícil casal pós separado se quererem por perto, por amor aos filhos, é difícil ser chamada de burra ou retardada, ou ainda ofender algo que é sagrado pro outro, vamos aprender a viver bem.

Inserida por Arcise

Solte-me! Deixe-me ir pois o mundo me espera.
Não ligue, esqueça e esteja distante
Você nunca se importou, nem se quer olhou
Pois você hoje não é quem era

Passe distante e olhe indiferente
Você, quem sabe eu, tenha tornado-se outro
Aliás, vivemos em mundos bem diferentes
Antes até que ligava, mas hoje eu ligo pouco

Agora tenho que ir, nem despeço-me
E para não ser notado, saio pela porta traseira
Prefiro de fato assim,
Menos pessoas sabendo que entrei.

Inserida por peveoliveira

E quando encontrar meus caminhos, devo renunciar a todos os outros.

Inserida por olivrodavidarenasce

Nenhum sistema é perfeitamente seguro

Inserida por nops673

E o dia de amanhã, quando virá? Amanhã? Nunca se sabe. Vivo o hoje como se fosse o único dia em que se pode viver. Já vivi tantas coisas assim, que quem vive o amanhã nunca viverá.

Inserida por peveoliveira

Nem tudo se guarda, algumas coisas são tão irrelevantes, que não merecem espaço em nosso hd

Inserida por nops673

Quando as luzes da cidades acendem, meu coração acende junto com elas. Me dá vontade de sair. Sou da noite, as coisas ficam mais bonitas e sem valor nessa parte do dia.

Inserida por peveoliveira

#Ae #Povão #Buenas

Inserida por derksabio

muitos me incetivam pelo meu sonho mas pelo menos tenho muita gente que me apoiam — se sentindo Felis.

Inserida por derksabio

#Caminhão tem que ser Fh 540 Xenonzera meu primeiro corre é pra oitava prarte do tocantins #DJWagner eo que liga migão

Inserida por derksabio

#Quando #Te #Vi #Pela #Primeira #Vez #Percebi #Que #Nunca #Tinha #Te #Visto #Antes ...

Inserida por derksabio

Tudo que é pouco quando é tudo, é muito.

Inserida por Osvaldo17Mateus

Religião? O moderno substituto da Crença

Inserida por EstudanteGeral

Olhe para a lua, hoje quando eu olhei pra lua eu lembrei de você pelo seu formato engraçado como você e por estar longe de mim, assim como você está, não só na distância mas o seu coração não bate quanto o meu que bate forte por você, te amo.

Inserida por robertapignonato

Hoje eu olho pra trás e vejo que tudo tomou o rumo que eu tracei, e eu lembro das vezes que eu tentei prever o que seria de mim no futuro e como não consegui ver se tudo estava tão fácil.
Eu sou o que eu trilhei desde o começo. E isso me conforta em saber que mais adiante eu serei o que eu estou traçando agora.

Inserida por robertapignonato

O homem pensa que é ele o mais forte, mas a força maior aqui é a mãe natureza que faz dele e de todo o planeta o que ela quiser. Muitas vezes considerada como má, mas ela não é porque ela apenas responde às ações do homem.

Inserida por robertapignonato

O bispo Bartolomé de las Casas, da Ordem de São Domingos, em seu livro "Brevíssimo relato da destruição das Índias", conta a história de Hatuey, chefe indígena que reuniu seu povo na ilha de Cuba, após fugir do atual Haiti. Hatuey e seu povo achavam que o deus dos espanhóis era ouro e jóias e por isso, no intuito de agradá-los, dançaram diante de uma cesta cheia destas riquezas. Ao perceber que as crueldades contra seu povo não terminavam, jogou tudo o que tinham num lago. Os espanhóis haviam chegado a Cuba em 1511, comandados por Diego Velasquez. Hatuey, que vivia fugindo, acabou sendo preso e condenado à morte na fogueira. No momento de sua execução, já amarrado ao poste para ser queimado, um padre franciscano aproximou-se para falar-lhe do Deus dos cristãos e da fé católica. Explicou-lhe o padre que se aceitasse a fé cristã iria para o céu, caso abjurasse iria para o inferno. O chefe indígena pensou e perguntou se os cristãos que ali estavam também iriam para o céu. Tendo o padre confirmado, Hatuey optou em ir para o inferno para que não viesse a estar em companhia de pessoas tão cruéis.

Inserida por juninhooricolli

É menos importante a vida da alma ou a vida do corpo ?

Inserida por IvaPaulinha

Portador

Não sei o ano
Hora e lugar muito menos.

Vida,
Encarava-a diferente:
Ela brilhava...
Estrelas, danças e festas.

Agora
Tudo desabou.
Flutuo nas nuvens: o desespero, às vezes,
Quer tomar conta.

Portador
Da doença do silêncio,
Dos preconceitos,
Da ignorância.

Sarcorma de Kaposi,
Ritinite e todos os “ites”
disponíveis causados por
esse vírus tão destruidor.

Vive-se a síndrome do pânico.
Pandemia,
Medo,
Solidão,
Os amigos se escondem,
a maioria rejeita

Doente de AIDS.
Quando a dor é muito forte,
Silencio e seguro-me no leito.

Andar, já não posso,
Sonhar, já não posso,
Sorrir, já não posso.
Viver?
Até quando?

Inserida por riclajg

O Caipirinha no céu
(Cumpadi Caipirinha)

Enquanto isso no céu...

De repente o Caipirinha se viu em um lugar lindo. Se espantou com tudo o que viu e já chegou reclamando.
- Ô de casa!... Ô de casa! Num teim ninguém modi recebê nois aqui não, sô! Iêu tô entranu... Num teim neim portêra... Ô de casa!
Com tanto barulho e reclamação chega um anjo, com cara de anjo, roupa de anjo e jeito de anjo. Era um anjo mesmo!
- Calma Caipirinha! Por que está tão nervoso meu amigo? Aqui é um lugar de paz e tranquilidade. Seja bem-vindo Caipirinha!
- Oia aqui sô! Num sô seu amigo! Tô cum sistema nervosu sim! E como ocê sabe meu nome? Que lugá é esse e como vim pará aqui?
O anjo, calmo como um anjo, tentou acalmar o matutinho.
- Calma! Não fique assim! Aqui você não precisa ficar nervoso, agitado, irritado. Aqui é paz e tranquilidade. É sua nova casa e é aqui que você vai viver agora.
- Como vô vivê agora?! Tava druminu na minha cama, inté sonhanu, e acordo aqui. Que lugá é esse seu moço? Quero vortá pra minha roça, pra minha tapera, o que tô fazênu aqui? Queim que manda, queim é o dono... Quero vortá... Quero vorta... Quero vortá... Quero falá cum dono!
- Daqui você não sai mais Caipirinha. Você veio para ficar para sempre.
- Como ansim, pra sempre? Num vô ficá aqui jeito e manêra!

O anjo então resolveu ser bem claro com o Caipirinha.
- Vem cá Caipirinha, olha aqui comigo uma coisa. Está vendo aquela nuvem ali, ela vai se abrir e você vai se ver... Olha lá!
A nuvem se abriu e mostrou, como uma tela de cinema o Caipirinha em casa, deitado em sua cama e cercado por amigos. Na janela um poleiro de pássaros tocando uma sinfonia triste. Do lado de fora o mugido e o muar de lamentação dos animais.
- Uái sô! Que tô fazêno deitado na minha cama cum minha ropa nova que comprei num viajante modi usá no domingo, na missa. E o pessoá todo em vorta diêu? Os passarinhu e os animá... E a Mariinha chorânu tantu se segurânu na minha mão... O que é isso moço?
- Caipirinha a sua missão na terra foi cumprida. Você hoje está no céu.
- Como?... Eu num pedi! Ninguém ...
- Caipirinha você morreu! - interrompeu o Anjo.

O compadre Caipirinha ficou branco e logo enrubesceu e virou bicho.
- Óia aqui seu anjo, ninguém se arresorve as coisa pru mim, num sabe?!.Num morri nada! Tô aqui vivinho falânu cum ocê. Eu quero vortá pra minha roça agora.
- Você morreu Caipirinha. Sua missão agora é aqui, no céu.
- Morri nada, de jeito argum! Como ocês se arresorve trazê iêu pra cá seim me avisá? Quero vortá, seu anjo! Ta na hora das coieita, ocê num sabe como é a dificulidadi aprepará a terra, semeá, moiá, ficá torcênu pra chuva chegá e dispois coiê... E queim vai cuidá das minhas coisa, tirá leite da mimosa, da rosinha, da maiada e da cherosa? Queim vai cuidá das criação e dos animá.
- Alguém vai cuidar. Não se preocupe - disse o anjo.
- E queim vai cuidá da Mariinha? Ocê tá mangando diêu, se ademorei tanto pra agarrá aquele treim, ocê num sabe comu pelejei, como assuei e como foi a dificulidade pra pegá aquela potranca brava, que me deu tanto trabaio modi aprumá e amansá aquela cabrocha, assuei inté e agora ocê tá dizênu que num tenho mais nada... Queim vai cuidá do Joquinha, num vô dexá a sinhá Mariquinha sozinha cuidanu do mininu! Ocê tá ficânu é abilolado das idéia home!? Eu quero vortá e vô vortá de quarqué jeito.
O anjo, olhando aquela cena, ao ponto de rir...
- Ta quase se escancaranu modi ri das disgraça dusotro é seu anjo! Chama o dono, o casêro, o capataiz, o seu chefe... Chama todo mundo que eu quero vortá! De quarqué jeito eu vorto e num fico aqui jeito argum!
-Não tem como voltar Caipirinha!
-Se eu vim pará aqui, teim o caminho de vorta. E aquele moço lá, de barba e cabelo branquinho. É o Papai Noé disfantasiado?

O Anjo ficou um pouco constrangido...
- Não. Aquele moço ali é o São Pedro. É ele que tem a chave daqui.
- Uái gente num é que é mêmu. Comu é que vô ficá seim as festa junina, São Pedro, São João de sortá balão, Santo Antônho, casamentêro. Fiquei esperâno o ano intêro podi consegui se casá mais a Mariinha e agora ocês vem aqui e... Vô lá falá cum ele!
- Licença São Pedro? Bão?... Bão tameim!... Iscuta aqui ocê... Que história é essa de me trazê pra cá seim me convidá. Num chegô ninhum convite lá na roça. O Zé dos correio faiz tempo que num dá as cara ee neim telegrama chegô! Eu quero vortá... E agorinha!

São Pedro com toda a tranquilidade e paz tenta convencer o Caipirinha.
- Como voltar meu filho. Você já cumpriu sua missão. Você estava chateado com as pessoas que criticavam sua poesia dizendo que sua maneira de falar e escrever deseducavam as crianças.
- Intão ocê intendeu isso São Pedro?
- Foi!... Então eu resolvi trazer você para o céu, pois você andava muito triste.
- Uái, sô! Mais iêu tive cuns pensamentu mió. Ocê sabe aquea lorinha, que tinha dois treinzinho marrado nos canto da cabeça e às veiz inté no coco, que insinava prus baxim as linguage do xis, ninguém se cramô dela. Óia que inté ela veiz inquanu dava uns cocoroti nos baxim.
- Sei sim! - disse São Pedro.
- Intão! E agora as modernidade do tar do orkut e da interneti, que os pessoá iscrevi tudo miudinho, parece que teim priguiça e coloca apilidu nas palavra que nun dá pra intendê. Iêu nun intendo nada... E ninguém tameim crama deles.
Eu sei Caipirinha! – Continuou São Pedro
- Intão! Iêu onti, antis de drumi, tava pensanu ansim como disse. Me arrependi de ficá triste e querê morrê de tristeza. Ocê num viu não??? Num viu que iêu se arrependi??? Ocê drumiu antes diêu né sô?
- Olha Caipirinha... - tentou dizer São Pedro...
- Intão! Drumi feliz e de repente se acordo nesse lugá bunito que só, céu azurzim, tudo arrumadim, cheio das fulô perfumosa, dos passarinhu cantadô, os bichu tudo juntim, montigenti sorrinu e feliz. Aqui num tem chuva, frio, seca... num teim não?
- Não Caipirinha! – Disse São Pedro - Aqui só tem paz, harmonia e tranquilidade para as pessoas viverem felizes. Aqui é como Deus criou. Não é como lá em baixo, onde as pessoas estão destruindo tudo.
- Uài São Pedro. Se Deus é o criadô de tudo, incrusive de nois, modiquê num insinô nois a num istragá as coisa. A num brigá cunsotro cumpadri, a nun distruí as coisa que teim na terra?
- Mas Deus ensinou. Ele disse amai-vos uns aos outros e a si mesmo. Mas as pessoas não entenderam o que quer dizer isso. Deus também deu a cada um dos seres humanos o livre arbítrio. Vocês têm o poder de decidir o que fazer, qual passo dar e como viver. Mas infelizmente vocês não entendem também o que significa isso. Vocês destroem tudo. Se matam. Brigam por causa de um arranhãozinho no carro, por um par de tênis, por coisas tão banais que a própria vida já está banalizada. Mas Deus espera que isso mude.
- São Pedro o que qué dizê banal e banalizada é tipo banana e doce de banana?
- Não Caipirinha. Quer dizer qualquer coisa, coisa à toa, sem valor entendeu?
- Intendi! É mesmo num é!? Os pessoá tão nem um pouco se atolerânu e tudo se acaba nas briga e nas confusão. E como mudá as coisa sô?
-É muito fácil, Compadre Caipirinha, é só abrir o coração e deixar o amor entrar. Amor por vocês mesmos. Amor pelo próximo. Amor pela natureza. Amor pelos animais. Amor por tudo. Deus não perde a esperança.

- Intão neim iêu. Eu quero vortá agora. Num pedi modi morrê e num vô ficá aqui jeito e manêra, São Pedro! Oia... Se eu tivesse cum meu facão aqui, viu seu Pedro, iêu incostava no seu gogó e mermu o sinhô tão bunito e santu iêu ia forçá ocê a se adervovê iêu pra terra.
- Viu Caipirinha – Disse São Pedro - Como as pessoas estão assim... violentas... Você, um matutinho dos bons também tem suas horas de intolerância não é?
- Se adescurpe intão. Prometu num mais sê ansim. Mais pru favô santo, iêu tenho a precisão de vortá, os pessoá tá tudo pedinu modi iêu vortá e continuá a iscreve puisia e contá meus causos, sentá pra uma prosa... Num é justo iêu morrê agora. Iêu já tinha inté se arrependido de pedi pra modi morrê. Se arrependi... Ocê é que drumiu antes di iêu e nun iscutô minhas oração de arrependimento. Ocê São Pedro tenha pena de mim sô. Me adevorve pro meu pessoá. Faiz fazê vortá o tempo. Num sei comu, se avire, mais iêu aqui num fico sô. Num fô ficá feliz. Lá sô mais feliz do que ficano aqui no céu, pru favô São... Ocê num pode sê tão marvado...

São Pedro, já cansado da ladainha do Caipirinha...
- Olha aqui... "Ô treim difícil, sô"...
- Uái, Ocê é bão no caipirêis né são Pedro? – Disse o Caipirinha com ar de gozação.
- Olha aqui seu Caipirinha que parece um boi daqueles bem bravos. Vou te devolver para a terra. Mas é só dessa vez. Fique atento pois da próxima vez te trago pra cá e não tem volta. Pode ir. Conversa com o anjo que ele sabe o que fazer...
O Caipirinha pulou sobre o santo e o abraçou forte e até encheu o rosto dele de beijos e saiu correndo até o anjo, feliz da vida...
- Num disse que vortava... Num disse que ia falá cum home pra modi me fazé vortá... intão...

O anjo, sorrindo, disse ao Caipirinha
- Também pudera... A barafunda que você fez aqui nem São Pedro aguentou. Vai Caipirinha, volta pra sua roça e continua a fazer poesia. Mas não se esqueça do que o santo lhe falou sobre ter mais amor no coração. Senta ali naquele lugar tranquilo, recoste sob aquela árvore e descanse... durma...
- Intão tá. Inté, intão seu Anjo!

E o Caipirinha dormiu... Sonhou... e voltou a fazer poesia.
http://www.planetaliteratura.com/index.php?view=detalhesartigo&codigo=66152

Inserida por anaferreira