Sinto o Vento na Janela
E dentro de mim sempre terá uma parte de você
Uma parte obscura que nem eu mesmo avia conheciencia que existia
E eu sei,que você nem lembra más de mim
Que apenas fui mais ‘’um livro em sua enorme estante’’
Sei que os rios e mares que chorei por você
Era apenas mais um choro,de uma menina cujo o coração vc quebrou
e com os cacos me cortei
chorei por você,morri por você
E hoje aprendi que minha felicidade,depende apenas de mim
E o espaço vazio que voc~e deixou
Hoje completo com meu próprio amor
Na calada da noite me deparo com os som
um som família aquele que se chama vazio
Um vazio como um pote
Um vazio como o vento ecoando no ar
Na batida de um som
Mais um som que ezala amar em cada respirar em um luar
A vida é essa contante troca de cenários. Eu ainda tenho essa fraqueza. Aceitar mudanças. Não de casa, não de cidade. A mudança que me desnorteia é a das pessoas. Que bom seria se todas continuassem como aquelas que ainda habitam nas minhas memórias, rindo, brincando, correndo. Sem mágoa. Sem intriga. Sem fofoca. Talvez as pessoas matem muito sua essência quando crescem. Talvez olhem muito para si e menos para os companheiros de jornada. Minha fraqueza ainda é essa: Quanto o vento da mudança sopra, eu ainda me seguro para não sair voando, ao invés de construir meu moinho de vento.
Voe o mais alto que puder, pois serei o vento que te fará voar.
Voe o tempo que quiser, pois serei a terra que te fará voltar.
Escute os pássaros, eles falam por mim, sinta o vento, ele toca seu rosto e dança nos seus cabelos como minhas mãos desejam.
O vento leva e traz lembranças como o capitão destruidor do sonho da liberdade, traz de volta os medos e as angústias dos piores momentos da vida de um ser demasiadamente humano.
Desejo apenas que o sentimento encontre refúgio em algum barquinho quando os ventos não forem muito favoráveis no oceano do pensamento.
Chuva caindo do céu para o mar.
Vento soprando a brisa ao mar
chuva molha e deixa desaguar todas as magoas que o dia a maltratar, limpa-me chuva e deixa molhar as impurezas da carne e tudo passara.
PREPARAÇÃO PARA A MORTE (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Faço enquanto vivo
Meu testamento
Que tudo fique ao vento...
Meu cadáver enrijecido
Ventre inchado de hematomas
Busca guarida
Em casa de paredes suaves
Faz então sepultura
E eu fui ao seu encontro, mas você se escondeu atrás de suas amigas negras e o cruzeiro nem deu um oi, só eu e meu amigo vento estávamos lá.
Todo vento que sopra serve ao meu favor
Toda pedra que cruzo serve pra construir meu templo interior.
Sou navegante de meus sentimentos
Olhos atentos em busca do amor
Como tê-lo sem vê-lo, eis aí a minha dor
Me sinto só com teu perfume aos ventos
Hei de encontrar a minha prometida
Queira ela ter o mesmo sentimento
Palavras jogadas ao vento nesta solidão
Pois, ela é fruto da minha imaginação.
Deixei o vento sopra meu rosto,
e ele trouxe de longe algo de bom.
lembrança de coisa e gente,
que pra sempre fica na memória.
Vento, vento que vagueia por todos os lugares,
que leva e traz cheiro do bem.
me leva pra longe eu quero sonhar também.
Ar feminino do fogo
O ar feminino do fogo
Abranda-se em sua formosura
E com seu prazer sensitivo
Lambe a carne das coisas
Com veemência expõe-se
Lançando seu desapego
Interpretando sua composição
Faminto oscila, baila, flama.
Devorando-se como a um grito
Chega ao seu ápice, expurga e fim.
Apenas cinzas fitaram o vento
Apagadas e frias ressaltam...
O ar feminino do fogo jaz sem luz.
Enide Santos 16/06/15
Algemas de ouro nos prendem
nos fazem deixar de acreditar
que há coisas como o vento
que se sente mas que não se pode explicar.
