So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Meu trabalho é difícil de ser mensurado, pois “planto sementes” na cabeça dos indivíduos, a fim de ajudá-los a alcançar os frutos que almejam colher. A minha parte, sei que faço bem-feita. Todavia, os resultados satisfatórios dependerão 99% do empenho da outra pessoa envolvida nesse processo, que nem sempre está disposta a cumprir sua parte.
Ser o dono da situação é algo cativante para a vaidade humana e extremamente afável para o ego, fomentando o orgulho e alicerçando o egoísmo.
Para pedirmos honestidade, a mesma deve existir dentro de nós. Fala-se tanto em punição dos atos, porém, o problema está na causa. E é na cultura e educação de um povo que tudo começa a mudar. Mudar a si mesmo, é uma forma de começar a mudar um país.
Artigo Dinheiro ou felicidade?? O que é mais importante??
..qual é o real valor de um relacionamento quando o que se busca em questão é o dinheiro, poder, status? Como nos posicionamos quando a própria célula familiar nos ensina que o que realmente importa é o dinheiro?
Existe apenas um instante na existência de um ser em que tudo é contínuo, estável e certo: a morte. Em todo o resto, há apenas a beleza de viver.
Para liderar, é essencial conhecer a si mesmo—entender o que valoriza, o que o inspira, o que desafia e o impulsiona a seguir adiante.
Nossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordemossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordem
Nem toda decisão cabe em qualquer instante — o momento certo muda tudo. Tome as decisões mais difíceis ou importantes quando estiver no seu melhor estado emocional e mental.
É olhando como fomos, o que fizemos, quanto aprendemos, as pessoas que conhecemos, que seremos capazes de mensurar quanto, de fato, evoluímos.
Quanto mais nos preocupamos com o mundo físico, material, mais perdemos a essência que nos faz seres humanos: a preocupação com nosso próximo.
A diferença entre indivíduos que alcançam a realização pessoal e profissional e aqueles que apenas ficam esperando pela sorte, pela oportunidade certa, pelo governo, por exemplo, e nada realizam, é simplesmente a qualificação. Esta, sim, nos aproxima daquilo que almejamos.
Nós amamos tanto nosso povo, que eles [os brancos] acham que odiamos aqueles que estão infligindo injustiça contra ele.
(Malcolm X)
Eu considero todo o nosso povo como amigo. E, geralmente, aqueles que agem de forma hostil estão apenas refletindo o veneno que alguém colocou neles.
(Muhammad Ali)
O que aconteceria com o mundo se houvesse, repentinamente, um "apagão" tecnológico? Para onde correríamos a fim de buscar respostas caso não tivéssemos mais acesso ao "doutor" Google? O que faríamos com nosso tempo se não tivéssemos recursos tecnológicos para ocupá-lo?
Como iríamos nos relacionar com as pessoas se perdemos a capacidade da comunicação face a face, olho no olho, preferindo relacionarmo-nos com milhares de "amigos" virtuais e mal conhecemos quem mora conosco ou na mesma rua, no mesmo bairro?
Ser mulher negra neste país e "fogo" temos que nos reafirmar o tempo tod@s pois na visão dos racista á relação: NEGRA=COZINHA=SENZELA
Esta ai os casos de trabalho escravo ainda naturalizado...
Podemos ficar presos a experiências ruins, olhando a parte vazia do copo; ou podemos aprender com tudo isso e vermos um mundo de possibilidades à nossa frente.
