So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa

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“Só temos autoridade sobre aquilo que vencemos.— por isso, encare o pecado de frente e vença-o no poder de Cristo.”

Eu sou aquilo que faço
E sou aquilo que vai além dos meus atos
Eu sou aquilo que falo
E também sou quando me calo
Sou aquele que diz de mim
Mas sou também aquilo que digo do outro
Sou aquilo que vejo
E sou meu olhar, me olhando
Sou aquilo que penso e aquilo que nunca pensei
Sou o que me conheço
E sou também o que me descubro
Sou aquele que vive e aquele que morre
Que lembra que é lembrado
Que sabe que foi inesquecível
Mas que esqueceu...
E foi também esquecido por alguém
E alguém que já esqueceu de si mesmo
E alguém que alguém nem conheceu
Sou aquele que erra e que acerta
Que sonha acordado e sonhando
Sou carne e alma ao mesmo tempo
Tenho nome e sou inominável
Sou homem e sou inomemnável
Sou aquele que chora
E aquele que ri
Sou aquilo que sou
E o que não sou
Diz também de mim

“A tua vida só progride quando tu paras de fugir da verdade e começas a encarar aquilo que tens evitado há anos.”

A inspiração para escrever pode nascer da vontade de compartilhar aquilo que só você viveu ou aprendeu

Palavra para 2026. ATITUDE . Atitude para deixar Jesus entrar em meu coração e mudar aquilo que sozinho eu nao consigo.

Escutamos muitas vezes nas nossas vidas "fulana(o) só quer ser a santa,mas já fez isso e aquilo outro"...criatura... em vez de julgar,sinta-se feliz pela mudança daquela pessoa,é tão bom ver as pessoas mudarem para melhor,ver que se elevaram,nós mesmos já vencemos tantas más inclinações,e estamos vivendo melhor hoje com a graça de Deus ,então fiquemos felizes pelos outros também,não queira a prosperidade só para você,eu mesma quando olho para trás eu vejo o quanto mudei para melhor,e também vejo o quanto pessoas do meu convívio e pessoas que me fizeram tão mal,mudarem ,que até parecem que são outras pessoas, não são mais as mesmas,que benção meu Deus,parabéns para nós,a vida é isso,aprender a ser melhor que ontem e melhor que amanhã.

⁠Tirei de mim tudo aquilo que deu errado.
Só eu sei o porquê do existir, de um erro ultrapassado.

Algumas pessoas só se preocupam com aquilo que eles chamam de "umbigo".Acham que o Universo,Terra e outros planetas giram em torno delas.Odeiam compartilhar coisas com o próximo.A maioria são contra as religiões,vivem arrotando prepotência.São pais e filhos parasitas da Sociedade,disputando um trono pela suprema arrogância!

A escravidão continua viva quando quem foi oprimido chama de salvação aquilo que só existia para mantê-lo de joelhos.

OLHOS FALANTES


Seus olhos, vejo que seus olhos tentam dizer algo para mim...
Aquilo que só o seu coração senti
Que só você pode falar...
Mas ao mesmo tempo algo te prende
Talvez meu abraço possa te liberar desse medo...
Talvez meu abraço possa te dar força e coragem
Talvez meu abraço, passa ser a voz em seu coração...
E você possa sentir a transmissão de meus sentimentos.
Em seus olhos não tem como esconder
Aquilo que só o seu coração pode dizer
Eu vejo em você um amor, uma doçura
Uma simplicidade
Eu vejo em você uma flor
Um coração puro
Um amor de verdade...

Seguir o materialismo parte da ideia de que só devemos aceitar como real aquilo que pode ser demonstrado, testado e analisado empiricamente. Se o que existe é aquilo que pode ser observado e comprovado, então a matéria se torna o ponto de referência para a realidade. O problema surge quando alguém tenta provar a existência do “nada”, do vácuo absoluto ou do vazio metafísico, algo que, por definição, não pode ser demonstrado como uma entidade real.
Diante disso, pode-se propor um acordo simples: eu mostro aquilo que tenho de forma empírica, analisada, testada e existente; e você mostra aquilo que possui no campo abstrato, psicodélico, surreal ou puramente conceitual. Assim, cada um apresenta suas evidências e seus fundamentos, e a conversa continua em um terreno mais honesto, onde o que pode ser demonstrado dialoga com o que é apenas pensado ou imaginado.

Você só pode oferecer ao mundo aquilo que primeiro encontrou em si mesmo.

⁠Por trás da máscara, ninguém é aquilo que parece ser,e na frente dela,somos só farsas do nosso verdadeiro eu.

Idealizar é esboçar no coração aquilo que só se revela inteiro quando a vida o acolhe.

Só na presença de Deus temos o suprimento de tudo aquilo que é indispensável.

Quando o Mundo Chama de Difícil Aquilo Que Só Era Diferente


Há mulheres que passam a vida inteira tentando ensinar os filhos a caber no mundo.
Mas talvez a pergunta mais importante nunca tenha sido essa.


Talvez a pergunta correta seja:
por que o mundo ainda tem tanta dificuldade em acolher mentes que funcionam de formas diferentes?


Durante anos, olhamos para crianças neurodivergentes tentando encontrar apenas déficits, dificuldades e limitações. Como se tudo precisasse ser corrigido. Como se existir de maneira diferente fosse um erro de fabricação humana.


Mas a ciência começou a mostrar algo profundamente transformador:
cérebros diferentes não são cérebros inferiores.
São cérebros com caminhos próprios.


A neuroplasticidade revelou algo que muda completamente a forma como entendemos desenvolvimento humano, aprendizagem e inclusão: o cérebro está em constante adaptação. Ele aprende, reorganiza, cria conexões e responde ao ambiente o tempo inteiro.


Isso significa que amor, acolhimento, vínculo, segurança emocional, estímulos corretos e pertencimento não são apenas conceitos afetivos. São fatores biológicos que influenciam diretamente o desenvolvimento cerebral.


E talvez seja exatamente aqui que muitas famílias se quebram.


Porque mães chegam em consultórios carregando medo, culpa e exaustão. Recebem termos técnicos, laudos, avaliações, encaminhamentos… mas quase nunca recebem tradução humana para aquilo que estão vivendo.


Ninguém prepara uma mãe para ouvir que o filho é diferente em uma sociedade que ainda pune diferenças.


Ninguém explica o tamanho do luto invisível que nasce não pelo filho real, mas pela destruição das expectativas que foram construídas antes dele nascer.


E, ainda assim, diariamente essas mães levantam.


Pesquisam.
Aprendem.
Tentam.
Erram.
Recomeçam.


Em silêncio.


Existe algo profundamente cruel na forma como a sociedade exige que crianças neurodivergentes se adaptem o tempo inteiro, mas raramente se dispõe a adaptar o ambiente para recebê-las.


Chamam crianças sensíveis de difíceis.
Chamam crianças intensas de problemáticas.
Chamam crianças hiperfocadas de estranhas.
Chamam crianças que não suportam excesso de estímulos de mal-educadas.


Mas poucas pessoas perguntam:
o que acontece dentro desse cérebro?
como essa criança sente o mundo?
quanto esforço ela faz diariamente apenas para existir em ambientes que a esgotam?


Talvez uma das maiores violências da atualidade seja obrigar pessoas neurodivergentes a passarem a vida inteira tentando parecer neurotípicas para serem aceitas.


E isso começa cedo.


Começa quando uma criança aprende que precisa mascarar comportamentos naturais para não ser rejeitada.
Quando aprende a esconder sensibilidades.
Quando percebe que o problema nunca é exatamente sua existência, mas o desconforto que sua diferença causa nos outros.


Mas existe algo extraordinário acontecendo ao mesmo tempo.


A ciência moderna começou finalmente a confirmar aquilo que muitas famílias já percebiam no cotidiano: crianças neurodivergentes frequentemente possuem formas únicas de percepção, criatividade, associação, memória, profundidade emocional e construção cognitiva.


Muitas não enxergam o mundo pior.
Enxergam diferente.


E diferença nunca deveria ser tratada como ausência de valor.


O problema é que fomos educados dentro de modelos que tentam padronizar seres humanos. Como se desenvolvimento tivesse uma única rota correta.


Mas desenvolvimento humano não é linha reta.


É singularidade.


Cada cérebro possui ritmos, conexões, sensibilidades e formas próprias de aprendizagem. E quando uma criança encontra ambientes seguros, respeitosos e emocionalmente regulados, algo impressionante acontece: ela floresce.


Não porque foi “consertada”.
Mas porque finalmente teve espaço para existir sem violência constante.


Talvez o futuro da inclusão não esteja em ensinar crianças neurodivergentes a sobreviverem no mundo.


Talvez esteja em ensinar o mundo a não destruir crianças que nasceram diferentes.


E isso exige mais do que discursos bonitos.


Exige escuta.
Presença.
Informação acessível.
Empatia prática.
Ambientes menos hostis.
Educação emocional.
E principalmente: coragem coletiva para abandonar modelos ultrapassados de normalidade.


Porque nenhuma criança deveria crescer acreditando que precisa diminuir sua essência para merecer pertencimento.


No fundo, inclusão verdadeira nunca foi sobre tolerar diferenças.


Sempre foi sobre compreender que a diversidade humana é justamente aquilo que torna nossa existência tão extraordinária.


Inspirado nas reflexões presentes em “Sementes de Singularidade”, de Diane Leite.

Hoje ainda é o momento mais cedo que você tem para começar — tarde demais só é aquilo que já virou ontem.

"O homem é aquilo que ainda consegue escutar quando o mundo só quer falar."

Jalison santos tava certo quando disse:
"As pessoas só querem mal da aquilo é Bom."

⁠Só sabemos sobre as pessoas aquilo que elas dizem de si mesmas.

Agatha Christie
CHRISTIE, Agatha. Convite para um homicídio. Porto Alegre: L&PM, 2012