So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir
O problema no mundo está dentro do mundo de cada um de nós;
O mundo só muda para melhor quando mudamos o mundo de dentro de cada um de nós para melhor.
A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.
No mundo, ninguém está só. Estamos todos no mesmo planeta.
Quando se sentir só, olhe para sua sombra, e ela te dirá que a única pessoa que te abandona é você mesmo, pois até ela está com você.
O poder só vai acabar quando os pobres pararem de trabalhar para os ricos e começarem a trabalhar para si.
Quando alguém me define de qualquer forma, eu aceito e concordo.
As definições dizem mais sobre quem as faz do que sobre quem eu sou. Ao aceitar sem resistência, desarmo conflitos e sigo em paz, enquanto cada um lida com suas próprias interpretações.
O silêncio não é constrangedor; só é constrangedor quando a sua sintonia não vibra na mesma frequência que o outro.
O mal é inútil, só que às vezes até o inútil é útil para aprendermos que não precisamos, que não é útil.
Só existem dois lados políticos: o lado do povo e o lado do poder;
O resto é estratégia do poder para dividir o povo em vários lados, para o poder continuar.
Fingir ser algo para agradar pessoas só vai fazer essas pessoas gostar do seu fingimento e não de você.
Só para deixar claro e evitar expectativas ou ilusões:
O que eu falo é o que considero óbvio, é uma reflexão do que sinto no momento, algo que faz sentido para mim, que tem profundidade e sentimento, com base em experiências que vivi, percepções que tive e tenho. Porém, é apenas o que eu externalizo, são desabafos. Quem quiser tirar proveito disso, que tire, mas para mim, é apenas um alívio de algo que carrego dentro.
Agora, o que eu sou, minha personalidade, meu verdadeiro eu, é algo diferente. Não sou santo, mas também não sou cruel. Sou o que sou, sou aquilo que estou sendo no momento. Não sou uma única coisa para sempre, não me limito a ser apenas uma coisa, pois estou em constante mudança. Só quem realmente me conhece sabe disso.
Amor não está só em um sentimento egoísta chamado "amor próprio", voltado para o próprio umbigo. Isso é o ego gritando!
Amor está no que vive diariamente, no padeiro que deu bom dia, nas plantas que plantou pela cidade, nas pessoas que ajudou de coração, no abraço na mãe, nos parentes, nos amigos, nos desconhecidos, o carinho com os animais, nos afetos com quem mais precisa, nas palavras positivas, na tranquilidade diante das ofensas, no compartilhamento de alimentos, de experiências, de histórias com seus semelhantes, na natureza, no ar, na vida...
Hoje em dia, as pessoas amam o "amor", mas não amam as pessoas.
Só existem três caminhos para eliminar todas as angústias e problemas da sua vida. Mas qualquer um que você escolher, precisa ser seguido até o fim. O fim desses caminhos é o paraíso, ou seja, a sua cura.
1 – Mudar de vida.
2 – Afetos.
3 – Aceitar tudo.
Escolha um e vá até o final. Mas lembre-se: não é fácil. Nenhum desses caminhos permite que você pare no meio, porque o meio do caminho ainda é escuro. A luz só existe no fim. E mesmo quando chegar lá, precisará continuar caminhando, porque se parar, tudo volta a escurecer.
Ou seja:
Se escolher mudar de vida, terá que mudar tudo que te incomoda. Mudar pensamentos, mudar de pessoas, mudar de lugares, mudar de ambiente, mudar percepções, mudar comportamentos, mudar ideias, mudar atitudes, mudar rotinas, mudar valores, mudar a forma de viver. Ir mudando, e mudando, até o final da sua vida.
Se escolher afetos, terá que viver totalmente para o afeto. Buscar conexões, presenças, atenções, carinho, cuidado, solidariedade, confiança. Cercar-se de pessoas que te fazem bem, que combinam com você. Ter um amor, amizades verdadeiras, conviver com animais, dedicar-se à vida ao seu redor de coração e alma.
Se escolher aceitar tudo, terá que aceitar quem você é. Aceitar a vida como ela é. Aceitar as pessoas como elas são. Aceitar a existência, aceitar o universo, aceitar o amor dentro de si. Aceitar os problemas, aceitar o bem e o mal, aceitar tudo.
E se um dia você escolher viver os três caminhos ao mesmo tempo, certamente encontrará o sentido da sua vida.
As pessoas, geralmente, só não fazem o "mal" pelo medo das consequências — seja a consequência que acreditam ter após a morte ou a consequência que recebem em vida mesmo. Já outras pessoas são naturalmente boas por natureza, não fazem o mal, mesmo se houvesse a oportunidade. Então, é sempre bom rever o próprio caráter, a própria personalidade, as próprias intenções, o próprio ser, e desenvolver em si mesmo aquilo que você de fato é ou quer ser, mas não por medo de consequências, e sim por vontade, por coração, por si mesmo.
Tem pessoas que só fazem o "bem" por interesse — interesse de ser "privilegiado", de "receber", de "ganhar", de "conseguir" dos outros. E isso não é, interpretamente falando, uma pessoa "essencialmente boa", entre aspas, quando só se faz com esse objetivo, e sim uma "pessoa interesseira", fingindo ser boa ou mostrando ser interesseira mesmo. Ou seja, não desenvolveu naturalmente o sentimento puro, leve, doce, amoroso de ser. Não percebeu que, pra isso, não precisa da expectativa de receber algo em troca ou temer as consequências se não fizer, e que basta, essencialmente, seguir o próprio sentimento, deixar fluir naturalmente as intenções, enxergar os próprios comportamentos, respeitar a própria vibração pessoal sobre qualquer situação, parar de se controlar e apenas ser, indiferente dos atos. Pois a essência de si mesmo é fluxo, natural, espontâneo, se desenvolve assim, e não se controlando pra não ser.
Por exemplo, tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas têm a intenção de ajudar a levantar porque têm como objetivo ter algo em troca depois...
Tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas a intenção era apenas ajudar a levantar, pois não têm como objetivo algo em troca...
Então, existe uma diferença entre uma pessoa "boa" e uma pessoa "interesseira", que só faz o "bem" por interesse.
A "boa" tem como intenção o ato do momento, e mesmo que receba algo em troca, a intenção era o ato, não a expectativa em receber.
A "interesseira" tem como intenção receber algo depois do ato, e se ela não recebe em troca, cobra, pressiona, joga na cara, abandona, larga, chantageia, diz que não fizeram por ela.
Não que eu esteja julgando ou definindo o que é "bom" ou o que é "ruim", o que é "interesseiro" ou o que "não é". Até porque, pessoas mudam. Às vezes, estão em um dia bom, às vezes, em um dia ruim. Não é uma regra, é uma análise do momento. Às vezes, a pessoa fez de coração agora e, daqui a cinco minutos, por interesse, no qual irá cobrar em seguida. Novamente repito: não é uma regra, é uma análise do momento. Apenas uma interpretação rasa de uma situação hipotética pra você discernir a diferença de quando alguém é e quando finge ser pra dizer que é. Pra você discernir a diferença de quando alguém fez por interesse e quando fez por vontade própria, por coração.
Às vezes, somos ruins; às vezes, bons; às vezes, interesseiros; às vezes, não. Porém, é bom ter o olhar aprimorado nas situações desses momentos, saber quem finge, saber quem é. Pois, quando nosso olhar é turvo, embaçado, cego, a gente acaba olhando apenas quem não era pra olhar, apenas porque a "aparência", as "miragens" vistas dos nossos olhares cegos aparentavam ser verdadeiras, boas de coração. E nisso, nos iludimos com quem não deveríamos, por ser fingimento, falso, e deixamos de ver quem era pra enxergar: os verdadeiros de bom coração.
E quem olha é o próprio sentimento, não a impressão dos olhos.
Pois os olhos têm o interesse de olhar o que aparenta ser.
O sentimento sente o que de fato é.
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