Sinto falta do meu Passado

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“O meu império trilionário é construído para provar uma única coisa: que a abundância extrema não é um privilégio do acaso, mas o destino inevitável de quem decide transformar o mundo.”

“As portas que o meu ecossistema abre não são para poucos; são avenidas gigantescas criadas para quem tem a coragem de caminhar lado a lado com a história em tempo real.”

A porta fechada nunca existiu — era apenas a chave sonhando com liberdade. O espelho engoliu meu rosto e cuspiu um rio que eu não sabia que carregava. As horas fugiram do relógio e foram morar no vazio entre duas respirações. Eu procurei minha sombra e encontrei luz demais, procurei luz e encontrei a noite me esperando de braços abertos. O silêncio falou tudo o que minha voz tinha medo de dizer, e minha voz, então, virou silêncio por gratidão. Não há caminho — apenas pés que insistem em andar mesmo quando o chão se desfez em perguntas. Não há destino — apenas olhos que enxergam sentido onde o acaso dormia. Eu sou o que nunca fui, sou o que ainda não cheguei, sou o intervalo entre dois batimentos onde a vida inteira acontece. E nesse nada que tudo é, finalmente, me encontro inteiro.

Meu quarto enferruja, meus cigarros queimam e o tempo passa — mas alguma coisa em mim ainda se recusa a desaparecer

Foi assim:

Depois de algum tempo em São Paulo, meu irmão conseguiu comprar o primeiro carro da família. Como não podia deixar de ser, era um Fusca 67 azul, muito lindo. Aliás, o mais lindo do mundo.

No dia da compra, nem trabalhamos direito. A ansiedade para pegar o carrinho era enorme. Já era quase noite quando meu irmão finalmente chegou com o dito cujo.

Tudo certo. Arrumamos nossas malinhas no porta-malas. Naquela época, tínhamos mais felicidade do que coisas para carregar.

Pegamos três amigos e... estrada.

Assim que escureceu, surgiu o primeiro problema: cadê a luz dos faróis? Havia apenas uma claridade fraquinha. Nada, porém, que um eletricista de beira de estrada não resolvesse. Instalamos um par de faróis "Tremendão", moda da época, que consumiu boa parte das economias reservadas para a viagem.

Problema resolvido, seguimos viagem. Só alegria.

Depois de rodarmos mais uns 250 quilômetros, próximo a Avaré, apareceu outro pequeno contratempo: um pneu furado.

Coisa simples. Bastava trocar o pneu e seguir viagem.

Abre o capô, tira as malinhas. E eram tantas que cobriam o estepe.

Quando finalmente pegamos o estepe, veio a surpresa:

— Vixe! Está vazio!

Na pressa da viagem, ninguém tinha verificado as condições do referido pneu.

Era madrugada. Frio. Mês de junho. E lá fomos eu e um amigo pedir carona para encontrar um borracheiro sabe-se lá onde.

Depois de alguns minutos, parou um caminhão-cegonha. Sem muitas explicações, o motorista mandou que subíssemos na carroceria.

Se parado já estava frio, com o caminhão em movimento a situação piorou muito.

Rodamos uns dois quilômetros até que ele parou e nos chamou para a cabine aquecida.

Logo encontramos um posto com borracharia e restaurante. Enquanto o pneu era consertado, aproveitamos para tomar um café.

O motorista, como todo caminhoneiro, conhecia praticamente todos os outros caminhoneiros da estrada. Não demorou para encontrar um colega que seguia no sentido contrário ao dele.

Ficou fácil.

O outro motorista nos deixou perto do Fusca e ainda manteve os faróis do caminhão acesos para facilitar a troca do pneu.

Quando terminou, enchemos o homem de agradecimentos e... estrada novamente.

Como todos morávamos em Santa Mariana, a distribuição dos três amigos foi rápida.

Sempre que voltávamos para casa saindo de São Paulo, avisávamos nossa mãe.

Que castigo!

Ela passava a noite inteira nos esperando.

Mas fazer o quê?

Mãe é mãe.

Dormimos algumas horas, tomamos café de bule e partimos para a missão mais importante: mostrar o Fusca para a cidade.

Afinal, ele era objeto de desejo de muita gente. Naqueles tempos, ter um carro era privilégio para poucos.

O coitado do Fusca ainda estalava por todos os lados, consequência da longa viagem.

Azar o dele.

Tínhamos compromissos mais importantes.

Meu irmão ao volante e eu de carona, fomos direto para a cidade.

Paramos em frente ao Cine Plaza e ficamos ali, do lado de fora, exibindo nosso troféu com o mesmo sorriso de uma criança que acaba de ganhar um presente.

Não demorou muito e apareceu um conhecido (nome omitido por ordem judicial).

Para os nossos padrões da época, ele era milionário.

Nem nos cumprimentou.

Ficou olhando para o Fusca e disparou:

— Ué... a firma onde você trabalha deixa você viajar com o carro dela?

Tudo bem que o carro ainda não era exatamente da família Mattos. Era da financeira, e ainda faltavam vinte e quatro prestações — justamente as vinte e quatro do financiamento.

Mas ele não precisava ser tão maldoso.

A frase caiu como um balde de água fria.

Tirou um pouco da nossa alegria.

O dia perdeu o brilho.

Perdemos a vontade de passear pela cidade e voltamos para casa.

Para perto da mãe.

E, pensando bem, talvez ali fosse mesmo o melhor lugar para estar.

Eu sou um poeta
Eu sou um escritor
Eu sou o amor
Graças ao meu Senhor

⁠O seu grito de amor rompeu a surdez do meu coração.

⁠foi quando o seu olhar no meu se encontrou, então vi que me amava, e eu não podia mais resistir.

Você foi o meu inesperado mais esperado,
Você me tocou sem nem precisar me tocar!

⁠o teu nome estremece tudo em mim,
minha proteção, refúgio e esconderijo meu

⁠Eu estou segura porque o meu Deus me faz habitar em segurança...

⁠Aos meus inimigos, o meu Deus os tem e fará tudo que declarado já está,
Então eu cantarei altos louvores de agradecimento a Deus

⁠O sorriso é meu , mas a razão é você.

⁠Nada faz sentido sem você do meu lado.

Sou um forasteiro, não tenho preocupação com que você pensa ou fala a meu respeito, vim aqui cumprir com o Ide e voltarei para meu lugar de origem!⁠

⁠De repente eu vejo na proa do meu barco, sereno, O MEU AMADO, dizendo não temas, eu estou no comando do barco!!!

Mas ali, no silêncio do meu arrependimento,
ouço passos de misericórdia se aproximando.
Não são passos de acusação,
mas de um Pastor que conhece cada ferida minha.


Ele não desvia o olhar da minha vergonha,
Ele a atravessa com amor.
E, com mãos marcadas por pregos,
não me aponta o dedo —
me ergue.

Meu pecado, Ele tomou.
Minha culpa, Ele levou.
E agora, quando me vejo fraca,
é quando mais posso ver
a força da Sua Graça.

Não confesso o que meus olhos mostram,
Confesso o que minha fé declara:
Que o meu Deus é fiel em toda promessa,
E mesmo em silêncio, Ele nunca falha.
Eu digo: “Sou forte!”, quando me sinto fraca,
Pois o Senhor é quem me sustenta na caminhada.
Eu digo: “Vai dar certo!”, mesmo sem direção,
Pois sei que Ele guia meu coração.
Fé não é emoção passageira,
É decisão diária, inteira.
É escolher crer quando tudo desaba,
E manter acesa a esperança que nunca acaba.

Louvar é dizer ao inimigo:
“Você pode me cercar, mas meu Deus me envolve.”
Louvar é declarar:
“Não importa o tamanho do gigante, minha voz é maior, porque ela carrega o nome do Senhor.”


Cada nota que sai dos seus lábios é como flecha lançada no campo de guerra.
Cada palavra exaltando a Deus é como muralha erguida contra as setas do inimigo.