So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce
Eu não preciso de alguém que não precise de mim. Eu não preciso de um amor falso. Eu preciso viver e, sem você.
Minha grande esperança é rir tanto quanto eu choro; fazer o meu trabalho e tentar amar alguém e ter a coragem de aceitar o amor de volta.
Adoro quem pensa como eu, mas amo quem me faz pensar de um jeito que eu não tinha imaginado.
Adoro quem me faz sonhar, mas amo quem me faz viver.
Adoro quem me inspira a escrita, mas amo quem me deixa sem palavras.
Adoro quem me entende, mas amo quem fica ao meu lado mesmo sem me entender.
Adoro quem tem paciência para me ouvir, mas amo quem me escuta quando eu não falo.
Adoro quem faz o que eu quero, mas amo quem faz o que eu nem sabia que queria até ser feito.
Se viver significa ter que me vergar perante escumalha como vocês, eu prefiro morrer de pé com a minha cabeça erguida.
Queria eu, poder retribuir com a mesma intensidade e doçura, queria eu poder olhar-me no espelho e não deparar-me com a tristeza estampada de forma tão latente.
Sou movido por duas filosofias principais, sei mais sobre o mundo hoje do que eu sabia ontem. E diminuir o sofrimento dos outros. Você ficaria surpreso quão longe que você recebe.
Mas quem era eu de fato? Sou obrigado a repetir: eu era aquele que tinha muitas caras.
Durante as reuniões, era sério, entusiasta e convicto; desenvolto e brincalhão em companhia dos colegas; elaboradamente cínico e sofisticado com Marqueta; e, quando estava só (quando pensava em Marqueta), era humilde e encabulado como um colegial.
Essa última cara seria a verdadeira?
Não. Todas eram verdadeiras: eu não tinha, a exemplo dos hipócritas, uma cara autêntica e outras falsas. Tinha muitas caras porque era moço e porque não sabia eu mesmo quem era e quem queria ser.
Eu gosto do coração na boca, do friozinho na barriga, de gargalhar com corpo, do silêncio de um olhar,do pôr do sol, das mágicas que há nos encontros, do enlace das mãos e a troca das frases perdidas...
Eu me Perdoo (Ana Jácomo)
No meu coração, eu me perdoo pelas bobagens desastrosas que fiz. Pelas escolhas equivocadas das quais eu me arrependo à beça. Por ter ferido lindezas, sem querer. Por ter deixado ir embora gente querida que adorei ter conhecido.
No meu coração, eu me perdoo pelas vezes em que dei tanto poder ao outro e esqueci o meu. Por deixar roubarem, sem compaixão, os meus lápis de cor preferidos. Por chamar de amor o que contraria a essência dele. A cara dele. A luz que ele tem.
No meu coração, eu me perdoo por não ter dito o que certamente hoje eu diria. Por não ter tido sensibilidade para compreender preciosidades que me foram ditas sem palavras. Por me faltar em instantes em que precisei tanto de mim. Por, às vezes, faltar ao outro quando ele mais precisava.
No meu coração, eu me perdoo por demorar tanto a descobrir o que mais me importava. Por em tantos momentos dar prioridade ao que não merecia. Pelas vezes em que agi de modo tão contraditório às minhas próprias crenças.
Pelos momentos em que permiti que fizessem bagunça com o que era tão precioso.
Foi por medo. Ingenuidade. Ignorância. Confusão. Lá, era tudo que eu sabia. Lá, era tudo que eu podia.
Aprendiz, eu me abençoo, no meu coração.
- Ana Jácomo -
Sim eu me aproximo
cada vez mais de meu ascendente
enquando faço pazes com meu sol
Reconheço meus heróis
aqueles que vieram antes
e os que virão mais tarde
Recorto suas descobertas
mas pelo sim pelo não
ainda guardo em meu bolso
a nota de cinco dólares
que me ofereceu o nômade
que cantava no deserto.
2509/5000
Há alguma confusão sobre o que a magia realmente é. Eu acho que isso pode ser esclarecido se você olhar as primeiras descrições de magia. Magia em sua forma mais antiga é muitas vezes referida como "a arte". Eu acredito que isso seja completamente literal. Eu acredito que magia é arte e que arte, seja escrita, música, escultura ou qualquer outra forma é literalmente mágica. A arte é, como a magia, a ciência da manipulação de símbolos, palavras ou imagens para alcançar mudanças na consciência. A própria linguagem sobre magia parece estar falando tanto sobre escrita ou arte quanto sobre eventos sobrenaturais. Um grimório, por exemplo, o livro de feitiços é simplesmente uma maneira elegante de dizer gramática. De fato, lançar um feitiço é simplesmente soletrar, manipular palavras, mudar a consciência das pessoas. E acredito que é por isso que um artista ou escritor é a coisa mais próxima do mundo contemporâneo que você provavelmente verá para um xamã.
Eu acredito que toda cultura deve ter surgido do culto. Originalmente, todas as torneiras de nossa cultura, seja nas artes ou nas ciências, eram da província do xamã. O fato de que, nos tempos atuais, esse poder mágico degenerou para o nível de entretenimento e manipulação baratos, é, eu acho uma tragédia. No momento, as pessoas que estão usando xamanismo e magia para moldar nossa cultura são anunciantes. Em vez de tentar acordar as pessoas, o xamanismo é usado como um ópio para tranquilizar as pessoas, para tornar as pessoas mais manipuláveis. Sua caixa mágica de televisão, e por suas palavras mágicas, seus jingles podem fazer com que todos no país pensem as mesmas palavras e tenham os mesmos pensamentos banais, todos exatamente no mesmo momento.
Em toda a magia há um componente lingüístico incrivelmente grande ... Escritores e pessoas que tinham domínio das palavras eram respeitados e temidos como pessoas que manipulavam a magia. Nos últimos tempos, acho que artistas e escritores se deixaram vender no rio. Eles aceitaram a crença predominante de que arte e escrita são meras formas de entretenimento. Eles não são vistos como forças transformadoras que podem mudar um ser humano; isso pode mudar uma sociedade. Eles são vistos como entretenimento simples; coisas com as quais podemos preencher 20 minutos, meia hora, enquanto esperamos para morrer. Não é tarefa do artista dar ao público o que o público quer. Se o público soubesse o que eles precisavam, eles não seriam o público. Eles seriam os artistas. É o trabalho dos artistas para dar ao público o que eles precisam ".
Deus, dai-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu posso e sabedoria para que eu saiba a diferença: vivendo um dia a cada vez, aproveitando um momento de cada vez; aceitando as dificuldades como um caminho para a paz.
Por favor, amor
Não brigue comigo
Quando eu bagunçar
os teus cabelos
Seu descabelamento
não me assusta
não me espanta
nem me desencanta
Na verdade, te despenteio de propósito, confesso.
Te despentear é uma das formas que encontrei de te dizer que eu te amo de qualquer beleza.
Um adjetivo sobre minha personalidade: Extremista.
Sou mesmo. Não nego! Eu não sei ficar sorrindo amarelo por aí. Vou sorrir se essa for a minha vontade, e não adianta fazer cócegas: acredite, se a coisa estiver ruim, ela vai piorar.
Sou sincera, e se você me perguntar se está bonito, e não estiver, não espere que eu minta. Então, se não quer a minha opinião, não pergunte! É simples, poxa.
Eu sou assim: Uma bola de sorvete não me satisfaz, não gosto de emprestar livros dos outros porque, na verdade, quero ter os meus, e nunca consegui entrar em uma loja e comprar só aquilo que eu estava precisando. Meus banhos são quentes ou gelados. Nunca mornos. E meus relacionamentos são assim também. Eu quero tudo, quero do meu jeito, quero sempre mais. Nada de miséria!
Portanto, para se aproximar de mim, já aviso: Venha inteiro. Completo. Transbordando. Não faça muitas perguntas. Não tente me mudar. E não me faça cócegas, me faça feliz.
Me desculpa, mas de alguma forma eu achei que precisava te dar uma explicação, eu fui embora da sua vida e você já deve ter percebido (espero que sim). Escrevi para te dizer que o amor que um dia eu senti, fez as malas, pegou uma carona até a estação e entrou no primeiro ônibus que viu pela frente, sem sequer ler o destino. O amor foi embora, eu meio que mandei ele ir, a gente brigava sempre e a convivência já não estava fácil, mas não posso mentir que me doeu, eu até sai na porta, o vi pegar uma carona e desaparecer no horizonte. É isso. O amor acabou. No dia em que ele foi embora, eu acordei mais cedo, troquei as cortinas e os tapetes, pra disfarçar todo o estrago que ele tinha feito, coloquei uma musica calma para tocar, comecei a ler um ou dois livros, adotei um cachorrinho abandonado, voltei a ver desenhos e tomar sorvete. No dia em que ele foi embora, nem doeu tanto, a vida não estava fácil junto dele, eu cantava mais sozinho que cantor solo uma musica pra dois, as brigas eram inevitáveis, a gente sempre quebrava muita coisa e num dia desses eu acabei por me quebrar também, mais ele se foi e agora canto sozinho e sem plateia, em cacos espalhados pelo chão do quarto. No dia em que ele foi embora, agradeci a Deus pela paz, alguns minutos depois culpei o senhor por tanta solidão, era ruim com ele e é pior sem ele agora, decidi guardar as fotos numa caixa em cima do guarda-roupa e quis me guardar junto delas naquela caixa para ver se voltava naquele tempo, o amor foi embora e levou tudo o que tinha, levou parte de mim também. Sempre sobra comida, com ele aprendi a cozinhar pra dois e agora sobra arroz, feijão, beijos, abraços e lagrimas. No dia em que ele foi embora, fiquei sem saber o que fazer, o tempo não passava ou quem sabe o dia dobrou de tempo, e mesmo sabendo toda a dor que ele causava eu o quis de volta, os socos na boca do estomago e os nós na garganta e os cortes na alma nem doíam tanto, dói mais essa solidão que ficou depois que ele foi embora, a TV perdeu a imagem e o som, a agenda de contatos estava cheia de nomes e vazia de corações amigos, a internet caiu e ar ficou emperrado no mínimo ou talvez fosse toda a minha frieza se manifestando. No dia em que ele foi embora, eu aprendi a dor de desejar que não fosse mais do que um pesadelo, pobrezinho, amarrou uma trouxinha nas costas e seguiu sem olhar pra trás, talvez quisesse evitar meus olhos cheios de água que pediam perdão, minha boca num sorriso forçado que por dentro era ilusão, minhas pernas bambas que me impediam de dar um passo sequer para mudar alguma coisa, o amor não olhou pra trás, ainda bem, ele tinha o dom de me ver por dentro e naquele momento eu era ruína, poesia sem rima, canção sem som, eu era fim e ele era a continuação, a minha reticencias que foi embora e me deixou em ponto final. No dia em que ele foi embora, todo o tesouro do mundo seria dado em troca para que ele voltasse, mais eu não tenho muito, só umas moedas no bolso e muito vazio no coração, o mais triste de tudo talvez seja isso, o amor foi embora e não deixou lembranças. Alguém, não me lembro quem, disse que o viu embarcar em um ônibus diferente, daqueles que não levam gente e não tem destino final. Se um dia você o ver, perambulando por ai, me faça um favor. Diga que o quero de volta, porque o amor foi embora mais eu ainda o amo muito.
Eu não falo de coisas, senhor. Falo do sentido das coisas. Sento-me aqui e sinto que estou vivo.
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