So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir
amor não e pra qualquer um e para todos
e as canções flores e discussões
sempre sobram espinhos....
O que é felicidade ?
Hoje me encontro um tanto pensativo sobre o que é ser feliz.
A definição da palavra diz ser um estado de espirito onde a pessoa se encontra em paz , contentamento .Ora , só me encontro em paz quando estou sozinho , isolado .Mas certamente nao me considero num estado de contentamento. Talvez eu esteja pensando demais .Mas será que sou feliz? Sera que ja fui feliz ?
Ele tem medo de quem ele ama se afastar...
Sente que essa pessoa se afasta aos poucos;
Pode ser a paranoia de um homem apaixonado;
Ou só o medo de um garoto ferido pelo passado;
Só sei que essa ansiedade o mata aos poucos;
Mas no fim ele espera que sempre seja só ansiedade...
Vivo através dos reflexos,
o não palpável se torna um
mero detalhe quando o assunto
é fantasiar. Para te encontrar,
basta imaginar.
Eu não sou o que escrevo,
sou o que imagino através
da escrita.
Apenas um contador de
histórias que distorce a
realidade a sua vontade.
Um poeta? Um canalha?
Só sei que carrego junto a
mim um universo idealizado,
que por fim torna-se um
sonho realizado.
No mundo da fantasia o limite
é só mais uma ilusão para quem
tem medo de imaginar.
Cá estou eu, ascendo o
quarto cigarro consecutivo
e anseio pelas palavras
certas escrever, como se
isso fosse me fazer esquecer.
Não penso mais tanto naquilo
quanto antigamente, mas,
ainda é como aquele livro
na minha cabeceira que nunca
termino de ler, parece me olhar
com um tom de julgamento e
eu escolho ignorar e
deixar para outra hora.
Nesse momento a fumaça
preenche meu pulmão, bato
o cigarro no cinzeiro e lembro
de quando era teu meu coração.
Cadê o isqueiro? Não quero
me entorpecer de uma mera ilusão.
Talvez eu tenha passado por lá, na inocente vontade de querer te encontrar. Mesmo sabendo que já não está mais lá, mesmo sabendo que isso pode machucar.
Ver a recepção me faz pensar: será que essa não pode ser a minha nova memória favorita? Ao invés de só lamentar, sobrepujar uma memória na outra. Sorrir ao pensar em como subia as escadas do prédio só para ver teu olhar brilhar.
Talvez eu nunca mais suba aquelas escadas de novo e seja só algo em que vou me lembrar daqui a alguns anos.
Mesmo assim, é bom lembrar.
Talvez eu devesse procurar outras escadas, fazer novas memórias.
Talvez um dia eu esbarre em você em alguma escada da vida, alguma rua logo após sair do bar, igual a essa aqui.
Mais histórias para contar.
A noite cai e então vejo os fantasmas que moram no escuro, os que guardam as memórias, os que tiram meu sono e me deixam acordado.
Acendo um cigarro e penso em cada detalhe, conversas inteiras como se ainda estivesse acontecendo aqui, nesse exato momento, nesse ínfimo espaço de tempo onde tudo parece fazer sentido de novo.
Sobre o que vou falar?
Não tenho nenhuma inspiração.
Após centenas de versos dedicados a ti, parece que escrevo em vão.
Procurei em tantos outros olhares algo que me lembre o teu,
algum que me fizesse imaginar se quer uma possível paixão.
Sobre o que vou falar? Não tenho nenhuma inspiração.
Amores antigos? Não...
E quando sinto transbordar, acendo mais um cigarro.
Transformo em fumaça toda angústia, jogo as cinzas ao vento, no tempo.
Um dia a gente há de se encontrar.
Quanto tempo faz? Talvez isso nem importe mais.
Hoje, como ontem e anteontem, me pego com um cigarro na mão a pensar, pode parecer que não, mas, fumar é só uma das maneiras que encontrei de suspirar. Vícios.
É difícil esquecer quando os momentos bons foram com você, tenho em mim toda a saudade que esse amor merece ter.
Talvez um dia isso tudo faça sentido, ainda não entendi o porquê de não ter
sido você.
Por que você? Por que essa saudade? Não a vejo, mas se fecho os olhos, consigo ver como tudo deveria ser.
É difícil escrever sobre o vazio, afinal, não tem muita coisa lá.
Um vão no peito ou na mente? Não acho que seja físico, eu o sinto de outro jeito.
Talvez eu devesse escrever sobre outra coisa, ou talvez eu nem devesse escrever.
“Talvez” Gosto da palavra, a certeza da incerteza.
Ela vem acompanhada com um encosto, solidão emaranhada entre suas 6 letras. Desta não sou muito fã, eu me deparo com ela toda manhã.
Ela afunda meus pensamentos em um mar agitado, me fazer cair no esquecimento, esquecido até pelo tempo.
Vi o sol nascer tantas vezes que me acostumei,
meus olhos só se fecham às seis.
Mas enquanto as estrelas brilham no céu, eu penso no efêmero, um som alto que ecoa no vazio. Quando tudo ficou tão sombrio?
Um café, um som e um cigarro. Tudo amontoado.
Lembranças de um amor e vontade daquela voz, nem que seja por mais um único instante.
Acendo mais um em vão só para não perder a razão, e a cada tragada, eu me mato mais um pouco.
Bom, não sei bem se é o cigarro, talvez seja essa solidão.
Não importa, se o pulmão não parar primeiro que seja meu coração.
Com o cigarro no canto da boca eu já não tenho muito o que dizer, só pensar até amanhecer.
Resolvi acender aquele charuto guardado.
A queima lenta, a fumaça densa me faz pensar no êxtase que o tabaco traz, experienciar um momento de paz.
Perco-me em alguns pensamentos, acontecimentos que nem se quer importam mais, mas que permanecem vivos e reais.
O vento levou a fumaça, o tempo levou você e no final? Só me resta a lembrança do doce sabor do tabaco e o calor do teu abraço.
Malditos sejam os saudosistas que caminham por memórias em pedaços, que cativam momentos mortos.
Trazendo de volta com eles, o aroma de dias mais felizes.
Em teus olhos azuis velejei como no mar, sem me preocupar.
Deixei me dominar pela calmaria do seu olhar.
Afundei no azul profundo, lá eu não sabia nadar.
Filósofos dizem que para algo existir de verdade, basta pensar.
Isso mantém vivo o que insiste em ficar. Me pego a refletir sobre grandes nomes da história – Einstein, Tesla, e tantos outros que governaram tempos distantes. Embora tenham partido há milênios, suas marcas no mundo ainda são constantes.
É o que faço agora, escrevendo esta carta, esta poesia. Chame como quiser, mas é assim que mantenho viva a memória de algo que não deveria ter acabado tão cedo. Escrevo para que, de alguma forma, eu nunca me esqueça de você. Mesmo quando eu já não estiver mais aqui, que estas palavras fiquem, gravadas, enquanto alguém, em algum canto do mundo, possa acessá-las.
Escrevo para além da vida, para além do meu tempo, o amor que permanece em meu peito. Dedico essas palavras a você, escrevo para que o esquecimento não me alcance, para que, acima de tudo, eu sinta você um pouco mais perto de mim.
Que seja feita essa vontade, cravo aqui, embora egoico, o que sinto por ti.
Cometi o erro de abraçar fantasmas,
aquele tipo de abraço que sufoca a alma.
Pedi perdão ao tempo, por nunca o ter deixado partir,
por prendê-lo demais, assim como prendo a fumaça do cigarro em meu pulmão, êxtase.
Vivi em um labirinto de memórias, onde cada curva me levava ao mesmo ponto: o que poderia ter sido? Corredores vazios, sussurros do passado.
Se soubesse antes o que sei agora, teria feito do amanhã o meu refúgio, a certeza da incerteza, cada novo dia uma forma diferente de ver as coisas, sem pressão, sem arrependimentos.
Mas aqui estou, um pouco mais cansado, um pouco mais sábio, e percebo, enfim, que o passado é um livro já lido, e o futuro, ah, o futuro é a página em branco onde eu posso finalmente escrever minha história.
Soltar a fumaça presa no pulmão, me libertar dessa ilusão.
Um dia alguém me disse que entrelaçado ao amor existe a dor. Imaginei que se o amor é tão grandioso então essa tal dor também assim seria. Por tanto decidi que não queria amar. Mas quem disse que podemos escolher? de repente ele chegou, me trouxe sensações que jamais pensei existir. Um vazio que eu nem sabia que sentia foi preenchido. Já não queria mais viver sem esse amor. E foram tantas alegrias, tantas conquistas, descobertas, uma infinidade de coisas boas. Até esqueci daquela dor. Mas não é que ela chegou. Como alguém que conseguiu construir comigo uma vida de cores, brilho e encanto conseguiu me jogar na escuridão? Não acreditei. Não seria possível que eu estava sentindo tanta dor. Pensei que não suportaria. Não sei se já superei, mas aprendi algumas lições: O amor próprio deve estar em primeiro lugar; o risco da dor existe, pois o ser humano é imperfeito; por mais que a dor venha acompanhada de mágoa, raiva e tristeza, nunca devemos esquecer de tudo o que amor nos proporciona, por fim, não me arrependi do amor que vivi. Como disse Vinicius de Morais "Que seja infinito enquanto dure".
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