So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir

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O único fracasso irreversível é permitir que o medo do passado sequestre o seu futuro. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

Às vezes, o maior recomeço não é mudar o rumo, é aquietar o coração e se permitir ser cuidado.

⁠Se permitir transformar todos os dias em uma pessoa melhor que foi ontem!
Metamorfosear-se!

Libertar-se é permitir que a alma respire sem amarras, deixando para trás o peso das expectativas e abraçando a leveza da verdadeira autenticidade.

A vida é sobre se permitir.
Permitir sentir o que deseja,
sem ficar se limitando.
Gritar quando for necessário,
parar de controlar tudo.
Viver intensamente os nossos sentimentos,
ser 8 ou 80.
Não ter medo da opinião alheia,
apenas saber que você fez o seu melhor.
A vida não é sobre controle, mas, sim resistência.


Tempestade

Podemos ate sentir frio, mas jamais poderemos permitir que o nosso coração congele e fique empedrado. Temos que sempre pedir a Deus que nos coloque um coração novo e de carne. O Senhor está perto dos que tem o coração quebrantado e salva os de espírito abatido. Elias Torres

“O pensar começa ao permitir-se encontrar o ponto inicial, e daí parte em busca do existir.”

O que é força?
É chorar sem vergonha,
É permitir que as lágrimas fluam,
Sem esconder a vulnerabilidade.

É cair sem mentir,
Reconhecer a dor da queda,
E levantar-se com a verdade.

É pedir sem orgulho,
Estender a mão,
Aceitar que precisamos uns dos outros.

A força não é uma máscara,
Que usamos para esconder o que sentimos;
É a coragem de tirá-la,
Quando o peso se torna insuportável.

É saber que ser forte é também ser humano,
E que, na fragilidade, reside a verdadeira potência.
É abraçar a autenticidade,
E encontrar beleza na honestidade do ser.

Força é ser sincero consigo mesmo,
E ter a bravura de viver cada emoção,
Como um passo em direção à liberdade,
Onde o coração, por fim, pode se aquietar.
Giovana Barbosa

Ser homem é também permitir que a mulher siga a vida dela.

Antes de permitir que a saudade invada, lembre-se dos motivos que te fizeram dizer adeus

Quando começamos a nos esconder dos outros, é sinal de que temos receio de nos permitir a alegria da convivência. Trata-se, em essência, de uma enfermidade. É necessário compreender por que insistimos em não nos curar da solidão.

Há algo de impreciso no começo das coisas
como se o mundo hesitasse
antes de permitir que existam


foi assim quando ela falou
e não era o que dizia
era o modo como o tempo cedia
se organizando ao redor da sua voz
como se, por instantes, viver fosse apenas escutar


segurei sua mão
com o cuidado inútil de quem testa o real
como se o toque bastasse
contra todas as dúvidas


não bastava
mas houve um intervalo
em que isso deixou de importar


o abraço dela não me acolheu
me suspendeu
como se o corpo, enfim, esquecesse
a necessidade de se defender


e então o balanço


subíamos
não o suficiente para escapar
mas o bastante para esquecer o peso
o chão permanecia — paciente
como tudo que é inevitável


o céu, distante
como tudo que chama


entre um e outro
havia um erro breve no mundo
onde nada exigia conclusão


ríamos
com uma leve irresponsabilidade
como se a queda fosse improvável
e não certa


penso nela
e o pensamento não repousa
me desloca


como o balanço
que não pertence ao alto nem ao baixo
mas a esse entre
onde tudo se sustenta por um instante
e nada promete ficar


há um medo quase silencioso
de ser apenas isso
o intervalo


enquanto o outro
talvez espere algo mais firme
mais inteiro
mais digno de permanecer


ainda assim
há esse impulso
de voltar ao ar


não por coragem
mas por uma espécie de esquecimento
do chão


e, por um instante,
olhar para cima
parece suficiente

Permitir que os conteúdos negativos do nosso inconsciente flutuem nas águas do nosso consciente, faz o mar agitado da nossa existência entrar em profunda calmaria, abrindo espaço para a reflexão e tomada de decisão.
F. Meirinho

"A resiliência não é sobre não quebrar; é sobre permitir que alguém veja os pedaços e decida ficar para ajudar a montá-los de novo."
(Odilon Carlos)

Talvez a verdadeira morte consista em transitar por aqui sem permitir que essa essência peculiar de conhecimento, inerente a cada ser, vibre para o futuro entendimento de nós no outro.

Lutar por inclusão é querer equidade, representatividade, acessibilidade e se permitir entender que está tudo bem ser diferente.

Viver do que restou é, sobretudo, não permitir a dureza do passado.

Nada pode ferir-me, se eu não permitir. ⁠

Existe uma linha silenciosa entre sentir e se perder. Entre ouvir o mundo e permitir que ele te defina.
Durante muito tempo, você pode até acreditar que ser afetada é apenas sensibilidade — e, de fato, é. Mas há um ponto em que o que vem de fora deixa de tocar e começa a ocupar. E quando uma crítica tem o poder de te desmontar, ou um elogio te leva a um lugar que nem você sustenta sozinha, algo dentro de você já não te pertence por inteiro.
É sutil. Quase imperceptível. Mas perigoso.
Porque, aos poucos, você começa a se moldar pelo olhar alheio, a medir o próprio valor pela reação dos outros, a se reconhecer mais no reflexo do que na essência. E então, sem perceber, entrega a própria mente nas mãos de quem nem sempre entende o peso das palavras que carrega.
Sentir é humano, mas se perder não pode ser rotina. Nem toda crítica é verdade, nem todo elogio é medida. O que vem de fora pode atravessar, mas não pode permanecer sem que você permita.
Existe uma força silenciosa em se pertencer. Em saber quem você é, mesmo quando o mundo te aplaude ou te questiona. Em não se inflar com o reconhecimento, nem se despedaçar com a rejeição.
Porque, no fim, liberdade é isso: não se tornar refém de vozes passageiras. É voltar para si, todas as vezes, e ainda assim, permanecer inteira.

"Se amar é permitir viver suas emoções sem necessidade que outras pessoas entendam."