So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce

Cerca de 636271 frases e pensamentos: So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce

⁠A desigualdade é fruto da liberdade. Individuais iguais não são livres e individuais livres não são iguais

Inserida por xALVESFELIPE

⁠As mídias sociais passaram a ser um grande comércio de reconhecimento.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Nós somos tão livres que podemos acreditar que somos escravos.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠⁠O ser humano criou "a razão" para se defender, mas acabou virando escravo dela.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A vida fica mais bela quando escolhemos florir em vez de ferir.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A estrada nunca é firme, a firmeza está no caminhante.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Quer ser amado por todos? Seja medíocre.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠⁠Um erro conhecido causa menos dor do que o desafio de algo novo. O hábito se fixa na região pré-frontal do cérebro e subsiste mesmo na ausência de memória.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Nos ensinaram que os extrovertidos são mais maduros e equilibrados. Não é verdade, muitos são sociáveis porque não suportam ficar sozinhos.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Não romantize o que não é para ser romance, nem toda lagarta vira borboleta.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A expectativa é o primeiro passo para a decepção.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Não há tirania pior do que aquela cuja desculpa é o bem do oprimido.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A vida é um vazio constante
Sem sentido, sem rumo, sem chance
Nada importa, tudo é inútil
Não há esperança, apenas tormento fútil

Os sonhos são apenas ilusões
E as realizações, meras confusões
O amor é uma fraude passageira
E a felicidade, uma mentira esperançosa e vã

Não há verdade, apenas percepção
E a morte é a única libertação
Então por que lutar, por que tentar
Se tudo se resume ao mesmo, ao pesar

E assim eu me perco nesta escuridão
Sem rumo, sem fé, sem coração
Vagando nesta vida sem sentido
Em busca de algo que jamais encontrarei, um fim ao vazio.

Inserida por xALVESFELIPE

A vida é uma viagem sem sentido,
Um caminho que nos leva ao nada.
Nossos esforços são em vão,
E tudo que fazemos é passageiro.

Não há propósito na existência,
Apenas a dor e a solidão.
Não há verdade ou justiça,
E toda a luta é inútil.

Nossos sonhos e ambições,
Desaparecem com o tempo.
Tudo o que resta é a tristeza,
E a esperança de tempos melhores.

Mas mesmo assim, nós seguimos,
Como marionetes controlados pelo destino.
Caminhando sem rumo,
Em busca de algo que nunca encontraremos.

Assim é a vida, cruel e vazia,
Um labirinto sem fim.
Mas não há escapatória,
E nós somos presos aqui para sempre. Ou será que não somos?

Inserida por xALVESFELIPE

⁠⁠Falar e escrever seriam inúteis? Efêmero falar, que nada exprime. Embalo-me na angústia da comunicação. Palavras são como cascas que se desfazem, nada mais que vãos rastros da emoção. Prisioneiras do sentido, as palavras se perdem no mar da insuficiência, a trama da linguagem é sempre tecida em ilusões, aprisiona a verdade em suas limitações.
A boca que se abre, a caneta que desliza, são meros instrumentos de uma busca indecisa, entre o dizer e o calar. O silêncio, em sua vastidão indomável, transcende a palavra e o ego. Não se prende a conceitos, não se aprisiona, é a pausa significante, a verdade que sussurra além do verso e do grito.
Encontro a liberdade de ser, de simplesmente ser, no silêncio, no vácuo, na ausência do dizer. Apenas existir, além do verbo, é o meu querer.
Escrever é apenas um exorcismo das ideias que perpetuam aqui dentro. O papel, meu confessionário mudo, testemunha fria, onde vou destilando mágoas, desvendando traumas. As letras que emergem são pedaços da minha solidão, uma ponte entre o caos e o desejo de renascer, e, ao revelá-la, sinto-me mais perto do amor. Encontro-me em cada verso, escrever é libertar-me também, é o alimento da alma em turbulência.
Contudo, és tu, ó silêncio, a língua que mais compreendo, no vazio de tuas pausas, meu ser se estende. Palavras são fumaça, que se dissipam no ar, enquanto o silêncio, no âmago, faz-se morar.
Ah, inútil é falar, inútil é escrever, quando a verdade se oculta no não dizer. A eloquência dos gestos, a dança do olhar, a palavra que se cala, é o que há de mais raro habitar.
Nas sombras do silêncio, encontro meu personagem. Em cada pausa, um mundo vasto se revela, onde o ser e o nada se fundem.
No abismo das reflexões, o pensamento vagueia, sutilmente capturado pelo desespero. Entre a razão e o caos, a alma se incendeia.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Porque, quanto mais tenho delinqüido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida e já cobrada
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na sacra história,
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, pastor divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
A JESUS CRISTO NOSSO SENHOR, GREGÓRIO DE MATOS

Inserida por laurenmatta

Dai à obra de Marta um pouco de Maria,
Dai um beijo de sol ao descuidado arbusto;
Vereis neste florir o tronco erecto e adusto,
E mais gosto achareis naquela e mais valia.
A doce mãe não perde o seu papel augusto,
Nem o lar conjugal a perfeita harmonia.
Viverão dous aonde um até ‘qui vivia,
E o trabalho haverá menos difícil custo.
Urge a vida encarar sem a mole apatia,
Ó mulher! Urge pôr no gracioso busto,
Sob o tépido seio, um coração robusto.
Nem erma escuridão, nem mal-aceso dia.
Basta um jorro de sol ao descuidado arbusto,
Basta à obra de Marta um Pouco de Maria.

Machado de Assis
Machado de Assis: obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2021.
Inserida por laurenmatta

⁠⁠Solidários, seremos união. Separados uns dos outros, seremos pontos de vista.

Inserida por ericfbarros

⁠Nunca voltarei.
Nunca voltarei porque nunca se volta.
O lugar a que se volta é sempre outro.

Álvaro de Campos
Pessoa, Fernando. Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática. 1944.

Nota: Trecho do poema "Là-bas, Je Ne Sais Où...", de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa.

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Inserida por ericfbarros

Quem Tem Razão, Não Precisa Dar ExplicaÇão.

Inserida por JRabellodeCarvalho