So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Da extrema liberdade nasce a mais completa e selvagem servidão.
A ciência revela uma parte, mas a Bíblia é a revelação completa de todas as matérias que o homem já conhece.
Pule, grite, chore, cante, viva, sorria, comemore!
Comemore muito o seu aniversário, poder completar mais um ano de vida é uma benção que o Senhor nos concede uma vez por ano, portanto, agradeça a Ele pela tua vida e comemore infinitamente a oportunidade de estar aqui, de bem com a vida, saudável, cercada da tua família e dos teus amigos. Muitas felicidades hoje e sempre!
A maior inspiração que um escritor pode ter é o amor. Nada mais completa sua alma do que descrever o quão perfeita é sua amada e, proporcionalmente, sua decepção.
"O meu todo se completa com retalhos de mim. Mas ninguém pode me transformar em cacos ambulantes. Todo ser, assim como uma construção, é feito por etapas. É fácil destruir. Difícil é construir, e mais ainda, RECONSTRUIR. Um prédio, leva-se anos. Um ser humano... toda uma EXISTÊNCIA!..."
Nenhum sofrimento dura para sempre; nenhuma lágrima se completa sem um sorriso, um dia. A verdade é que o Criador Supremo sabe o momento certo para cada um, pois é assim que tudo é perfeito. 🕊
Ao seu lado me sinto mulher, completa, absoluta, amada, desejada, todas as minhas células florescem numa explosão única de vida.
Crônica: O Mapa dos Textos Inacabados
Existe uma tirania da página completa. A exigência de que o pensamento seja redondo, a frase, lapidada, a ideia, finalizada e assinada com um ponto inquestionável. Mas a vida, convenhamos, não é feita de tratados; é feita de sussurros interrompidos, de notas de rodapé que nunca chegaram ao livro e de rascunhos rasgados.
Aqui reside o poder dos pequenos textos inacabados e eficazes, intrépidos e vorazes que falam sobre você.
Eles são a nossa verdade mais bruta, a confissão não autorizada pelo censor interno. Pense nas listas de supermercado rabiscadas, que revelam não apenas a fome, mas a pressa, a desorganização charmosa, a prioridade daquele dia. Pense nas mensagens de texto digitadas e apagadas, aqueles dez segundos de fúria ou de amor inarticulado, que morreram no limbo digital, mas que continham a essência do que a sua alma gritava.
Esses fragmentos são eficazes porque ignoram a burocracia do bom-tom. Eles não têm tempo para introdução, desenvolvimento e conclusão. Vão direto ao ponto nevrálgico: o desejo, a dúvida, o pico de alegria. Um haicai mental que, por sua incompletude, nos força a preencher as lacunas, convidando-nos à intimidade.
São intrépidos porque ousam ser feios. Ousam ser mal escritos, gramaticalmente incorretos, ou até mesmo incompreensíveis para qualquer um que não seja o seu criador. Eles quebram a regra de que a arte deve ser perfeita. São a prova de que a vida é um borrão maravilhoso, e não uma aquarela de precisão cirúrgica.
E são vorazes. Devoram a máscara social. Enquanto o seu currículo, sua biografia e seus posts cuidadosamente filtrados buscam construir a imagem de quem você gostaria de ser, o texto inacabado revela quem você é. Ele carrega o cheiro da ansiedade que o fez acordar às três da manhã e o arrepio do insight que durou apenas um instante.
O Ser Humano, afinal, é um projeto inacabado. Somos a eterna promessa, nunca a realização total. E é por isso que esses pequenos textos, que não pedem licença e não esperam aplausos, são os mapas mais honestos. Eles são os vestígios da sua mente em estado de fluxo, a prova de que a maior poesia está no que não foi dito por inteiro.
Portanto, olhe para os seus fragmentos. Eles não são falhas. São o seu diário mais íntimo, a crônica mais verdadeira de quem você ousou ser, mesmo que por apenas um instante e meia linha. A incompletude é a sua assinatura mais autêntica.
Esta incompletude é também um ato de resistência contra o "culto do impecável". Vivemos na era da curadoria da vida, onde tudo deve ser filtrado, editado e exibido como uma peça de museu. O fragmento, no entanto, recusa o palco; ele reside na margem do caderno, no verso do guardanapo manchado, na nota de voz que é cortada pelo barulho de um carro. Esse é o seu território sagrado: o não-lugar da performance.
Nesses nichos de verdade, a clareza chega como um raio, intrépida, e se esvai antes que possamos vesti-la com palavras adequadas. O texto inacabado é o registro exato desse instante fugaz de lucidez, antes que a razão o domestique. Ele é um pacto consigo mesmo: a promessa de uma ideia que talvez nunca se concretize, mas que foi, no seu nascimento, absolutamente vital. É o seu código secreto, a sua língua franca com o seu próprio inconsciente. E é justamente por serem inacabados que eles permanecem vivos. Se estivessem completos, seriam memória; como fragmentos, são eternas possibilidades. Somos todos, no fundo, a soma voraz desses pequenos textos à espera de um final que, poeticamente, nunca chegará.
E é nessa espera, nessa promessa suspensa, que encontramos a liberdade mais pura. O texto completo é um corpo fechado; ele não pode mais mudar, não pode mais se contradizer. Sua verdade é finita. Já o fragmento, o pequeno texto voraz, mantém todas as suas portas e janelas abertas. Ele carrega consigo o peso do "ainda não", a energia do "e se". Essa incompletude nos obriga a voltar, a tentar de novo, a continuar o diálogo com a página, com a vida. No fundo, a crônica da nossa existência é apenas uma coleção de começos brilhantes e meios confusos. E o maior ato de autoconhecimento é amar esse caos, reconhecendo que a única forma de o Ser Humano não se tornar um objeto de museu, frio e intocável, é permanecer, para sempre, um rascunho apaixonado.
O nosso legado, quando partirmos, não será a obra terminada que deixamos sobre a mesa, mas sim a pilha de papéis a meio. Não é o livro publicado, mas a anotação na margem que revela a dúvida mais íntima do autor. O que fala verdadeiramente sobre nós é o conjunto de pontos de interrogação que não conseguimos resolver, as ideias que foram grandes demais para caber numa única frase. São esses fragmentos de pensamento, carregados de vida não vivida e intenção pura, que se tornam convites para quem vier depois. São a nossa maneira de dizer: "Continue, a história não é minha, mas nossa". E assim, nesse mapa voraz e intrépido de textos inacabados, encontramos a nossa mais profunda e mais humana imortalidade: a de sermos possibilidade até ao último suspiro.
E eis que é assim o ser humano, dotado de mistério e imprevisibilidade, vivendo um incompreensível fenômeno chamado vida, dentro de um universo completamente adoecido.
" Sim, o mundo está doente e as pessoas povoam esse espaço em uma queda livre de desequilíbrio, carregando um emocional estraçalhado"
(...) Fica tranquila, já vou abrir essas correntes e te libertar desse cativeiro. Vamos sair juntos de tudo isso.
Só dói...
Hoje só dói...
Hoje não sei de mais nada seu...
Onde está? Com quem está? O que faz?
Se está feliz?
Hoje já não sou nada pra você...
Hoje ninguém se importa mais...
Não existe mais nós dois...
Só existe nas minhas lembranças..
E eu insisto em lembrar só das boas...
Não sei pq as ruins nem passam na minha mente... Elas foram apagadas.. E eu nem porque...
Eu nem nem porque tudo isso aconteceu...
Hoje eu abri o filtro dos sonhos e meu sonho era abrir em Londres com vc...
Só lembro de vc quando vejo e escuto Londres...
Virou uma palavra proibida pra mim...
Porque dói...
Eram nossos sonhos juntos...
Era uma esperança...
E hoje só dói...
Só dói....
Bom,muitas pessoas acham que gostar,se apaixonar e amar são a mesma coisa,e não são,mas só uma pessoa que passou pelas três vai saber a diferença.
Gostar é se interessar,achar a pessoa bonita,carinhosa,e as vezes misteriosa
Apaixonar é ser cego e só ver as qualidades,achar que a pessoa é perfeita
e Amar é você saber os defeitos da pessoa,os medos,o que a faz rir,e o que ela ama e mesmo assim querer estar com ela,saber que vão ter altos e baixos,brigas bobas e discussões feias,e mesmo assim querer estar com essa pessoa
na vida temos milhares de motivos para desistir mais tenhos amigas e amigos que nos anima para nós ficar firme e seguir em frente 💙❤️
Lembre-se Jesus te ama
