So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa

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Não pode haver educação onde não há discrição.

A verdadeira excitação do que você está fazendo é o ato de fazê-lo. Não é o que você vai conseguir no final - não é a cortina final - é realmente o fazer e amar o que está fazendo.

A sabedoria tem os seus excessos e não é menos necessário moderá-la do que à loucura.

Não é um notável talento o que se exige para assegurar o êxito em qualquer empreendimento, mas sim um firme propósito.

Não existe maior loucura no mundo do que um homem entrar no desespero.

Sem missão não há homem.

Um ditador não passa de uma ficção. Na verdade, o seu poder dissemina-se entre numerosos subditadores anónimos e irresponsáveis cuja tirania e corrupção não tardam a tornar-se insuportáveis.

A leitura não deve ser mais do que um exercício para nos obrigar a pensar.

Quem não vive segundo o que acredita não acredita.

Muitos, por medo, não hesitam em beneficiar aqueles que os odeiam.

Lamento aqueles que têm um ar de inteligentes: é uma promessa que se não pode cumprir.

Émile-Auguste Chartier
ALAIN, Propos sur l'esthetique, Presses Universitaires de France, 1949

Não existe prazer em não ter nada para fazer. A graça é ter muito o que fazer e não fazer nada.

A calúnia é como uma vespa que o importuna e contra a qual não se deve fazer qualquer movimento, a não ser que se tenha a certeza de a matar.

A necessidade, a natureza e a história não são mais do que instrumentos da revelação do Espírito.

A felicidade não é fruto da paz, é a própria paz.

Quem faz o homem feliz não é o dinheiro: é a retidão e a prudência.

A força bruta, quando não é governada pela razão, desmorona sob o seu próprio peso.

Formosura, procura encontrar-te no amor, não na adulação do espelho.

Rabindranath Tagore
Pássaros Perdidos

O fato de continuarmos a pensar que uma determinada coisa não é errada dá-nos uma aparência superficial de estarmos certos.

Quando tiramos a vida aos homens, não sabemos, nem o que lhes tiramos, nem o que lhes damos.

Lord Byron
BYRON, L., The works of lord Byron, comprehending the suppressed poems‎ - Volume IX, 1822