So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir

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⁠Simplesmente por ser Você, serás evitado e odiado por Todos que são iguais a todos os outros.

⁠Você sempre será exigente demais aos olhos dos que se empenham de menos.

Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.


Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.


No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.


Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.


Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…


Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.


Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.


É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.


Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…


Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…


Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.


E, depois disso, não há retorno.


Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.


Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.

Se está ruim para você, imagina para o Galão que nem água para o banho pega mais.

⁠Se este for o Abraço Derradeiro, lembra-te dele com a certeza de que Sempre Amei estar com você.

⁠E se você não estiver nesse futuro pelo qual tanto se cobra e, em nome dele, se impede de viver o agora?


Talvez o amanhã tenha se tornado um credor impiedoso, cobrando juros altos demais sobre uma vida que só pode ser paga no presente.


Promete-se sentido depois, descanso depois, felicidade depois — e, enquanto isso, o hoje vai sendo adiado, silenciado, desperdiçado…


Vivemos como se a existência fosse um rascunho, um ensaio para um tempo que talvez nunca chegue.


Ora, negligenciamos tanto o percurso que alcançamos nossos objetivos, mas perdemos a empolgação por fragilizar-nos demais.


E quase sempre guardamos abraços, adiamos risos, engavetamos sonhos, tudo para honrar um futuro que não garante presença nem permanência.


Mas se — ao final — descobrirmos que ele nunca nos incluiu nos seus planos?


O agora não é um obstáculo a ser superado, mas o único território onde a vida de fato acontece.


Negá-lo é trocar o certo pelo hipotético, o palpável pela promessa.


Não se trata de abandonar o amanhã, de deixar de sonhar, mas de lembrar que nenhum futuro vale o preço de um presente não vivido.


Talvez a verdadeira imprudência não seja viver intensamente o hoje, mas hipotecar a própria vida em nome de um amanhã que pode jamais nos chamar pelo nome.


O melhor dia para viver é hoje, às vezes o amanhã tem a estranha mania de ser tarde demais.

⁠Não há Passeios que se comparem aos que você faz nas Lembranças daqueles que não Precisam de você para nada.


Porque é ali, nesse território silencioso da memória, que a presença deixa de ser obrigação e passa a ser a mais charmosa escolha.


Quando alguém não precisa de você — não depende, não exige, não cobra — e ainda assim guarda você em suas lembranças, é sinal de que sua existência atravessou algo mais profundo do que a utilidade.


No mundo apressado das relações funcionais, muitos só se lembram de quem pode lhes oferecer algo: companhia, ajuda, vantagem, distração…


Mas nas lembranças de quem já não precisa de nada disso, permanecem apenas aqueles que tocaram a alma de alguma forma.


Ali não há barganha, apenas significado.


Ser lembrado por quem poderia simplesmente seguir sem você é uma das formas mais discretas de eternidade que alguém pode alcançar.


É quando sua presença deixa de ser circunstância e se transforma em marca.


Talvez por isso esses “passeios” sejam tão raros e tão valiosos.


Porque nas lembranças sinceras não entramos pela porta da necessidade, mas pela janela da humanidade que fomos capazes de oferecer.


E, no fim das contas, é nesse lugar — onde não éramos necessários, mas ainda assim fomos importantes — que descobrimos o mais Puro e Verdadeiro tamanho daquilo que fomos na vida de alguém.⁠

NÃO CRIE SEUS FILHOS PARA PRECISAREM DE VOCÊ PARA SEMPRE


“Passei muitos anos querendo proteger meu filho de tudo que pudesse feri-lo. Até entender que meu verdadeiro dever não era impedir suas quedas, mas amá-lo de um jeito que, quando eu não estivesse mais aqui, ele ainda encontrasse forças para se levantar.”


— Goreth, personagem de Ender: Genesis Protocol


Obra: Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

⁠Se este for o Abraço Derradeiro, lembra-te dele com a certeza de que Sempre Amei estar com você.


Há uma estranha e rica beleza naquilo que não permanece.


Talvez porque a finitude da vida seja a moldura invisível que dá valor a tudo o que vivemos.


Se os encontros fossem eternos, talvez não soubéssemos reconhecê-los; se os dias não terminassem, talvez nunca aprendêssemos a contemplar a beleza da luz que os atravessa.


A vida nos ensina, muitas vezes sem pedir licença, que nada pode ser segurado para sempre.


Pessoas, momentos, lugares, versões de nós mesmos — tudo segue seu curso.


E, embora a despedida carregue um peso muito difícil de suportar, ela também revela a profundidade do que foi vivido.


Sofremos porque amamos.


Sentimos falta porque houve presença.


Choramos porque existiu significado.


A finitude não é apenas o fim; é também a razão pela qual cada gesto importa.


Um abraço demorado, uma conversa simples, um silêncio compartilhado, um olhar que diz mais do que quaisquer palavras.


São essas pequenas e singelas eternidades, escondidas dentro do próprio tempo, que permanecem quando tudo o mais parece partir.


Talvez o grande desafio não seja vencer a impermanência, mas aprender a caminhar com ela.


Aceitar que a beleza das coisas está justamente em sua fragilidade, em sua finitude.


Que o amor não se mede pela duração, mas pela intensidade com que transforma quem o vive.


Que algumas presenças continuam habitando a nossa existência mesmo depois de partirem.


E, quando chegar o momento em que não houver mais nada a acrescentar, que reste ao menos a serenidade de saber que a vida foi compartilhada com — e em — verdade.


Porque, no fim, não levamos absolutamente nada do que juntamos ou acumulamos, mas os afetos que construímos e tudo o que espalhamos.


Não permanecem os bens, os títulos ou as certezas; permanecem as marcas deixadas nos corações que tocamos.


Por isso, repito, se este for realmente o abraço derradeiro, que ele não seja lembrado como um adeus, mas como a celebração silenciosa de tudo o que vivemos.


Que nele estejam contidas as risadas, as lágrimas, o medo e a fraqueza, a força e a coragem, os recomeços e os sonhos…


E que sua memória repita, para além da linha do tempo, aquilo que talvez seja a mais humana e necessária das verdades:
Valeu a pena, porque houve amor!


A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


Sintam-se carinhosamente abraçados!

⁠Todos
os dias que você Desistiu de Desistir
— também —
foram dias vencidos.


Nem toda Vitória faz barulho.


Algumas não recebem aplausos, medalhas ou reconhecimento.


Há dias em que vencer significa apenas levantar da cama, respirar fundo e continuar, mesmo quando tudo dentro da gente pede para parar.


Todos os dias em que você Desistiu de Desistir também foram dias vencidos.


Foram dias em que a esperança falou mais alto do que o desânimo, em que a coragem não apareceu como ausência de medo, mas como a decisão de seguir apesar dele.


A vida nem sempre é feita de grandes conquistas.


Muitas vezes, ela é construída nas pequenas e silenciosas escolhas: continuar tentando, recomeçar depois de um fracasso, acreditar mais uma vez quando as circunstâncias dizem o contrário.


Não subestime essas vitórias “invisíveis”.


Elas fortalecem o caráter, amadurecem a fé, ampliam a resiliência e preparam você para os dias em que os frutos finalmente aparecerão.


Se hoje você apenas conseguiu não desistir, celebre.


Você venceu uma batalha que poucos enxergam, mas que pode ser a mais importante de todas.


Porque, às vezes, o maior triunfo não é chegar ao destino.


É decidir, mais uma vez, continuar caminhando.


Força e Fé!

⁠Apesar das Agruras que oportunizou o Nosso Encontro,
foi muito bom
prosear com você.


Há encontros que não nascem da alegria, mas da necessidade.


A vida, por vezes, nos apresenta uns aos outros justamente quando o chão parece menos firme, quando as certezas vacilam e as circunstâncias nos obrigam a dividir silêncios, esperanças e até inquietações.


É muito curioso perceber que as dificuldades, embora nunca sejam bem-vindas, também carregam a estranha mania de poder aproximar pessoas que talvez jamais cruzassem nossos caminhos.


E, quando isso acontece, descobrimos que uma boa conversa pode aliviar pesos que nem imaginávamos estar carregando.


Prosear é muito mais do que trocar palavras…


É repartir experiências, acolher perspectivas, reconhecer no outro até um pouco de nós mesmos.


Uma conversa sincera não resolve todos os problemas, mas quase sempre nos devolve algo precioso: a sensação de que não caminhamos sozinhos.


Que as agruras sejam passageiras.


Que os aprendizados permaneçam.


E que, quando a tempestade passar, fique a lembrança de que, mesmo em tempos difíceis, a vida ainda é capaz de nos presentear com encontros maravilhosos e conversas que aquecem até a nossa alma.


Gratidão pela boa prosa!?!


Que ela seja uma daquelas lembranças que sobrevivem às dificuldades e continuam fazendo sentido muito depois de elas terem ido embora.


Apesar das Agruras da vida, amei estar com você!

Não sinto falta de você, sinto falta dos episódios de skins.

Eu não ligo mais pra você, eu não ligo mais pros seus sonhos, que se foda seus planos. Daqui a vinte anos te espero no mesmo lugar não se esqueça !

Você sabe o que é Filatelia?
Por: Klara Wingler

O termo Filatelia é formado das palavras gregas phílos (amigo, amador) e atelês (franco, livre de qualquer encargo ou imposto), o executor dessa arte e ciência, é chamado de filatelista. Pessoa dedicada ao estudo e prática de colecionar selos postais.

O primeiro selo postal surgiu na Inglaterra, em 1840, identificando o pagamento da taxa de serviços postais e foi nomeado de “ Penny Black “ pelo Sir Rowland Hill membro do parlamento do Reino Unido, que sugeriu a coroa britância a criação de uma taxa a ser paga adiantadamente para portear uma correspondência . Em alguns países da Europa, a Filatelia chega a ser matéria obrigatória no currículo de escolas.

A coleção de selos antigamente era muito comum e já chegou a ser o passatempo mais popular do mundo. Na Chinha são mais de 40 milhões de adeptos tendo 30 milhões de colecionadores, nos EUA são quase 2 milhões e movimentava aproximadamente U$ 16 bilhões de doláres por ano.
Os selos tem como principais conceitos para os colecionadores:
- Bloco Comemorativo:
Conjunto de um ou mais selos, emitidos para marcar um acontecimento especial, impressos em pequena folha, que pode ser usado no todo ou em parte do porteamento da correspondência.
- Selo comemorativo:
Emissão temática para registrar fatos, datas, eventos de destaque e homenagear personalidades, em âmbito nacional e internacional.
- Selo especial:
Emissão temática que não está relacionada à comemorações ou eventos específicos, voltada à demanda filatélica nacional e internacional.
- Selo ordinário:
De tiragem ilimitada e prazo de circulação indefinido.
- Cartela temática:
Produzida em papel cartonado, ilustrada com motivos que reúnem emissões específicas, relacionadas a temas de grande apelo para colecionadores ou compradores eventuais. Podem ser personalizadas com marcas de empresas ou outras instituições que desejem transformar o produto em brinde.
- Coleção anual de selos:
Conjunto de todos os selos emitidos anualmente, organizado em álbum com capa ilustrada tendo como motivos alusivos às emissões do ano de referência e assim contendo breve texto sobre as mesmas.
Possui grande aceitação no exterior, sendo oferecida preferencialmente a clientes que realizam negócios fora do país.

Os selos são ilustrados com temas artísticos e culturais, alusivos a temas específicos, razão pela qual se tornam peças de colecionamento muito procuradas e de alto valor agregado. A atividade continua sendo exercida. Nos Estados Unidos, juntar quatro selos com a imagem do avião Jenny pode render ao colecionador quase US$ 3 milhões de dolares. O uso da internet facilitou a troca e venda para os colecionadores que possuem grupos e criam postos de trocas.

No Brasil.
O primeiro selo brasileiro foi criado em 1° de agosto de 1843, nomeado “Olho de Boi” fazendo parte de uma série de três valores: 30 réis, com tiragem de 856.617 exemplares; 60 réis, com tiragem de 1.335.865 exemplares e 90 réis, com apenas 341.125 exemplares.
Sendo o segundo país do mundo a emitir selos postais, com o passar do tempo foram criados os selos “Inclinados” (1844), “Olhos-de-cabra” (1850) e os “Olhos-de-gato” (1854).
Os primeiros selos comemorativos foram emitidos em 1900, homenageando o 4º Centenário do Descobrimento do Brasil, mas somente em 1906 foram feitas emissões comemorativas com repercussão no exterior, estando no 3º Congresso Pan-Americano.
“ Em 1969, artistas plásticos e desenhistas promissores foram contratados para melhorar a qualidade das nossas emissões comemorativas e a Casa da Moeda foi reequipada para garantir uma impressão compatível com o novo padrão, dentre as providências que foram adotadas para incrementar a Filatelia.” - Blog Correios

O dia 5 de março é dedicado aos Filatelistas Brasileiros.

Você pode tentar correr, se esquivar, se esconder e interpretar. Fazer seu jogo, sua dança e seu alvoroço.
Você pode subir em árvores, montanhas e voar com as aves. Gosta de brincar com fogo, com o desespero o sorriso de bobo, mas no fundo,
sinto teu choro.
Você faz de propósito, sem dó ou remorso. Implica, mas nega. Quer apostar corrida, brincar de pega-pega.
Quer acelerar a vida, tomar na rédea e fingir que não quer te controle, mas nesse jogo, meu amor.
Não há perdedores, apenas predadores.

O que se passa aí dentro?
O que houve que o deixou tão confuso sobre você mesmo?

Você tem seu universo particular, sua forma de agir, pensar.
Só não esqueça que dentro de cada um também há vida, momentos, cortes e feridas.

O calor que no teu corpo habita, em meu corpo fez breve moradia, e já não mais corresponde com tua saída vazia.
Seu toque, sua pele, seu beijo, se perderam em meio ao gracejo que a vida nos aprontou, como também por sorte e pouco tempo nos transbordou.

Mas a vida é assim, água que não deve ser desperdiçada, areia pisada, doce e marmelada, choro e ventania, água de coco e maresia, verso, prosa e poesia.

Quando você entender que a sua vida espiritual reflete a física, começará a cuidar da espiritual também.

O bom de ganhar dinheiro é que, se você não tiver o bolso na sola do pé, você faz um estrago danado e consegue fazer muita gente feliz.

Um dia você aprende...

Que seus dias bons também se cruzarão com os dias ruins de alguém...
E é ali que o mundo te conhecerá de verdade.

⁠O beija-flor ele sempre está a procura da flor mais bonita e perfumada do campo. Mas você acredita que ele também cheira flores que estão quase morrendo? E sabe porque?
Sim, porque mesmo que ele encontre a mais perfeita e cheirosa flor do jardim, mesmo assim ele ainda dá atenção para aquelas flores que todo mundo já desistiu de tentar encontrar o seu verdadeiro perfume; mas ele não se importa, ele só quer cuidar e dar amor para a flor mesmo ela estando murchada.