Sinto falta do meu Passado

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Que meu silêncio seja a melhor arma na guerra de palavras injustas.

Eu achava que aquele seria o último poema meu para você, mas ainda há um pedaço seu em mim, talvez um pedaço permanente.
Eu juro que tentei deixar esse sentimento de lado, pena que é a ele que me controla.
Meu coração sempre foi lento mesmo em aceitar despedidas, só que quando soube da sua partida — vi que meu amor por você continuaria viva, até o silêncio pareceu mais pesado e percebi — sua ausência vai me afetar em tanto.
Minha visão vendo você ir embora irá ficar por algum motivo embaçada, pelo menos irei tentar aceitar oque mais dói.
Você não foi feito para ficar.

Se meu silêncio te desconcerta, é que minha essência não é porta aberta.

A sombra do invisível cobriu o trono do dia. Nenhum fogo ardeu no altar do meu peito, nem o verme da solidão ousou roer minha paz; contudo, chorei pela ausência de um Deus que esqueci de inventar.

O meu valor não é garantia de prazo de validade...

Meu amado Deus
Você nos deu um mundo maravilhoso
Para vivermos
Depois que você criou o céu
E a terra
A terra você fez
Muito bem
Com flores à beira do
Oceano
Também à beira do oceano havia
Muitas árvores
Alguns pássaros você fez
Com suas mãos sagradas
Eles já pescaram sua
Comida para comer
Agora estão descansando
Nos galhos das árvores
E também cantando para nós
Suas lindas canções
Eu, pessoalmente, gosto de ouvir
Os pássaros cantando
Agora o fim do dia
Chegou rápido
O sol se pôs
E todos nós vimos o pôr do sol
Agora a noite chegou
Os pássaros voltaram a voar

Meu sentimento por você é real,mas as vezes quando eu mim pego pensando em você e algo Sobrenatural,a cada detalhe no seu olhar,no seu rosto,no seus belos olhos é mais que o suficiente para meu amor por você aumentar.

O sol mal desponta e, antes mesmo da claridade invadir o quarto, meu pensamento já te encontra. Nenhuma luz, por mais pura que seja, se compara ao brilho que vem do teu rosto. O café aquece, o ar renova, e o mundo entra em pausa enquanto peço ao tempo o privilégio de seguir os meus passos junto aos teus. Basta saber que os teus olhos se abriram para que o meu dia encontre sentido. Você é a minha calmaria, o cais onde descanso e o jardim que floresce, mesmo nos dias de deserto.

Tá no meu sangue colocar um sorriso no seu rosto...

"Já dizia Jalison Santos:


Eu não quero ser bom ou considerado; o meu objetivo é trazer sorrisos para as pessoas."

A Caligrafia do Abismo
Nesse mundo de incerteza, sou um poeta.
Meu caderno é a vida escrevendo o tempo,
onde o meu próprio abismo se deita
e se confessa ao papel.
Em linhas tortas escrevo,
procurando a mais perfeita caligrafia.
Mas a perfeição é um espelho quebrado
que nenhum poeta consegue juntar.
Basta-me o verso que foi rascunhado
na urgência febril de não sufocar.
Amanhã o calvário retoma o seu curso,
e a vida me pede outra vez sacrifício.
Não busco o aplauso de nenhum discurso,
só a paz de quem vence o próprio hospício.
—Rodrigues BFK

Quando penso em você, nada mais importa. Meu coração se enche de alegria, meu amor por você é puro e verdadeiro. Quando estou com você, fico rindo, só sinto você no meu coração, gosto de você. É a flor mais linda que entrou na minha vida.

"Como sabiamente ironizou meu grande amigo, Agnelo: 'Você não tem coração e nem vasos sanguíneos; você tem um provedor... um provedor com fibras ópticas.' Sob uma perspectiva filosófica, psicológica e científica, a metáfora traduz a seletividade da inteligência emocional. Os homens de caráter e de virtudes adentram o coração e, em sentido figurado, irradiam-se pelos vasos sanguíneos, integrando-se à memória afetiva e aos valores que sustentam a existência. Os desprovidos de nobreza moral, ao contrário, jamais alcançam esse espaço. São apenas recebidos pelo 'provedor' da racionalidade, percorrem as fibras ópticas da percepção como informações transitórias e, tal como dados sem relevância em um sistema de alta eficiência, são imediatamente filtrados e descartados, sem jamais encontrar abrigo no coração."

Eis que faço a minha confissão. Ó meu caro amigo, bem sabes que minha loucura tem asas e não cabe na casa. Escrevo versos contidos, hinos à natureza e ao amor, mas minha mente tem mil voltas e arduamente tento educar minha insanidade que quer gritar obscenidades e clamar pela justiça e a liberdade com sons histéricos e canções insandecidadas de minhas mãos já conhecidadas. Mas tranco minha loucura com grades de ferro e espero que ela morra de inanição. Se eu pudesse falar tudo que eu penso, não restaria pó sobre pó, porque eu sou mais do eu mesma e meu ser não conhece o limite do céu. Escrevo versos educados, mas minha boca quer comer o mundo e regugitar outro planeta. Sim, sou louca, e não posso me ofender com a verdade se meus dedos digitam acorrentados. Não quero assustar o mundo, nem acordar os passarinhos, mas vivo enclausurada em mim mesma, calculando os meus passos e não há margaridas nem begôneas que me contenha. Tenho palavras na boca que não podem ser ditas. Como eu seria livre se eu pudesse me expressar realmente quem sou. Mas não quero que me joguem novamente no calabouço, esse pouco ar que eu respiro me é sagrado e meus poemas são falseados se eu quero extrapolar todos os limites, mas respiro longamente e me limito. Sei que eu nunca poderei ser eu mesma, que a educação sempre calará minha garganta. Mas do amor eu sinto eu não minto, essa é a única verdade dos meus versos cabaleantes, adornados por palavras que desconheço, porque minha sinceridade é do tamanho da minha loucura e seu amor foi a única sanidade que me restou. Não espero ver sua face novamente, bastam-me as lembranças e já tenho metade do céu. Quem ousaria declarar sua insanidade assim tão cruamente? Vivo em uma linha tênue entre a razão e a loucura, mas se te amo há tanto tempo, bem sei que meu amor é verdade e sobrevive heroicamente sobre minha oscilação. Já não me importa mais quem sou, se tristemente vivo o que esperam de mim. E eu queria gritar no sol da tarde até acordar as estrelas e difamar o universo. Morre minha loucura na minha constante educação. E você continua como esperança em forma de canção. Que Deus ouça minha oração.

"Já dizia Jalison Santos:
Me chamar pelo meu nome significa que você não me ama."

Bom dia, pra você que está lendo está mensagem! Deus, que meu dia seja muito abençoado e de todos os meus familiares, que me guarde na minha ida e na minha volta ao sair e que envie os seus anjos para me proteger. Amém..

Com o tempo, descobri que não é possível abraçar o mundo inteiro tão somente com o meu abraço...

- Sabe que não dói mais como antes? – disse-me ela, fixando o olhar em um ponto oposto ao meu, na tentativa de não ter sua evasiva analisada por mim.
E continuou a se enganar.
Saiu com os amigos, dançou, pulou, sorriu, falou alto, exorcizou os demônios, se indispôs com alguns anjinhos, se sentiu livre, feliz... Feliz? Quase feliz...
O fato é que dali a alguns dias, o telefone começa a tocar... Opa! Admirador na área! A vida seguia seu rumo. Afinal, essa é a ordem natural das coisas, não é mesmo?
A palidez de seu olhar, entretanto, denunciava a ausência de emoção em sua voz, por mais que se esforçasse gentil...
Mais alguns dias, e um bouquet à porta...
- Puxa vida! Deve ter custado uma nota!
Ela não reparou na beleza das flores cuidadosamente escolhidas e arranjadas por debaixo de um belo cartão enviado... Rosas vermelhas! Mas rosas que não exalavam cheiro de amor, não lhe representavam nada, muito diferente daquele bouquet recebido meses atrás, no dia de seu aniversário...
Mesmo assim, recebeu, agradeceu e sorriu, com direito a sufocar toda dor que sentia naquele momento...
Foi aí que a realidade lhe caiu à cabeça...
Na verdade, ainda doía. Na verdade, ainda não tinha passado. Na verdade, ainda estava em carne viva!
Então ela percebeu que ele tinha mesmo ficado, ficara em forma de ferida, que com o tempo se tornaria uma cicatriz.
Por enquanto, ainda estava visível... E por isso, as pessoas se afastavam com medo de se machucarem também, e outras, queriam curá-la, algumas até mesmo escondendo a própria cicatriz, pequenina com o passar dos meses...
Ela sabia que um dia a sua cicatriz também se reduziria, seria levada para outra parte do corpo, talvez para um lugar que não mais lhe incomodasse ou pudesse ser vista à olho nu. Porém, ela continuaria ali, contornada pelas lembranças que se fixam à pele como se dela fosse parte... E ainda que outra pessoa a fizesse sorrir, vez ou outra, a cicatriz seria apontada, questionada, encontrada...
Mas ela sabia que ele também carregaria a mesma cicatriz... E mesmo que outra pessoa o fizesse sorrir, ela continuaria ali, marcada em seu corpo, tatuada à pele, fazendo parte dela... E se algum dia não fosse mais encontrada, ainda assim ela estaria ali, tatuada à alma, uma cicatriz na alma, completamente impassível e imune à qualquer tratamento de cura...

Não me culpe se meu corpo tem vontade própria,
se meu desejo desconhece o “dever ser” ou “deveria ser”!
O desejo não tem regras.
O corpo não tem regras.
O amor não tem regras.
A vida não tem regras.
O que eu tiro disso tudo?
Que não há nada mais urgente que viver!
E, sinceramente, eu tenho pressa!

Eu to começando a achar que é muito egoísmo meu sentir tudo isso só por você!