So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Todo mundo quer ter a família perfeita. Mas ninguém é perfeito, né? Toda família tem seus desafios, da foto ideal a nenéns bagunceiros. Na minha família, o maior desafio talvez seja a revolta das máquinas.
Lembre-se sempre de que você é importante. Você é amado e traz para este mundo coisas que ninguém é capaz de trazer.
Todo mundo sente medo. Mas juntos somos corajosos.
Nos filmes, o amor está nos gestos românticos. Discursos na frente de todo mundo, "case comigo" em outdoors eletrônicos… Mas talvez o amor esteja nos momentos em que achamos que ninguém está vendo.
A verdade é que todo mundo está tentando aprender a voar. Então abra bem as asas e siga seus sonhos.
Integridade é uma palavra bonita, linda, auspiciosa, todavia, mais insigne será sua beleza se você a fizer sair do papel, inserindo-a como uma flor pitoresca no jardim, sem cercas, do seu dia a dia!
"Estude, desenvolva a capacidade de ser livre em seus julgamentos, não se deixe levar pelo pensamento dos outros, a menos que com ele esteja de acordo. Viva, isso é fundamental. Adquira experiências, não se isole, leia além das letras, leia o que está escrito na rua, nas pessoas,na vida."
O que Lacan chama de um sujeito petrificado pelo significante é um sujeito que não faz quaisquer perguntas. A definição mais simples de um sujeito petrificado é a daquele que não se questiona sobre si mesmo. Ele vive e age, mas não pensa sobre si.
Um chefe deve ter um espírito que mesmo no meio da maior escuridão não perca todo o traço da clareza interna necessária para conduzí-lo até a verdade; e, além disso, a coragem de se guiar por essa luzinha fraca" (Clausewitz). Essa coragem diante das responsabilidades, diante do perigo moral, é a coragem de espírito [Courage de L'Esprit].
Sabes, o que aprendi, com a tua ausência? Que ninguém morre, por sofrer, por amor. Pelo menos, não, no sentido literal, da palavra.
Nós nunca tivemos a dita música… não porque, não quiséssemos ou que não encontrássemos… Simplesmente, não tivemos, porque eu nunca me consegui decidir nem encontrar apenas a dita música para nós.
Sempre considerei que éramos, e que somos ainda (mesmo que afastados), um conjunto de várias músicas, de diferentes estilos, diferentes cantores, ou seja, uma miscelânea.
Bolas, raio de fotografia, tão perfeita. Bolas, o nosso olhar ser mesmo nosso, e não para a máquina.
Não vou morrer por te amar. Pelo menos, não, no real sentido da palavra. Mas, vou-me arrastando e sentido a dor, que o nosso não reconhecimento me causa. Repito, não vou morrer por amor. Mas, vou sentido o desgosto, e esse tipo de morte é mais ingrata.
