Só Consigo Pensar em você
A Teologia da Prosperidade só funciona na vida do pastor. Na vida do fiel, funciona a Teologia da Miserabilidade.
Com o uso de práticas integrativas e humanizadas, podemos criar um ambiente que não só pratique o cuidado, mas transforme a maneira de cuidar!
Respeito...
Eu só vou te dizer uma coisa. Só pra eu nunca mais me importar com esse tipo de atitude.
Se um dia, um dia, você me perder, você vai estar perdendo uma mulher que realmente te amou de verdade, uma mulher cuida de você, uma mulher que te respeita acima de tudo e uma mulher que te valoriza e se dedica em casa e no relacionamento.
Respeito não se cobra, respeito se tem. Eu não posso mudar você, eu posso escolher o que não vai me afetar.
Eu não estou aqui pra vigiar ninguém, nem pra ensinar o básico. Eu estou aqui pra viver uma relação de verdade, com reciprocidade e transparência. A final estou lhe conhecendo realmente agora.
Não vem me dizer que eu sou o culpado.
Eu não tenho culpa alguma.
Só nasci, e agora aqui estou.
Então por favor.
Só me deixe viver.
Deus está na Luz e nas trevas exteriores(Literais), mas Ele só está na Luz(conhecimento/gnose) e está ausente nas Trevas interiores(ignorância/sombras/agnose).
Apega-te à tua verdade, não à que o mundo impõe, mas àquela que pulsa no silêncio quando estás só. Essa verdade íntima, que resiste mesmo nas noites mais longas, é a chama que não se apaga. Nela habita tua essência mais pura, e quem se ancora em si mesmo, por mais que o vento sopre ou as marés mudem, nunca se perde.
A plenitude do amor, a plenitude da paz e a plenitude da felicidade só podemos encontrar em Deus. O mundo pode tirar o material, a liberdade e até a nossa vida, mas não pode tirar o amor de Deus que está em nós e este amor é água viva que borbulha para dar vida eterna. Fora do amor de Deus, tudo é fantasia, prazer e ilusão e passa em um segundo no relógio da eternidade.
Você só saberá o que fazer no futuro quando voltar ao
passado e verificar o que você projetou para seu futuro!
já projetou seu futuro?
Setembro dormiu cedo
Areia nos bolsos e o cheiro do mar no cabelo.
Era só isso. E, por um tempo, foi tudo.
As janelas do carro abertas,
e você dizendo que não queria prometer nada.
Eu disse que também não queria.
Era mentira.
Te esperei como quem espera verão em cidade fria.
Escrevi seu nome na parte de dentro dos meus pensamentos
e apaguei com o canto da mão —
como se isso bastasse pra esquecer.
Mas ainda vejo a gente,
preso num instante que nunca virou agora,
num fim de tarde que não sabia que era fim.
Setembro dormiu cedo,
e eu fiquei acordado esperando você voltar da escola.
Eu me lembro:
das suas costas contra o céu dourado,
de quando você dizia "só hoje",
como se amanhã não fosse pesar.
A gente se encontrou no intervalo do mundo,
nos bastidores da vida real.
Promessas murmuradas atrás do mercado,
planos que só eu levava a sério.
Você era um talvez disfarçado de agora.
E eu achava que tinha sorte.
Eu cancelei noites, amigos,
e até a mim,
só pra ter mais alguns minutos de você.
Você, que nunca foi meu.
Mas me chamava de "sorte"
quando esquecia o nome das outras.
A gente era o que não era.
O que quase foi.
O que não coube no tempo certo.
E eu ainda te procuro nos dias nublados
e nas músicas tristes demais pra tocar de manhã.
Você se lembra?
Do portão velho,
do meu "entra no carro",
da minha espera que você nunca pediu?
Do sol batendo no seu ombro,
e de mim achando que aquilo era amor?
Setembro dormiu cedo.
E eu fiquei, sozinho,
esperando que você acordasse de novo pra mim.
Mas não acordou.
Você nunca foi meu.
Mas fui inteiro por você.
Sonhar é importante, bonito, saudável, mas não dá pra viver só de sonhos. Chega uma hora que a realidade nos acorda e ignorar o seu chamado pode nos custar tão caro, que às vezes, a gente passa a vida toda pagando.
A banalização não só do distinto com também do comum. A expressão máxima da banal actualidades, onde basta respirar para ser distinguido dos restantes comuns.
Ser comum no sítio certo pode fazer de nós distintos, já ser distinto no sítio errado faz de nós comuns, mas a roçar a banalidade. Pois por norma quem tem o poder desse reconhecimento é sempre um reconhecido e completo banal.
Disse.
Sorrias não só com os lábios, mas com os olhos, sobrancelhas, bochechas, todo o teu rosto e até teu corpo precisa sorrir.
Às vezes, a gente só precisa de um olhar… de uma companhia… Isso já é o bastante para encher o coração da gente.
Eu fui faxineira uma vez. Todo emprego que eu arrumei depois só foi faxina ou serviços domésticos. Que ironia, não é? Fiquei a vida toda fadada a faxina. Se meu primeiro serviço fosse em loja, estaria fadada a vida toda em loja. Se fosse telefonista, seria o resto da vida...
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