Sinto falta do meu Passado

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Às vezes, as palavras faladas se perdem no vento, mas o que sinto por você merece ficar registrado. Dizem que o amor está em todo lugar, mas hoje compreendo que ele também habita todos os tempos: ele é a saudade que honra o nosso passado e a esperança que sustenta o meu presente. Demorei para entender o que isso significava de verdade, até o silêncio da sua partida me ensinar que o amor não depende da presença física para transbordar.
​Hoje, sinto a sua falta e a sua essência em cada detalhe. Sinto a vida mais vibrante quando penso em você; sinto o ritmo do meu próprio passo guiado pela lembrança do seu sorriso e, principalmente, sinto você no vazio do travesseiro. Seu rosto é a última imagem que guardo antes de fechar os olhos e a primeira que me traz paz ao despertar. Amar você se tornou o meu modo de ver o mundo.
​Minha mente já se decidiu. Não há mais espaço para dúvidas ou incertezas. Eu escolhi você ontem, escolho hoje e continuarei escolhendo todos os dias da minha vida. Quero que saiba que pode confiar cegamente no meu sentimento; ele não tem um ponto de partida definido, pois parece que sempre esteve gravado na minha alma, e garanto que jamais terá um fim.
​O amor verdadeiro é assim: ele é paciente, sobrevive à distância e se fortalece na saudade. Você tem a minha palavra, assim como eu guardo a sua como se fosse o tesouro mais precioso da Terra. Em tudo o que eu fizer daqui por diante, buscarei a sua mão — mesmo que em pensamento ou em sonhos — para seguirmos em frente.
​Se o amor está escrito nas estrelas e por onde quer que eu vá, é porque você não apenas passou pela minha vida — você se tornou o meu mundo.

eu preciso colocar para fora tudo o que sinto. Olhar para o horizonte e saber que você está lá, mas não aqui ao meu alcance, é um dos desafios mais difíceis que já enfrentei.
​Dizem que a distância separa corpos, mas eu aprendi que ela também confirma destinos. Cada pensamento meu tem o seu nome. Cada vez que fecho os olhos para descansar, é o seu rosto que aparece, como um porto seguro no meio do meu dia. Você é o motivo do meu sorriso mais sincero, aquele que surge do nada só de lembrar de um detalhe nosso.
​Eu sei que o "agora" é feito de saudades e de conversas por tela, mas eu acredito na força do que a gente construiu. Nosso amor não é de vidro; ele é resiliente, ele aguenta o tempo e essa quilometragem que nos separa.
​Sigo aqui, contando os dias e guardando cada abraço que não pudemos dar hoje para entregá-los em dobro quando nossos caminhos finalmente se cruzarem de novo. Mal posso esperar pelo momento de olhar nos seus olhos e dizer, sem pressa e sem interferências, o quanto eu amo você.

Dizem que o tempo e o espaço são medidas físicas, mas o que sinto por ti foge de qualquer métrica.
Queria poder estar aí agora, não apenas para dizer que tudo vai dar certo, mas para ser o teu porto seguro enquanto as coisas se ajeitam. Na falta do toque, envio meu pensamento: imagina que cada palavra desta carta é um abraço demorado, daqueles que fazem o resto do mundo desaparecer por alguns segundos.
Saiba que, mesmo que os meus olhos não te alcancem hoje, o meu carinho por ti permanece intacto, firme e profundamente honesto. Torço por cada pequena vitória tua e sinto as tuas dores como se fossem minhas. Você é admirada, você é essencial.
Você nunca atravessa os seus desafios sozinha, pois eu estou aqui, mesmo que em pensamento, segurando a tua mão.

Eu me sinto um passageiro clandestino no trem da maturidade.

Eu me sinto um museu vivo de uma história que já faliu.

Eu só quero um jeito de controlar esse desejo que sinto por você. Mas, quanto mais eu tento, mais vontade eu tenho de estar perto, de sentir seu toque e me perder em você.

As feridas foram tão frequentes que aprendi a sempre guardar tudo o que sinto, a não falar demais por saber que ninguém vai se importar, a ficar de longe por saber que ninguém vai me notar.

Dono dos meus dias


Sob o horizonte infinito do Morro do Gavião, contemplo sua beleza e sinto o peito transbordar gratidão.


Entre o brilho das águas da Represa de Chavantes e o calor dos teus braços, meu Alexandre, eu floresço: sinto-me gigante, elegante, radiante.


No silêncio sagrado da Pedra do Índio, encontro-me amada e renovada por você — o dono da minha vida, a quem amo sem medidas.


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

Riacho dos Choros


Nesta quinta-feira vazia, sinto-me uma criança sozinha, sentada à beira das margens do riacho, no Sítio São Sebastião, chorando ao som dos passarinhos que dançam uma triste canção.
Uma criança sozinha, sentada na varanda do Sítio São Sebastião, que chora isolada escutando as brigas dos seus heróis, que gritam sem parar, sem descansar, sem terminar, sem adiar, sem repousar.
Eu sou a criança sozinha à luz do luar, deitada na grama no Sítio São Sebastião, esperando a briga parar. Eu sou aquela menina sob a luz das estrelas que desejava chorar, sem queixar, sem clamar.


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

"17-10-2020 00:09
Às vezes eu gostaria de escrever tudo o que sinto...
Mas, não posso!
Eu tive sonhos com um barco antigo e me despedia de alguém...
E nesse sonho eu sabia que nunca mais veria essa pessoa, então acordei.


Creio que seja parte da minha vida passada e eu não consigo controlar as lágrimas, porque aquele sonho, não parecia sonho...


Eu queria dizer que são tantas palavras presas em minha garganta...
Eu estou morrendo aos poucos!
Eu vou acabar morrendo de tristeza...
Eu não aguento mais!


Eu estou negando para mim mesma que preciso partir...
Porque aqui não tem mais sentido algum."




2026...Ps!! Quanta melancolia dessa época. Ainda bem que já superei 😂🤭

Sinto saudades, sim. Às vezes elas chegam de mansinho, como quem bate na porta da memória e pede um pouco de silêncio para ficar. No começo eu pensava que saudade era só ausência, um vazio que ninguém conseguia preencher. Mas com o tempo entendi outra coisa: algumas lembranças não foram feitas para voltar, foram feitas para morar dentro da gente.


Hoje eu olho para o passado com mais carinho do que dor. As pessoas, os momentos, as conversas simples que pareciam pequenas na época… tudo acabou virando parte de quem eu sou. E percebi que a melhor memória não é aquela que a gente tenta repetir, mas aquela que a gente guarda no coração, intacta, viva do jeito que foi.


Existe algo bonito nisso, quase como um segredo silencioso. Porque quando a lembrança mora dentro da gente, ninguém pode tirar. Ela não depende de lugar, nem de tempo, nem de circunstância. Está ali, quieta, mas forte, aquecendo o peito nos dias em que a vida parece um pouco mais fria.


Às vezes eu sorrio sozinha lembrando de algo que já passou. Outras vezes os olhos ficam marejados, mas não é tristeza pura, é um tipo de gratidão misturada com saudade. É como se o coração dissesse: valeu a pena viver aquilo.


Aprendi que sentir saudade também é uma prova de amor. Só sentimos falta do que, de alguma forma, nos tocou profundamente. E quando aceito isso, a saudade deixa de ser um peso e vira uma companhia delicada, que me lembra de tudo o que já vivi.


No fim, as melhores memórias não fazem barulho. Elas ficam guardadas no coração, quietinhas, esperando o momento certo de aparecer e me lembrar que a vida foi, e continua sendo, cheia de encontros que realmente importam.

Eu tenho uma espécie de vício silencioso que ninguém diagnostica, mas eu sinto todos os dias: olhar pro céu. Não é nem olhar, é encarar mesmo, como quem procura resposta num lugar que nunca prometeu nada. E ainda assim, entrega tudo. É curioso isso… o céu não cobra, não julga, não pede senha, não trava acesso. Ele só está ali, aberto, escancarado, como se dissesse: “se vira aí com o que você sente”.


E eu me viro.


Tem dia que eu olho e penso que a vida podia ser mais simples, tipo o vento passando entre as árvores, sem reunião, sem boleto, sem gente complicada. O ar entra no pulmão como se fosse um abraço invisível, desses que ninguém vê, mas muda tudo por dentro. E eu fico ali, respirando como se estivesse reaprendendo a existir. Porque no fundo, viver mesmo é isso: perceber que você está viva enquanto o mundo continua sem precisar de você.


A natureza tem esse talento meio debochado de continuar linda mesmo quando a gente tá um caos. A árvore não entra em crise existencial porque perdeu uma folha. O rio não faz drama porque tem pedra no caminho. E eu? Eu já quis surtar porque o Wi-Fi caiu. É humilhante.


Mas aí eu sento, olho pro céu de novo, e lembro que tem coisas que simplesmente seguem. O vento não pede licença pra tocar meu rosto, o sol não pergunta se pode nascer, e os pássaros… ah, os pássaros não fazem planejamento estratégico pra voar. Eles só vão.


E talvez seja isso que me prende tanto nesse ritual de observar tudo: a natureza não tenta ser nada além do que é. E eu, no meio disso tudo, tentando entender quem eu sou, acabo encontrando pequenos pedaços de resposta no barulho das folhas, no cheiro da terra, no silêncio entre um pensamento e outro.


No final das contas, eu acho que não é só sobre gostar do céu. É sobre precisar dele. Como quem precisa lembrar que existe algo maior, mais leve, mais livre… e que talvez eu também possa ser assim, pelo menos um pouquinho.


Agora me conta… você também para pra sentir isso tudo ou tá só sobrevivendo no automático?

Às vezes eu olho para o mundo e sinto um peso difícil de explicar. Abro as notícias e encontro guerras. Entro nas redes sociais e encontro agressões. Vejo pessoas humilhando outras por diversão, animais sofrendo por crueldade, famílias destruídas por egoísmo, e me pergunto: em que momento nos afastamos tanto daquilo que poderíamos ser?

A solidão que sinto hoje não será minha companhia para sempre.

Sismografria das Almas




Beijo-te e sinto o peso de todas as vidas que viveram e morreram para que este instante existisse.
Somos partículas fugazes vestidas de desejo. E, no entanto, quando os meus dedos roçam a tua pele,
o nada torna-se tudo, o efémero torna-se infinito.




Tu és a prova viva de que o amor transcende a lógica fria das galáxias e dos átomos cegos.
O que sinto por ti não é emoção,
é geologia. Como placas tectónicas
que se movem nas profundezas do fogo e do mar
séculos antes de qualquer palavra.




Que o vento nos leve até ao fim dos dias, e que mesmo na escuridão final, reste o brilho de dois corações que ousaram ser inteiros. Porque amar é aceitar a gravidade da outra alma: escolher, no meio do caos, a beleza frágil e dizer ao vazio: valho a pena por ti.

Amiga!

Quando eu olho em teus olhos,
Eu sinto na minha alma, eu percebo,
Que tu és a metade que me falta.
Sonho em me dar todo para ti um dia!
Se colocares tuas mãos em meu peito,
As batidas de meu coração confirmarão o que te estou a dizer.
Sei que não existem chances em viver em teu coração,
Mas pelo menos entende o que tu representas para mim!
Eu adoraria ser o homem,
A te dar tudo aquilo que sempre sonhaste todos os dias e todas as noites,
Mas mesmo assim eu vou amar-te por toda minha vida.
Eu jamais vou conseguir mudar o mundo,
Para conseguir fazer de ti a minha garota.
Mas para mim é suficiente,
Saberes que és a mulher que eu amo.
É bom sonhar a minha vida, pois vivê-la assim é viver-te nos meus sonhos.
Pode ser que um dia Deus me olhe lá de cima,
E me dê outra chance de ter-te.
Se por acaso passares por algum lugar para onde já passamos,
Encosta teu ouvido num pequeno buraco de um muro,
Quem sabe ouvirás uma vós a dizer: Eu ainda te amo!
Se nada ouvires, sorri pelo menos,
Pois eu estava a sonhar!

Sinto-me um prisioneiro, quando escondo minha opinião.

✨️💕"...palavras não conseguem dizer o que sinto por você...assim...vou falar...com o brilho do olhar...e a beleza das estrelas...iluminando o seu ser...o nosso viver...te amo."💕✨️

✨️💕"...queria apenas te dizer...o quanto gosto de você...o quanto sinto saudade...o quanto me faz chorar...o quanto me faz falta...o quanto espero te encontrar...queria apenas...te tocar...abraçar...beijar...apenas isso...apenas..."💕✨️

Às vezes, olho para o espelho e sinto que ele conhece alguém que eu ainda não encontrei. Vejo um rosto, mas nem sempre me reconheço nele. Passei tanto tempo procurando valor na superfície que esqueci de escutar o que existe por baixo dela. Talvez a morte do ego não seja perder quem somos, mas deixar partir quem nunca conseguimos ser. Talvez só depois disso a gente consiga olhar o próprio reflexo sem pedir que ele nos diga o nosso valor.

03.08.2026