So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Poesia - Monólogo da Solidão ..
E eu, ainda aqui.
Deixando a tolice, não sei de que lado, bobo infeliz, pobre desgraçado, sonhando ou pensando virado acordado.
Percebo meu ócio, o grande culpado, me engana, me joga, algo disfarçado, pois sabe não vejo. Estou enganado ?
Olha pra mim, o bem que se faz, meu riso irônico, de raiva fugaz. Não sei se criança ou ainda rapaz, se engana com a vida, esse traste incapaz.
Espera desculpa, procura a culpa. Deixe de tolice que nada se faz. Só peço que fale, mas não que se cale, pois falo demais.
Continuo eu, ainda aqui.
Nada tão comum
que não possa chama-lo
meu
Nada tão meu
que não possa dizê-lo
nosso
Nada tão mole
que não possa dizê-lo
osso
Nada tão duro
que não possa dizer
posso
Se você não for obstinado, você vai desistir de experiências muito cedo. E se você não for flexível, você vai bater com a cabeça na parede e não vai ver uma solução diferente para um problema que está tentando resolver.
Mas permanecem falando que eu sumi, que eu não tenho mais tempo para os amigos, que eu os abandonei, mas aqui vai a resposta… Eu não sumi, muito pelo contrário, eu continuo no mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas de sempre, eu continuo aqui. Até onde sei, não deletei minhas redes sociais e não mudei o número do celular. É que eu deixei de correr atrás, sabe? Cansei de cultivar amizades que não durariam muito tempo, só estou poupando meu coração, desculpe. Eu estou sem paciência de fazer ‘sala’ e fingir que minha vida está ótima, porque, meu Deus, não está. Estou começando a preferir a minha própria companhia. […] Mas, se ainda quiseres minha presença, diga. Se quiseres alguém para abraçar, peça a mim. Se quiseres que eu fique, demonstre. Mas só se quiseres.
Pode me chamar de louca
Falar da minha roupa
Não acreditar na minha palavra
Achar que estou errada
Pode criticar a minha dança
Dizer que eu sou criança
Julgar minhas atitudes
Duvidar das minhas virtudes
Pode caçoar do meu jeito
Gritar que eu não faço direito
Ignorar minha presença
Lutar para que eu não vença
Pois saiba que eu me fortaleço
Quanto mais me apaga, mais apareço
E com minhas verdades eu sobrevivo
E das suas maldades eu sempre me esquivo
Mas, assim como o homem civilizado é o melhor de todos os animais, aquele que não conhece a
justiça e as leis é o pior de todos.
Não me compare a ninguém. Sou única, com meu jeito, meu modo, meu costume. Cada um tem sua particularidade, cada um tem uma diferença. As pessoas não precisam se igualar, elas precisam se completar. E eu estou completa!
O que a pessoa diz não é toda verdade
É a fraqueza humana
Elas testam as outras pessoas para confirmar a própria existência.
Eles me disseram que não havia "espaço suficiente na estrada para o universo". E eu respondi: "o universo é a minha estrada".
Às vezes, a vida é como este túnel escuro, você não pode sempre ver a luz no final do túnel, mas se você continuar em movimento, você chegará a um lugar melhor.
Você que tem inveja de mim, fala mal de mim e diz que eu não conquistei nada, PARA e PENSA, conquistei sua inveja, conquistei um pensamento seu, se você pensa mal de mim, você pensa em mim de alguma forma. A minha primeira conquista em relação a você mesmo, é a sua inveja e o seu mal pensamento de mim. Minhas conquistas, são muitas, e a partir delas nasce mais uma a sua INVEJA.
Quando a bondade se mostra abertamente já não é bondade, embora possa ainda ser útil como caridade organizada ou como ato de solidariedade. Daí: «Não dês tuas esmolas perante os homens, para seres visto por eles». A bondade só pode existir quando não é percebida, nem mesmo por aquele que a faz; quem quer que se veja a si mesmo no ato de fazer uma boa obra deixa de ser bom; será, no máximo, um membro útil da sociedade ou zeloso membro da Igreja. Daí: «Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita».
(...) O amor à sabedoria e o amor à bondade, que se resolvem nas atividades de filosofar e de praticar boas ações, têm em comum o fato de que cessam imediatamente – cancelam-se, por assim dizer – sempre que se presume que o homem pode ser sábio ou ser bom. Sempre houve tentativas de dar vida ao que jamais pode sobreviver ao momento fugaz do próprio ato, e todas elas sempre levaram ao absurdo.
Toda mudança positiva começa por nós mesmos quando aceitamos nossas falhas e não temos medo de reconhecê-las.
