So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir
Para você que se diz cristão, mas vai pular o carnaval, lembre-se de levar a máscara que você usa na Igreja.
Sobre o Dízimo
- Primeiro, é importante você saber que foi com o imperador Constantino que o dízimo voltou a ser exigido novamente; isso a partir do 3° Século. Antes de Constantino, o dízimo não era praticado por Jesus, os Apóstolos e nem a igreja primitiva. Os motivos da volta da cobrança do dízimo foram por causa da institucionalização do Cristianismo por Constantino, que gerou uma máquina monstruosa de templos, sacerdotes e funcionários, assim, o estado precisava arrecadar fundos para manter essa máquina gigantesca.
- Segundo, antes da Lei, o dízimo era uma ação voluntária e expressão de agradecimento, reconhecimento e honra a Deus. Abraão deu o dízimo de forma voluntária, ninguém lhe obrigou (Gênesis 14:20). Melquisedeque não pediu e nem cobrou, muito menos inventou que se Abraão não desse, um espírito devorador iria devorar as finanças dele.
- Terceiro, na lei, o dízimo foi institucionalizado e passou a ser de carácter obrigatório, não pelo dinheiro ou bem em si, mas pelo propósito do mesmo.
Ele servia para os mantimentos do templo (MALAQUIAS 3:10) e para as necessidades e mantimentos dos levitas, que não haviam recebido terras e serviam exclusivamente no templo.(Números 18:21 e 24). Assim, quando o povo parava de devolver o dízimo (o que gerava falta de mantimento no templo e de recursos para a subsistência dos levitas e suas famílias), Deus os punia com pestes. As pestes de insetos, principalmente gafanhotos (Joel 1:4), devoravam as plantações e as outras formas de pestes matavam os animais. Isso levava o povo a um estado de fome, necessidades e aflições (pois as duas maiores fontes económicas eram afetadas), que fazia o povo lembrar o mal que causavam aos levitas (ao não ajudar com o dízimo) e consequentemente, se arrepender e voltar a ser fiel a Lei e Deus. Por isso é que em Malaquias 3:10 Deus promete repreender o devorador (gafanhotos, pestes, pragas) caso o povo voltasse a ser fiel. Ou seja, ele impediria as pestes de gafanhotos de destruírem as plantações e assim, arruinarem uma das bases da economia. Aqui, não tem espírito algum envolvido. Em suma, o sacerdócio Levítico é a causa, ou uma das causas primárias da institucionalização e obrigatoriedade do dízimo. E não estando mais ele em vigor e tendo desaparecido, suas exigências não ratificadas no novo pacto ou aliança deixam de vigorar.
- Quarto, com o advento da Graça, não estando mais nós debaixo do sacerdócio levítico (que era temporário e sombra do vindouro), mas debaixo do sacerdócio de Cristo, que é eterno, superior e da ordem de Melquisedeque (Hebreus 7, Hebreus 5:10, etc.), o dízimo voltou no seu lugar de antes, como uma contribuição voluntária (oferta na nova aliança) e espontânea, livre de coerção ou imposição. Assim, é uma tremenda mentira afirmar que se alguém não devolver o dízimo um "espírito devorador" vai acabar com a vida financeira de tal. O devorador na Bíblia é literalmente um gafanhoto, não um espírito (Joel 1:4).
Dito tudo isto, entenda que, o dízimo é bíblico, mas não é evangélico; ou seja, não faz parte da Nova Aliança. E essas ameaças de maldição para quem não dizima mensalmente são invenções dos mercenários e malandros da fé para roubarem seu dinheiro suado.
Pense nisso e cuidado com os empresários da fé!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A Igreja mais indicada para você frequentar não é a mais próxima da sua casa, mas, a mais próxima da Sã Doutrina.
Você trabalha pelo dinheiro porque o ama; e eles trabalham para buscar e servir a Deus porque o amam.
Richard Baxter
Pastor Anglicano
Caminhe com mulheres que se sentam aos pés de Jesus. As conversas são diferentes. Você sai se sentindo inspirada e não inferior, porque são mulheres que sabem que a corrida é para Deus e não uma competição entre si.
Ser Cristão é mais do que apenas uma conversão instantânea, é um processo diário pelo qual você cresce para ser cada vez mais semelhante a Cristo.
Arminianismo Brasil
Algumas pessoas vão conhecer Jesus através das batalhas que você lutou, por isso, não esconda suas cicatrizes.
Não permaneça em lugares onde quem está acima de você sabe menos que você. Normalmente esses lugares são opressivos para você, pois os que sabem menos do que você vão te enxergar como uma ameaça; e eles terão prazer em feri-lo.
Se Deus livrou Jonas do grande peixe, Daniel da cova dos leões, e Lázaro do túmulo, você também poderá sair dos seus problemas, mas para isso você tem que manter a fé em Deus.
Explicando a tal
livre-agência calvinista:
Você é livre para fazer o que não poderia fazer diferente! Nada poderia ser mais contradizente do que isso!
“Se você tem livre-arbítrio, porque não o usa para não pecar?” Eu queria saber de onde essa gente tira essa babaquice que o livre-arbítrio é o padrão para o homem não pecar. A liberdade consiste justamente na possibilidade de fazer escolhas, mesmo que essas escolhas sejam guiadas por influências externas e internas. Ora, se Adão era livre, então porque sofreu influências externas (Satanás) e internas (ser como Deus) vindo a pecar? O foco não está na decisão propriamente dita, mas na capacidade de decidir, mesmo com influências externas e internas para o mal e também para o bem.
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