So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
"A dor está só de passagem, não é moradora. Deixe o vento levar o que pesa; o que sobra é o espaço para o seu novo amanhecer."
"Quem vê a cara, não vê coração. Quem vê o bolso, só vê interesse. O caráter não tem preço, mas parece ter sempre um comprador."
As aparências não enganam ninguém pois são só aparências, porém a futilidade interesseira por afinidade, vive a ilusão.
o ontem não admite recurso.
O amanhã não oferece garantias.
Só o hoje sustenta a prova viva da existência.
Fico pasmo, de tanto asno! Só ouço zurro de burro! É um tormento, tanto jumento! Não seja mula, vote no Lula!
Às vezes trago o pensamento em um ato imaginário. Só não deixa seu isqueiro comigo. Tenho o costume de me apropriar do fogo dos outros.
Dos que eu já mais conheço, eu faço umas perguntas que eu não tenho.
Só que eu não sei se for e é possível acreditar que isso é bom.
"Até amanhã" e "Tchau" mais conheço.
Eu te amo!
Porque existem palavras que só são ditas quando já não fazem mais sentido…
quando já não pertencem ao contexto
— Assim podem ser ditas sem nenhum peso na consciência.
Forma de sentir
Não sei dizer se o que escrevo é
poema ou poesia…
acho que só sigo o que o meu coração diz.
É expressão em estado bruto.
Talvez uma prosa poética —
quando narrativa e poesia se misturam
até não dar mais para separar
onde termina uma
e começa a outra.
Eu não me preparo para escrever —
eu sinto…
e as palavras vêm.
Às vezes em silêncio,
principalmente quando estou ansiosa,
triste ou nervosa,
elas vêm em rimas,
como se a vida,
por um instante,
virasse melodia
só para me confortar.
Como um drama,
um conto
ou romance antigo —
talvez de filmes
ou de uma época desconhecida.
Escrevo quando algo transborda,
quando aperta,
quando precisa existir
fora de mim.
As palavras apenas saem —
e eu as escrevo.
Não sigo regras,
não penso demais…
apenas deixo acontecer.
As frases vêm como ondas:
às vezes calmas,
às vezes quebradas,
às vezes interrompidas…
como quem respira fundo
ou engasga com o próprio sentir.
Dou saltos —
de assunto,
de emoção —
como batidas irregulares
de um coração apaixonado.
E, muitas vezes,
quando termino,
leio de novo
com um certo estranhamento —
como se não tivesse sido eu…
mas, ao mesmo tempo,
sabendo que nunca fui
tão autêntica assim.
Talvez não seja texto.
Nem poema.
Muito menos poesia.
Talvez seja só
o meu jeito de sentir
ganhando forma. 🌙
Só não fuja de mim...
Quando eu me aproximar,
depois de criar coragem
e falar do nada,
mesmo sem sentido algum...
Não precisa me responder.
Pode fingir que não me ouviu,
pode se calar
para não me magoar...
Com palavras
não pensadas,
ditas da boca para fora,
jamais do coração,
que saem como defesa.
Defende-se de um sentimento
que é cura,
não tormento.
Pode ficar quieto, parado,
e até me ignorar,
mesmo que eu não saiba o porquê:
se é amor, desejo ou desprezo...
Já não me importa tanto.
Posso até me enganar,
sem conhecer o real motivo.
Apenas fique.
E não fuja de mim!
O meu Cerrado!
Não tinha concreto,
não tinha aço,
era só caminho,
era só espaço.
Corria livre
pelo cerrado,
buscando o céu,
o sonho alado.
Não tinha o aço,
não tinha a grade,
só céu infinito,
só liberdade.
Tudo era lindo,
era encantado,
o mundo inteiro
me foi dado.
Corria feliz,
sem ter direção,
seguia a trilha
do coração.
Não tinha preço,
não precisava,
porque a vida
era de graça.
Tudo posso naquele que me fortalece” não é só uma frase, é uma certeza para os dias difíceis. É lembrar que, quando minhas forças acabam, Deus permanece ao meu lado, sustentando meus passos e renovando minha esperança.
"Estou constantemente em busca da paz, satisfação eu só devo a Deus é preciso ser feliz não sei quanto tempo ainda me resta entrego a Deus meus dias e ele determina o caminho a seguir"
Há afetos que não se repetem.
Sentimentos que só vestem um nome, uma memória,
um instante eterno.
É quando o coração sussurra o que nenhuma palavra
explica.
