So o Tempo pode Entender um grande Amor
”Sobre ela e eu”
Inútil seja meu paladar vazio
Hoje pensei ter certeza de tudo
Perguntas, cavavam o próprio abismo
Beiravam a ira de um absurdo
Acena com calma, respira
Fecha o olho, ainda é dia
Não me respondo como antes
Meus dedos frios são poesias quente
Já nem entendo meus sujeitos mortos
Agarro um álcool e um inconsequente
Um sonho lúcido e um precipício
Salto de peito e espero meu guia
Sorrindo com frio na barriga, caía
Armado ao amargo fato, dizia
O sorriso é uma falha no caminho
A vida, consciência de uma faixa
O choro é a verdade de um sorriso
E a morte, é um gato numa caixa
”O paradoxo dos olhos abertos”
Sobre vida, interceda o mar que me deu
Ainda há quem diga que o vendaval sou eu?
Prepotente perante a todos
Impotente a mim mesmo
Escondo, odeio, exalto e amo
De minha verdade ser um quarto sozinho
E outras 3 perdidas por aí
Simplesmente complexo
No paradoxo dos olhos abertos
Um conto de fadas que termina em tragédia
Também é tragédia que termina em conto de fadas
"Os escritores constroem
Castelos no ar,
Os leitores moram
Lá dentro
E os editores
Cobram o aluguel."
***
Eles o chamam de amaldiçoado.
Seu passado, o mantém crucificado com rancor
E para sua angústia, ele não pôde encontrar descanso
Nem paz
Não mais
E apenas a lua acalma sua alma.
— Onde estou? — perguntou Sophie ao crânio de pé na bancada. — Não
espero que me responda isso, meu amigo — acrescentou, apressada, lembrando-
se de que esta era a casa de um mago, e fez meia-volta para dar uma olhada na
sala.
- Eu levaria anos para chegar onde quero ir sem eles.
- Chegar onde?
- Lá em cima. O mais alto que eu posso.
- Até o céu, certo?
- Até o céu.
Sophie não se sentiu melhor ao
descobrir que ele, afinal, não havia ido a Gales, e lhe dirigiu seu olhar mais feroz.
— Deus piedoso! — exclamou Howl. — Acho que este me transformou
em pedra! Qual é o problema?
É tudo sobre a minha mãe. Vocês caçaram a minha mãe, com cachorros, na neve... Pois é. Mas, hoje é dia de perdoar, não é?
É de mim que eu tenho medo. As vezes questiono a racionalidade das minhas ações. Tenho medo de voltar para o meu passado, para a escuridão solitária, e sentir que estou em casa.
Não me jure falsos amores,não me prenda e nem me largue, você é a loucura eu sou o louco, me viva e me mate
Pra cada momento de tristeza, uma dose de misericórdia, para que a nossa alegria seja abundante mesmo que seja na dor.
O conselheiro Henrique Silva.
Sábio é o homem que, sob pressão, opta por usar a força do argumento no lugar do argumento da força.
