Sinto me So no meio de Tanta Gente
Professor
Professor meio louco, é pouco!
Varrido da cabeça.
Vende jóias de Vilar dos Teles a Sta Tereza.
O de Matemática lembrou da Cabala. Como "consórcio" pré aprovado vende papelzinho numerado...
Mais parece bicheiro disfarçado.
O de Física largou a Quântica.
Por A+B na sua dinâmica, provou certa distância de um só corpo com relevância,
Ocuparem 2 lugares de importância, ao mesmo tempo e sem discordância.
O de Inglês traduz as letras,
Que resumidas em tinta preta em diversas camisetas,
Formam o vestuário do professor.
O de Artes é criativo, usa milho, arroz até feijão...
Pinta e cola, contorna com grãos, os trabalhos do marmanjão.
Melhor dar aulas depois das suas
Só pra ganhar de duas em duas as sementes pelo chão.
E eu aqui feito bosta,
Querendo ver a imagem posta
Do professor, tal agente da transformação!
Só se for neste sentido:
Professor - Bicheiro embutido.
Físico - Borracheiro falido.
Professor Tradutor de vestidos.
Artista - Quitandeiro metido...
E eu orientador perdido
Desse gênero Anjo-Caído!
Rosane Iadanza
24/05/2007
~~Minha alma chora! na emoção do poeta,
Meu mundo se encanta na fantasia!
Acordo meio sonolenta, com as letrinhas.
E de madrugada faço minha poesia!
Vejo a inspiração contagiando o amor,
Dois lábios na entrega absoluta,
Duas almas! duas vidas!
Em um papel faço toda biografia.
Se minha caneta não tiver tintas,
Começo a rabiscar na parede!
Reboco de areia misturada na poesia!
Assim nasce a minha imaginação! choro!
E grito na noite fria! pela linda poesia.~~
A melindrice cresce em nosso meio, pessoas sensíveis demais e que não conseguem ser exortadas e nem corrigidas, porque tem como certo somente o que pensa.
Um relativismo que prejudica.
Individualismo crescente.
Não era como as outras, sua pele alpina a tornava única. Em meio de varias, se tornava algo essencial para minhas noites. Tua áurea era diferente das demais, havia um toque divino. Não precisava de explicação, somente de compreensão.
Hoje acordei assustada
Com o sol já meio alto
Não estou acostumada
A levantar assim de assalto...
Bom dia pra quem ainda não falei!!!
E lá estava, sentada na cama em meio a tantas lembranças, sonhos fracassados e medos absurdos. E assim la estava, em meio ao caos, estava sorrindo!
A âncora é o último refúgio do marinheiro. É a esperança no meio da tempestade. Somos um pouco disso um para o outro.
No meio das tuas pernas eu vejo poesia. Como o homem pode banalizar tamanha beleza ? Mistura de ritmo com calmaria, minhas mãos são impuras para alcançar sua leveza por isso uso meus lábios para lhe tocar e minha língua para a acariciar. Tão bela, tão pura e tão delicada, podia se dizer que é flor, mas até à mais bela de todas murcha, então tu, maravilha reprimida que grita sem voz, arma das inocentes e trunfo das galderias.
Mulher, não sabes o valor que carregas no meio das tuas pernas, por isso não banalizes, ama-a, toca-a, deixa que a beijem mas em nenhum momento a deixe em mãos que carregam pobreza espírita.
VEM CHEGANDO A PRIMAVERA
Ela vem chegando de mansinho
nossas flores desabrochando
em meio às ervas daninhas
vai aos poucos se expandindo
e nosso caminho vai colorindo.
Ela vem chegando
Quiçá traga também chuva mansa
para nosso solo sofrido irrigar
que venha como cirenda de criança
com sua alegria a nos extasiar
Ela vem chegando
toda prosa everso - é primavera
não há quem deixe de desejá-la
com ela nos enlevamos em quimeras
por isto estamos todos a esperá-la...
mel - ((*_*))
MINHA GUERRA
Em meio a quaisquer tipo de guerra, quem sai perdendo é a verdade... E sem a menor sombra de dúvidas, o ferimento maior ver-se na sociedade que fica entre o fogo cruzado, entrincheirada na incerteza dos fatos. Quase sempre maquiados por ambíguos interesses de diversas tendências...
Contrição do poeta do cerrado
De que vale ter saudade
Aqui no meio do cerrado
Se caminhasse hoje chegaria tarde
No ponto de partida,
bom é ficar calado
A vida não é covarde
Apanha-se o semeado
Não adianta ter alarde
No descuido que tenhas plantado
Nem remorso que na razão arde
Viva sua arte, encarnado...
Ontem senti seu amor novamente. Em meio as lágrimas e ao frio da saudade, ele me agasalhou e admitiu que me amava. Assim como você fazia.
A primeira vez que me viu ele atravessava a Paulista. Eu estava com o cabelo meio oleoso. Vestia aquele casaquinho preto que soltou o forro. No olho direito tinha um pouco mais de maquiagem que o esquerdo. Ele contou duas covinhas perto da bochecha. Tirou um pouco da terra que tinha ao redor da minha boca e fez as contas rápido: eu era dois anos mais velha que sua irmã mais nova. Ainda estava no chão, caída perto de um montinho de sujeira. Ele segurou o documento com as duas mãos, guardou-o na carteira e me levou pra casa. No trajeto Paraíso-Consolação pegou o documento de novo e reparou que era a primeira vez que via alguém tirar foto 3x4 com um sorriso grudado na cara. Riu do sorrisinho verdadeiro e me colocou no bolso do seu casaco cinza. Trocamos o primeiro e-mail depois que eu já dirigia sem carteira tranquilamente, e que ele havia correspondido com três garotas que nunca perderam o documento próximo à estação do metrô Trianon. Marcos está no último período de Ed. Física.e vai ser meu personal training em 2015 quando eu estiver podre de rica escrevendo uma coluna na Vanity Fair. Marcamos um encontro e eu estou prestes a cancelar porque morro de medo de decepcioná-lo. Pra ele eu sou a escritora, da revista, do site. Aquela que fala alto pisa firme e tem resposta pra tudo. Aquela divertida, com piadas confiantes. Pra ele, eu sou a menina do bolso furado. Acredito.
Muita coisa mudou, admito.
Ainda seguindo por caminhos estranhos e meio tortos - mas hoje independente da velocidade ou direção. Ainda meio louca, um pouco fraca e tão errada - mas hoje sem a pretensão de fingir um equilíbrio inexistente. Ainda frustrando toda e qualquer expectativa - mas hoje sem esquecer de que nada é permanente.
Quer saber mesmo a verdade? Hoje estou à procura de novos erros, pois, os antigos.... Ah, esses eu já deixei no passado!
E pelas ladainhas nostálgicas em manhãs de domingo meio santo, eu deveria tê-lo o céu como recompensa.
Naquele momento onde queriamos sentar em meio ao nada e junto a tudo ao mesmo tempo...
onde o ceu e a terra se fundem num beijo infindavel e amoroso...
onde o bem e o mal existem,mas de acordo com o que quisermos vestir neste dia...
Antagonismos de um momento unico..porem nunca tao verdadeiro!
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