So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
" Um, continuaria a derivar-se só, órfão como a vaga que nasce e rebenta eremítica. O outro, fora um homem sem memórias, passado e futuro, a quem o Vento salvou. Ambos eram pertença do meu coração.
In livro ainda por terminar.
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Sabe porque? Porque só querem saber da sua vida e de como você esta, não curtem e não comentam por medo de contribuir para o seu sucesso.
Ore sem cessar
Esteja em conexão direta com os céus, só assim você será blindado contra todo mal e será luz para os que estão em trevas.
Nunca apague o seu brilho. Há vidas que só encontrarão caminho através da sua luz, ilumine intensamente todos ao seu redor.
Era só uma menina
Lutando para vencer
Exemplo que ensina
Nunca desistir de ser
Insistência em ser feliz
Realizar seu maior prazer
Dizem por aí que só colhemos o que plantamos, mas, se isso é mesmo verdade, tenho a impressão de que sabotaram a minha lavoura.
Até hoje eu nunca soube descrever minha mãe, eu só sei que ainda a amo quase tanto quanto eu a odeio, ou vice-versa. Foi ela quem, direta ou indiretamente, me causou as piores tristezas que eu já tive até agora, mas, sem sombra de dúvida, as minhas melhores gargalhadas foram com ela. Caíamos na gargalhada por qualquer motivo, muitas gargalhadas, minhas e dela, e eu certamente sentirei falta disso.
Quando Deus arranca as máscaras dos falsos amigos, Ele só quer te mostrar o quanto eles são indígnos de você, da sua dignidade, da sua amizade, e dos seus favores. E você não perde absolutamente nada, mto pelo contrário.
Alguns religiosos dizem que só se chega ao céu através de uma vida pura. Mas acredito que eles só dizem isso porque não sabem quase nada sobre os prazeres carnais.
Só para os fortes
De um Manoel Pedro veio o Pedro que passando pelo Bendito veio o Pedro e o Manoel.
E hoje o Manoel canta e encanta o Pedro! Por isso, onde o Pedro vai, eu tbm vou!
Muito mais que uma música.
Quando pessoas importantes partem, levam parte de nós que só existiam com eles. Esse é o fundamento da existência!
Habito a geometria do excesso: uma mente que desenha catedrais onde o mundo só enxerga o cimento. Fui o solstício de muitos, o ponto onde o caos encontrava a ordem e o desamparo encontrava o braço. Mas descobri que, na aritmética do sangue, o altruísmo é lido como herança e a entrega é apenas um passivo no balanço alheio. Sou o credor de afetos que se tornou o devedor da mesa.
No silêncio do tálamo, o diálogo é um vestígio arqueológico. O toque, antes epifania, hoje é apenas a fricção de duas entropias que já não se reconhecem; um rito de presença ausente onde o desejo é um dialeto esquecido.
Minhas constelações — aqueles mapas de um amanhã que eu mesmo tracei — estão agora confinadas ao silício, fósseis de uma luz que nunca tocou o chão. O que pulsa em mim não é mais o conatus de Espinosa, mas uma bomba hidráulica cumprindo o protocolo do oxigênio. Sou uma inteligência em exílio dentro da própria pele, aguardando apenas que o Grande Relojoeiro cesse a oscilação do pêndulo e permita que o silêncio interno, enfim, coincida com o do mundo.
