Sinto o Vento na Janela
Se lembrar de mim
Se um dia desses você lembrar de mim
Se um vento gelado bater em seus pés e te der calafrios
Lembre-se das nossas canções malucas
Aqui d’outro lado, também lembrarei de ti
E meu amor te esquentará.
Se você olhar pela janela com a coragem que sei que tens
Escutará as palavras de um mundo bagunçado
Sentira o cheiro da hipocrisia
E assim como eu, verá a solidão na imensidão do céu
Mas não se esqueça, jamais perca o folego
Enquanto precisar estarei aqui, só para ti.
Se acordar de madrugada com sede
Não esqueça que a vida dorme ao seu lado
Que a liberdade é leve, e que meu amor é sincero
Se achar se sumi, escute com atenção o silêncio na madrugada
Pra mim ele sempre grita a sua ausencia
Nunca deixou-me esquece-la
Se um dia te mostrarem uma mágica, apenas sorria
A mágia maior é superar os próprios medos
E não chore a dor de outro amor, em breve te trarei novidades
Te alegrarei no ultimo instante
E não sobrará nenhum rastro do sinismo
Se o telefone tocar, atenda
Mesmo que não entenda, a força vem do coração
Mas não deixe que ele se afogue em esperanças
As vezes é preciso esquecer os velhos caminhos
Preste atenção querida, pode até não parecer óbvio
Mas na vida é a gente que inventa o amor, e também enfrenta a dor
Olhe sempre nos meus olhos, e você sempre verá um sentido
O tempo nunca levará meu amor por ti, nunca.
Sou fruto, vento, paixão, poesia. Mutação, luz, renascimento. Delírio, desejo,loucura, segredo.Pele, cheiro, cor, amor, riso.Corpo, magia e melodia.
Você falava, e eu fingia ouvir
Então pensava, quem vai me tirar daqui?
E, a cada sopro do vento,
Eu sabia que o tempo curava, me ouvia
Note que o mundo é feito de peças de domino
Qualquer vento
Pode nos derrubar...
Note que o tempo passou,
Já não se cantam mais aquelas musicas..
E as crianças, já não são mais crianças...
Note que o amanha foi ontem,
E já não temos mais o que esperar...
Não temos mais de que duvidar...
Note que você caminha
devagarzinho para o fim...
Então porque não aproveitar?
meu coração quebrou, mas não tive tempo de reconstruir. Quando fui fechar a porta, o vento já tinha levado todos os pedaços que tinham ficado para trás.
Eu queria ser o vento e poder ir ao infinito, e assim poder com meus atos tornar o mundo mais bonito
Quanto tempo eu vivi como um Dom Quixote! Quanto tempo eu perdi lutando contra moinhos de vento! Passei a vida toda tentando amar em silêncio como se isso fosse possível. Mas o amor não se cala, nem quando escondemos dele todas as palavras. Qualquer tentativa de sufocar a sua voz será em vão. O amor é um grito que mesmo contido ecoará como um estrondo ensurdecedor no silêncio abissal da solidão.
Afasto-me, isolo-me por vezes de pessoas
Envolvo-me a bichos, a vegetal, ao vento
Na vontade de entender o que está acontecendo;
A dúvida me responde.
Requisito audiência com Deus,
Sou consciente do que fiz;
Quero apenas ter a certeza
Que um dia serei feliz.
A chuva acalenta, me sossega, me acalma e o vento que impele o ar sopra para longe minha angústia, meus medos, minha aflição. Essa chuva leva os sentimentos ruinosos depositados em meu coração durante todos esses - longos - anos, lava minh’alma e traz paz. Posteriormente chega o sol e traz consigo uma luz que me aquece e traz esperança. Esperança que estava adormecida, esperança renovada. Algo que de repente me faz sorrir, me faz esquecer de tudo aquilo que a chuva levou.
A porta, que tantas vezes estava abertaHoje esta fechada.Pelo impulso de um simples vento, jogada contra a parede, batendo e voltando a fechar-se.O frio que me consome, como se inverno fosse, da porta nada entra,é apenas um gélido coração congelado, de uma jovem apaixonada,cansada de sofrer.
“Faz frio aqui dentro e lá fora o vento canta. Queria entender o que traz em sua melodia. Ás vezes, chega a ser assustador, mas ele não para. As portas batem. A janela estremeci e eu,aqui, junto ao edredom aguardando o sono que teima em não vir. A cabeça doe. O estômago reclama e o coração? ah, esse já não tem explicação. O telefone poderia tocar, poderia tocar nesse momento. Como faria feliz quem agora deita na solidão"
Quero viver e de todas as possibilidades que o vento me sugerir vou tirar proveito de cada uma sem me perder completamente.
Destino
Soprava o vento
na vela de um veleiro
e o marinheiro
aportou em outro cais
fecha os portais
do coração aventureiro
que o verdadeiro
amor não se desfaz.
Tantas palavras jogadas ao vento, tantas mentiras, tanta ilusões. É assim que eu resumo um pouco da minha vida. Vivo rodeada de mentiras o tempo todo e todas elas me fizeram mais fria. Nunca pensei que crescer e ser uma adolescente pudesse ser tão ruim. Se eu soubesse como iria doer, teria escolhido ser uma eterna criança. Como uma eu não teria preocupações com amor, a única perda seria de meus brinquedos que pelo tempo seriam gastos. Seria da minha roupa preferida ter sido jogada por estar muito gasta para continuar a ser usada, seria o medo da cuca que vinha me pegar quando mamãe fosse a feira e o papai fosse trabalhar. Comparo a cuca no meu tempo de criança com o amor no meu tempo de adolescente. Ele assusta e chega até machucar.O amor é assim, vem volta, acaba começa, é bom e ao mesmo ruim, é difícil mais impossível de se viver. Mais também não espere que a sua outra metade da laranja chegue para que você possa tentar ser feliz. Apenas construa os degraus para a felicidade, no topo da escada a surpresa será dada. Apenas viva e não espere que lhe tragam flores. A vida e amarga, mais sempre vai ter um pouco de mel para adoçar.
Hoje estamos vivos e presentes no mesmo instante que a chuva cai, o vento sopra e os filhos nascem. São dias gloriosos. Mas estão sendo dias de luta, lutas difíceis, porém a amizade nos une e nos fortalece de maneira tão limpa que nem nosso coração tem capacidade de enxergar, apenas sente, e admira essa pureza tão singela.
Sinta o suave som do piano, com notas leves e bem preparadas. Agora sinta o vento batendo em seus cabelos, vento do qual lhe trás boas lembranças. Chore, agora o som está mais forte. A ponte se partiu, sempre terá alguém te esperando. Escreva suas lágrimas em grandes avenidas, onde eu me perdi um dia. Veja nas prateleiras pessoas feito lama, vindas de outro país. Seja deserto e bem prático. Lembra da música? Ela ainda toca, está no refrão...Escreva em grandes avenidas nomes dados as velas, tente colorir suas vestes com pequenas notas de música. A música agora está lenta, tudo passa devagar. Da muita vontade chorar, não chora até uma borboleta quando perde as asas não para de voar. Chega a uma rua, onde as pessoas te olham e você roda. Lembra da música, ela ainda não parou...Venha pra perto de mim, sente-se em algum lugar , observe os gestos faciais, todos querem alguma coisa. Todos querem desabar, cadê seu amor, cadê o meu amor. Venha me encontrar, estarei no mesmo lugar, junto as mesmas pessoas , ouvindo a mesma música. Só esperando você chegar...
