So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Sábio é aquele que no silêncio observa as coisas e as pessoas, procurando enxergar aquilo que não se explicitou em palavras,Ele percebe a essência da pessoa,Não olhou com os olhos físicos, mas buscou com os olhos do coração.
“Que o silêncio não afete o entendimento sobre tudo aquilo que um dia foi pronunciado como um ato de amor.”
De quê adianta as garotas dizerem que um garoto é tudo aquilo que querem se elas mesmas não querem o que querem?
As pessoas não são bem aquilo que aparentam, que se mostram...por trás de cada um tem sempre uma cara, um rosto que não conseguimos vê.
Em mim tem alguém que desconheço e de certo escondido em você, também !
Nao queira ser igual, nem estar em meu lugar......KKKKK...Sou unica...Deus me deu aquilo que achou ser merecido por mim....Caso contrario voce e´ quem estaria em meu lugar.
Não existe certo ou errado, existe aquilo o que pode ser melhorado, ninguém é besta ou bestial, todos são passíveis de melhoria contínua, e o caráter, é o que deve prevalecer perante qualquer outra divergência.
Chamo de "falta de emoção" aquilo que ainda não sei nomear.
É uma presença vazia, um sentimento sem forma, sem cor, sem raiz.
Não sei de onde vem, tampouco o que quer me dizer. Só sei que se instala. Silenciosamente.
E fico esperando que passe, como se a alma respirasse por impulso até que outro sentimento mais forte venha e ocupe seu lugar.
No meio desse vácuo, me torno mais analítica.
Começo a observar o mundo com olhos mais calmos, como se tudo ao redor pudesse me ensinar algo sobre mim.
Foi assim que reparei em meu gato.
E nele vi, não um animal de estimação, mas um reflexo.
Demorei a tê-lo. Não por falta de vontade, mas por resistência alheia.
Quando finalmente chegou, entendi de imediato por que sempre o desejei.
Gatos são estranhos à espera.
Amam a rotina.
Buscam afeto, mas apenas quando o silêncio pesa demais.
Percebi que éramos semelhantes.
Sou alguém que demorou a entender o que é afeto.
Guardo sentimentos em caixas seladas, como quem tenta proteger o mundo do que sente.
Mas quando a caixa cai, o estrago é incêndio: tudo arde de uma vez só.
Gatos, ao menos, não fingem.
Eles sentem e demonstram.
Se querem carinho, pedem.
Se algo muda sem aviso, se retraem.
Mas quando estão bem, vibram com uma intensidade que ninguém consegue conter.
São fiéis à própria natureza.
Talvez meu gato seja assim porque herdou a minha essência.
Talvez ele apenas a reflita com mais pureza.
Ele me ensina, com cada olhar e cada silêncio, a ser mais sincera com o que habita em mim.
E é aí que reside a beleza:
na humildade de aprender com o improvável.
Na coragem de admitir que a vida nos ensina pelos cantos.
E que crescer é, muitas vezes, parar de tentar entender tudo e apenas sentir.
Afinal, somos eternos aprendizes.
E o mundo, uma sala de aula infinita.
Aprendemos nos gestos mínimos.
E crescemos quando deixamos o orgulho ceder lugar à verdade.
Esse é o caminho:
ver com a alma,
sentir com o espírito,
e reconhecer, na simplicidade, a grandeza de viver.
As pessoas acordam um dia e de repente já não almejam aquilo que foi a sua maior motivação ontem. Nós os humanos somos eternos insatisfeitos.
O conselho de hoje é: não coloque toda sua energia em coisas que desvanecem
A memória não se restringe apenas àquilo que lembramos, mas a tudo aquilo que o tempo nos permitiu preservar como legado. Ela nem sempre nasce do afeto, do consenso, como afirma Halbwachs, mas das relações de poder que atribuem a memória novos significados. Já a história, que figura no tempo como antítese da memória, sujeita-se à vontade de quem a seleciona, de quem a escreve. Assim, nessa relação dialógica entre a memória e a história, cabe ao espírito inquieto do pesquisador penetrar os silêncios, questionar os vestígios e avaliar tudo aquilo que a história legitimou como digno de permanecer em arquivos, bibliotecas e museus nacionais.
Aquilo que você teme que descubram, talvez Deus já esteja te alertando a evitar. Se fosse bom, não precisaria de silêncio.
Não me considero poeta, muito menos escritor, apenas deposito tudo aquilo que sinto em uma folha branca, dos quais olham e não julgam todos os meus sentimentos.
Não me dá paz essa palavra AMOR.
Mas nem é bem isso o que quero dizer.
Quero é aquilo que escapa ao nome.
Quero o que me olha e se esconde.
Perdoar, não é aceitar de volta! É se libertar e esquecer definitivamente que aquilo que te prende como escravo, existe.
