So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Só se vê bem com os olhos cristãos; o essencial é invisível aos olhos puramente humanos.
Vivemos em um tempo que nos ensinou a enxergar quase tudo, menos aquilo que realmente importa.
Vemos aparências, conquistas, números, status, corpos, vitrines e máscaras.
Mas há realidades que não se deixam fotografar, medir ou exibir.
A fé nos convida a olhar para muito além do que os olhos alcançam.
Com olhos humanos, enxergamos o erro; com olhos cristãos, podemos enxergar a possibilidade de redenção.
Com olhos humanos, vemos a ferida; com olhos cristãos, procuramos compreender a dor que existe por trás dela.
Com olhos humanos, julgamos o que aparece; com olhos cristãos, aprendemos que só Deus conhece verdadeiramente o coração.
Talvez seja por isso que tantas vezes confundimos visibilidade com importância.
Achamos que aquilo que aparece merece mais valor do que aquilo que permanece escondido.
Entretanto, as maiores batalhas de alguém podem acontecer em silêncio.
As orações mais sinceras talvez nunca sejam publicadas.
Os gestos mais generosos podem jamais receber aplausos.
Cristo nos ensina justamente esse outro modo de ver: não o olhar que procura motivos para condenar, mas aquele que procura razões para amar.
Porque o essencial continua invisível aos olhos humanos.
Não se vê a esperança, mas ela sustenta.
Não se vê a fé, mas ela mantém de pé.
Não se vê o amor, mas ele transforma.
Não se vê a graça, mas ela pode reconstruir uma vida inteira.
Ter olhos cristãos não significa ignorar a realidade ou fechar os olhos para o mal.
Significa enxergar a realidade sem permitir que ela nos roube a compaixão.
É olhar para o mundo com discernimento, mas também com misericórdia; reconhecer a verdade sem perder a capacidade de amar.
No fim, talvez a verdadeira cegueira não seja não enxergar o que está diante de nós, mas enxergar tudo aquilo que é passageiro e não perceber aquilo que é eterno.
Que Deus nos ensine, então, a trocar o olhar apressado pelo olhar compassivo; o julgamento pela compreensão; a aparência pela essência.
Porque há coisas que somente a fé consegue enxergar.
E talvez seja justamente aí que comece a verdadeira visão.
Só uma mente muito educada é capaz de compreender um pensamento diferente do seu sem precisar aceitá-lo ou demonizá-lo.
Vivemos tempos em que discordar parece ter se tornado uma ofensa pessoal.
Muitas vezes, já não ouvimos para compreender; ouvimos apenas para encontrar uma brecha que nos permita responder.
Confundimos diálogo com disputa e opinião com verdade absoluta.
Compreender um pensamento diferente não significa abandonar nossas convicções, tampouco concordar com aquilo que pensamos ser errado.
Significa reconhecer que o outro também possui uma história, experiências, referências e razões que o conduziram até determinada maneira de enxergar o mundo.
Há uma grande diferença entre dizer “eu penso diferente” e afirmar “você não pode pensar assim”.
A primeira frase revela consciência; a segunda, frequentemente, revela apenas a dificuldade de conviver com a diversidade de ideias.
Uma mente verdadeiramente madura não precisa transformar toda conversa em uma batalha.
Ela consegue escutar sem se sentir ameaçada, questionar sem humilhar e discordar sem desrespeitar.
Sabe que mudar de opinião quando encontra novos argumentos não é sinal de fraqueza, assim como permanecer firme diante de argumentos contrários não precisa ser sinônimo de arrogância.
Talvez a verdadeira inteligência não esteja em convencer todos a pensar como nós, mas em desenvolver a capacidade de transitar por pensamentos diferentes sem perder a própria identidade.
Afinal, uma sociedade em que todos pensam exatamente da mesma maneira pode até parecer harmoniosa, mas dificilmente será uma sociedade livre.
Pensar diferente é um direito.
Ouvir o diferente é maturidade.
Compreendê-lo é educação.
E respeitá-lo, mesmo sem aceitá-lo, talvez seja uma das mais belas formas de inteligência.
Só há um jeito de escapar do abraço apertado da Solidão: aprendendo a abraçar a Solitude bem apertado.
Há uma diferença muito silenciosa entre estar só e sentir-se sozinho.
A Solidão pesa porque parece abandono; a Solitude, ao contrário, pode ser escolha, refúgio e encontro.
Uma nos faz procurar desesperadamente alguém para preencher o vazio; a outra nos ensina que nem todo vazio precisa ser preenchido — alguns precisam apenas ser compreendidos.
A Solidão costuma nos convencer de que precisamos de presença para nos sentirmos inteiros.
Faz barulho dentro da cabeça, cria ausências onde talvez existam apenas distâncias e transforma o silêncio em prova de que fomos esquecidos.
A Solitude, porém, nos convida a permanecer.
A sentar conosco mesmos, sem a obrigação de fugir, distrair ou procurar imediatamente outra voz para calar a nossa.
Aprender a estar só é descobrir que a própria companhia também pode ser um abrigo.
É tomar um café sem precisar fotografá-lo para alguém.
É caminhar sem destino e perceber os próprios pensamentos.
É assistir ao pôr do sol sem sentir a urgência de compartilhá-lo.
É ouvir o silêncio e, pouco a pouco, perceber que ele não está vazio: está cheio de nós.
Talvez amadurecer seja justamente isso: deixar de exigir que o mundo esteja sempre cheio de pessoas para que a nossa vida faça sentido.
Porque há momentos em que precisamos de abraços, conversas, encontros e afetos — e não há nada de errado nisso.
Somos seres de vínculo.
Mas também precisamos aprender que ninguém consegue nos acompanhar em todos os lugares, em todas as horas e, principalmente, em todos os nossos silêncios.
Quem aprende a abraçar a Solitude deixa de aceitar qualquer companhia apenas para não ficar sozinho.
E essa talvez seja uma das maiores liberdades: descobrir que estar só não significa estar abandonado.
Às vezes, significa finalmente estar presente para si mesmo.
No fim, a Solitude não é a ausência do outro, mas a presença inteira de quem somos quando não precisamos representar nada para ninguém.
E, quando aprendemos a fazer dessa presença um lar, a solidão perde parte do seu poder.
Porque já não estamos esperando alguém chegar para nos salvar do silêncio.
Estamos aprendendo a morar nele.
Brincar de ser Cristão também é um Direito — acreditar que o Encardido faça o mesmo é só outra Tolice.
Há quem vista a camisa da fé como se veste uma fantasia: para impressionar os outros, para parecer melhor do que é, para esconder contradições que, à luz de uma consciência honesta, seriam difíceis de sustentar.
Fala-se muito de Deus com a boca, mas nem sempre se permite que Ele alcance aquilo que realmente precisa ser transformado.
Ser Cristão, porém, nunca foi um concurso de aparências.
Não está nos gestos ensaiados, nas palavras decoradas, na quantidade de correntes e versículos publicados ou na facilidade com que alguém aponta o pecado alheio.
A Fé verdadeira costuma ser muito menos barulhenta e muito mais exigente: começa quando ninguém está olhando.
Porque é fácil parecer bondoso diante de uma plateia.
Difícil é ser misericordioso sem esperar a recompensa do aplauso.
É muito fácil defender a Verdade quando ela nos favorece.
Difícil é reconhecê-la quando nos confronta.
É fácil falar sobre perdão; difícil é abandonar o prazer mórbido de permanecer ressentido.
Talvez por isso exista tanta confusão entre professar uma fé e vivê-la.
O Discurso Religioso pode ser usado para esconder vaidades muito pouco religiosas.
O que não falta são pessoas se valendo do Santo Nome de Deus e da Igreja para se esconder, aparecer e se promover.
E há uma ironia quase sutil nisso: quanto mais alguém precisa provar aos outros que é Cristão, talvez menos tempo esteja encontrando para examinar o próprio coração.
Também não deixa de ser curioso esperar que o “encardido” respeite aquilo que nós mesmos transformamos quase sempre em espetáculo.
O mal não precisa necessariamente destruir uma crença; às vezes basta torná-la superficial, transformando convicção em aparência, espiritualidade em vaidade e religião em instrumento de julgamento.
No fim, a fé não deveria servir para nos colocar acima de ninguém, mas para nos lembrar de quem somos quando tiramos as máscaras.
O verdadeiro Cristianismo talvez comece justamente nesse ínterim desconfortável em que deixamos de representar e admitimos nossas próprias Misérias.
Porque brincar de ser Cristão pode até ser um Direito.
Mas viver como um — exige-nos muita coragem para deixar de brincar.
Despertai-vos!
Os que precisam Humilhar para demonstrar Poder só conseguem revelar a própria Miséria.
Porque o Verdadeiro poder não precisa Diminuir ninguém para se afirmar.
Quem realmente possui Grandeza não encontra prazer em Constranger, Ridicularizar ou Ferir o outro.
Sabe que Autoridade não se confunde com Arrogância, e que respeito não nasce do medo.
Humilhar é, muitas vezes, uma tentativa desesperada de colocar o outro abaixo para sentir-se acima.
É transformar a fragilidade alheia em combustível para alimentar um ego que, por dentro, talvez esteja implorando por reconhecimento.
Há pessoas que confundem força com crueldade, liderança com imposição e coragem com a capacidade de ferir.
Esquecem que qualquer um pode levantar a voz, expor uma fraqueza ou usar uma posição de vantagem para constranger alguém.
Difícil é ter poder e escolher a gentileza; ter razão e escolher a dignidade; ocupar uma posição superior e ainda assim tratar o outro como igual.
A humilhação pode até produzir silêncio, submissão ou medo, mas muito raramente produz respeito verdadeiro.
O respeito que precisa ser arrancado pela força nunca foi respeito — foi apenas obediência diante da ameaça.
No fim, a maneira como alguém trata quem considera inferior revela muito mais sobre seu caráter do que a maneira como trata aqueles de quem precisa.
Porque grandeza não está em fazer alguém se sentir pequeno.
Está em ser Grande o bastante para não precisar fazê-lo.
Por que nos Incomodar tanto com os Pecados Alheios, se seremos Julgados só pelos Nossos?
Talvez uma das maiores contradições da vida espiritual seja a facilidade com que enxergamos o pecado do outro e a dificuldade que temos de reconhecer o nosso.
Somos rápidos para apontar dedos, lentos para compreender; severos com as quedas alheias e generosos demais com as nossas próprias desculpas.
Reparamos no cisco que está no olho do irmão, enquanto carregamos, muitas vezes, uma trave inteira diante dos nossos olhos.
Mas haverá um dia em que não estaremos diante de Deus para prestar contas da vida de ninguém.
Não responderemos pelas escolhas do vizinho, pelos erros dos amigos, pelas fraquezas dos familiares ou pelos pecados daqueles que passamos tanto tempo julgando.
Estaremos diante d’Ele com a nossa própria história.
E talvez a pergunta mais importante não seja: “Por que ele fez isso?”, mas: “O que eu tenho feito com aquilo que Deus colocou dentro de mim?”
Jesus não nos chamou para ocupar o lugar de juiz, mas para aprender a amar, corrigir com misericórdia e, antes de tudo, examinar o próprio coração.
Isso não significa chamar o erro de acerto, nem aceitar toda atitude como normal.
Significa apenas compreender que discernimento sem amor pode virar condenação, e zelo sem humildade pode transformar a fé em tribunal.
Há pessoas tão ocupadas fiscalizando a vida dos outros que acabam negligenciando até a própria alma.
Por isso, antes de apontarmos o dedo, talvez devêssemos dobrar os joelhos.
Antes de comentarmos a queda de alguém, talvez devêssemos lembrar das vezes em que também caímos.
Antes de exigirmos justiça para o outro, talvez devêssemos agradecer pela misericórdia que Deus tem derramado sobre nós.
Porque, no fim, não seremos julgados pela quantidade de pecados que conseguimos identificar nos outros, mas pela maneira como vivemos diante de Deus.
Que Deus nos livre de uma fé que enxerga tudo no outro e nada em nós mesmos.
Que nos dê olhos para reconhecer o pecado, mas também coração para oferecer misericórdia.
E que, enquanto ainda temos tempo, façamos menos julgamentos sobre as vidas alheias e mais exames sobre a nossa própria vida.
Afinal, antes de perguntar “o que há de errado com ele?”, talvez a oração mais sincera, urgente e necessária seja:
“Senhor, o que ainda precisa ser transformado em mim?”
Com tantos Apaixonados disputando uma Eleição, só um eleitorado igualmente Apaixonado para suportar tanta confusão.
Talvez o maior espetáculo de uma eleição não esteja nos palanques, nos discursos inflamados ou nas promessas meticulosamente embaladas para conquistar votos.
Está quase sempre no modo como nós, eleitores, transformamos políticos em personagens de uma paixão quase pessoal.
De repente, discordar de um candidato passa a ser interpretado como ofensa a quem o apoia.
Questionar uma proposta parece traição.
Admitir um acerto do adversário soa como fraqueza.
E, assim, a política deixa de ser um espaço de ideias para se transformar em uma disputa de identidades, afetos e certezas fabricadas.
O problema é que paixão, quando ocupa o lugar da reflexão, nos faz enxergar apenas aquilo que confirma o nosso viés.
O candidato de nossa preferência ganha justificativas para seus erros; o adversário, condenações até para seus acertos.
E talvez seja justamente aí que esteja a maior confusão: não são apenas os candidatos que disputam uma eleição.
Nós também disputamos narrativas, brigamos por versões variadas da realidade e, muitas vezes, esquecemos que nenhum político merece de nós uma devoção que deveria ser reservada aos nossos próprios princípios.
Eleição não deveria exigir apaixonados.
Deveria exigir cidadãos atentos.
Porque políticos passam, mandatos terminam, partidos mudam e promessas se perdem no tempo.
O que permanece é a responsabilidade de cada eleitor pelas escolhas que faz — e, principalmente, pela capacidade de continuar pensando depois que a paixão termina.
No fim, talvez a pergunta mais importante não seja “de que lado você está?”, mas “o que você consegue enxergar quando deixa o seu lado de fora por alguns instantes?”
Talvez seja nesse ínterim entre a paixão e a reflexão que comece, de fato, a Liberdade de Escolher.
Quem liga o som para a vizinhança inteira ouvir é só um qualquer um que pode votar em qualquer outro.
Parece apenas uma simples frase sobre barulho, mas talvez diga muito mais sobre nós do que gostaríamos de admitir.
Porque, no fundo, o problema nunca foi apenas o volume da música…
É a ideia de que o meu prazer pode ocupar o espaço do outro sem eu precisar perguntar se ele concorda.
Há quem aumente o volume do som porque pode.
Há quem fale mais alto porque acredita que sua voz merece prevalecer.
Há quem acelere no trânsito porque considera o tempo dos outros menos importante que o seu.
E há quem escolha seus representantes pelo mesmo impulso: não pelo que constroem, mas pelo que gritam.
A Democracia, curiosamente, coloca nas mãos desse mesmo “qualquer um” um poder enorme: o direito de escolher quem falará em nome de muitos.
E talvez seja justamente por isso que pequenas atitudes cotidianas deveriam nos fazer pensar.
Antes de exigir respeito dos que governam, seria razoável perguntar quanto respeito oferecemos a quem divide espaço conosco na rua, no prédio, no bairro e na cidade.
O voto acontece de tempos em tempos.
A convivência acontece todos os dias.
Talvez maturidade cidadã comece quando percebemos que liberdade não é fazer tudo aquilo que podemos fazer.
É compreender que, ao nosso lado, existem outras pessoas com os mesmos direitos, os mesmos incômodos e a mesma dignidade.
No fim, aquele que liga o som para a vizinhança inteira ouvir continua sendo apenas um qualquer um.
Mas é justamente esse qualquer um que, diante da urna, ajuda a decidir os rumos de todos.
E talvez a pergunta mais incômoda não seja em quem ele vai votar.
Seja que tipo de cidadão ele escolhe ser quando ninguém está contando os votos.
“Patriotismo, para alguns, é apenas Futebol na Copa do Mundo. Mesmo assim, só se o Brasil ganhar!”
Frase Minha 0009, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
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"A melhor e a pior desculpa são uma só: falta de tempo. Se há tempo como pode haver falta? O que existe é falta de prioridade, desorganização na agenda, mentira ou tudo isso, junto!"
Frase Minha 0015, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Alguém é preconceituoso porque nasceu assim ou porque aprendeu a ser? Nos dois casos só depende desse Alguém!"
Frase Minha 0036, Criada no Ano 2006
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"Perguntar é muitíssimo mais eficiente do que tentar adivinhar! Comigo funciona assim... Só assim!"
Frase Minha 0048, Criada no Ano 2006
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" 'Trair, mentir e se coçar é só começar', dizem. Resistir, também, digo eu!"
Frase Minha 0053, Criada no Ano 2006
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"Meu casamento só resiste porque moro em casa grande. Fico semanas sem ver minha mulher!"
Frase Minha 0159, Criada no Ano 2007
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" 'Em terra de cego quem tem 'um olho' é rei', dizem! Só que esse 'um olho' precisa enxergar... Ou será só mais um súdito por lá!"
Frase Minha 0174, Criada no Ano 2007
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"Era tão precavido, mas tão precavido que só passou a beber mate depois dos 80 anos de idade!"
Frase Minha 0183, Criada no Ano 2007
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"Sei perfeitamente lidar com as pessoas que me cansam. Para melhor se convencerem, só fazendo o teste!"
Frase Minha 0193, Criada no Ano 2007
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"Idiossincrasia é igual traseiro: cada um tem o seu. E por favor: pare de de olhar só para o meu!"
Frase Minha 0255, Criada no Ano 2008
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"Então, eu disse e, só disse pois foi imperioso dizer: 'O que gosto em você é o nada que em você há!' "
Frase Minha 0271, Criada no Ano 2008
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"Nem toda batalha entre pessoas é vencida só com ódio e armas. Tempo e paciência podem ser mais eficientes!"
Frase Minha 0279, Criada no Ano 2008
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