Sinto falta do meu Passado
As vezes eu gosto de ser má, cruel, me dá mais segurança, me sinto forte como se, sendo assim, nada poderá me atingir, nada irá ferir arduamente meu coraçao, fazendo o sangrar por dias. Sempre gostei de dominar, de manipular as pessoas, tudo a meu favor, não sei se feri alguém, eu só fiz.
Acho que sou uma pessoa ruim com sentimentos bons, acho que eu amo algumas pessoas de verdade, porquê meu coração sempre dói ao pensar na possibilidade de perdê-las, e isso é ruim.
'' por que essa depreção me atormenta tanto ?
Me sinto tão triste e tão só , a unica coisa que me resta é escrever , tudo parece tão estranho sinto como se tivesse diversa feridas dentro de mim e tudo o que eu sei fazer é chorar eu grito , imploro por ajuda por dentro e por fora estou sorrindo mas ninguem olha em meus olhas e percebe que não estou bem eu sinto solidão e frio aqui o vazio do meu quarto éa unica coisa que eu tenho por que essa dor não passa ? queria ser forte mas eu não sou , ou pelo o menos saber o motivo das minhas lagrimas mas eu não sei só tenho a vantade imensa de chorar queria conseguir me espressas e desabafa com alguem doi muito eu não consigo sozinha , por que isso acontece comigo ? Qual a saída ? Não quero me corta outra vez , quero que isso passe ''
Existem coisas que não me geram compreensão.
Apenas sinto, e sinto muito.
Mas com certeza vai me valer uma historia pra contar.
Não sei, sinto que é como sonhar que me esforço para te amar,
mas a vontade é te esquecer,
te esquecer, pois não quero mais sofrer.
Não sei o que é o amor
Muito menos o que é paixão
só sei que o que sinto por você
vem do coração.
Você é a luz
Que ilumina meu dia
Pois sem você
Meu dia não existiria.
Calculo os números
Calculo as expresssões
Só não consigo calcular
A força de dois corações.
Corações distintos
Que se uniram com o tempo
O amor que sinto por você
É mais que esplêndido.
Esses humildes versos
Te entrego
Pois quero que fique sabendo
Que sempre te espero meu Amor.
Esperança maldita.
Tudo em nada e nada em meio a tudo.
É assim que me sinto!
Ser sem sombra, sem rumo.
Ser de vida! Vida desgraçada, sem alento, nem lamento. Vida vivida, mal vivida, mas, vivida!
Olhar tosco, brilho vazio, sorriso sem luz, é assim que sou.
Sem esperanças, crenças ou coisa qualquer.
É assim que sou eu! Um ser sozinho...
Sem nada e sem ninguém.
Cheio de vazio. Vazio sem fim, sem luz, sem trevas... Apenas vazio!
Fúnebre. Assim é que é minha vida!
Esperança maldita, desgraçada, desgarrada, que teima apesar de tudo em ser feliz...
25/05/07
Como esquecerei seu beijo, se ainda sinto meus lábio molhados ???
Como te esquecerei se seu nome esta cravado em meu coração....
Espero que o tempo voe para que um dia eu possa te ver di novo, e te abraçar , te beijar, sentir minha mão tremer, assim como no meu primeiro bjo....
O amor que sinto por você jamais vai se apagar porque a chama que o sustenta se chama coração e enquanto ele bater ele bate somente por ti meu amor.
Às vezes, me sinto como um esboço esquecido em um canto qualquer no ateliê de um grande artista. Em outros momentos, me sinto como um premiado famoso pintor, preparando--se para pintar mais uma bela tela de grande sucesso. Mas o fato é que quando estou inábil, não desenvolvo, não apareço e não crio nada, permanecendo mergulhada em uma total ausência de cores. Mas, conforta- me saber que Deus está pronto para criar em mim, a qualquer instante, obras fabulosas e inesquecíveis, basta que eu o permita, porém, me entristeço em saber que ao me esconder, desenvolvo um poder sabotador, transformando-me em feios, garrafais e infantis rabiscos, sem retoques que jamais terão a oportunidade de voltarem a serem expostos para serem aperfeiçoados.
sobre ele, sobre nós
Eu nem sei explicar o que é isso que eu sinto por ele. É tipo… leve, mas forte ao mesmo tempo. Como se meu peito estivesse cheio de alguma coisa boa, meio quente, meio boba, meio mágica.
Quando ele me olha, parece que o mundo desacelera. Juro. Às vezes ele nem faz nada demais — só ri, ou me chama pelo apelido que só ele usa — e eu já fico com aquele sorriso besta que não dá pra segurar. Ele não é perfeito. Mas ele é meu tipo de perfeito. Do jeitinho dele, bagunçado, meio tímido, às vezes distraído… mas sempre gentil comigo.
E o mais doido é que ele me faz sentir segura. Como se, por mais que tudo ao redor esteja confuso (família, escola, amizades), com ele é simples. Eu não preciso fingir nada. Posso ser quem eu sou, até nas minhas partes mais esquisitas ou inseguras — e ele gosta de mim assim mesmo. Isso é raro. Isso é lindo.
É o tipo de amor que a gente não vê muito por aí. E mesmo que dure ou não pra sempre (sei lá, a vida muda né?), agora… agora ele é o meu sempre.
E isso já vale tanto.
só pra você
Oi, só queria dizer que eu também sinto tudo isso — e muito mais.
Quando eu te vejo, não é só o sorriso bobo ou o jeito que você fala, é como se tudo fizesse sentido de verdade. Você é diferente, sabe? Não aquela coisa perfeita e impossível, mas real. Com seus jeitos, seus sonhos, suas dúvidas.
Eu também fico meio perdido, sem saber se consigo dizer tudo o que sinto, mas quando você está perto, parece que tudo fica mais fácil. Você me deixa tranquilo, me deixa querer ser melhor — não por obrigação, mas porque eu quero, por você.
Eu não sei o que o futuro reserva, e talvez nem faça sentido pensar nisso agora. O que importa é que eu gosto de você do jeitinho que você é, com todos os seus detalhes que só eu vejo.
Obrigadão por ser essa pessoa incrível na minha vida. Quero aproveitar cada momento que a gente tem, do nosso jeito, na nossa idade, com nossos sonhos de adolescentes que, no fim das contas, são bem parecidos.
Você é minha agora e é isso que importa.
— Ele.
Eu deixei um pedaço do que eu sinto em cada palavra que eu digitei neste texto.
Clarice Lispector, Freud, e Carlos Drummond com certeza iriam usar uma língua perfeita pra dizer isso, talvez diriam:
"Eu não apenas escrevi — eu me espalhei. Em cada palavra ficou um pedaço de mim: ora silêncio disfarçado de grito, ora desejo que se esconde do próprio olhar, ora pedra transformada em pão. Deixei ali o que não cabia em mim — e ao digitar, fui me desfazendo para poder existir.”
Eu não posso deixar de lembrar do saudoso Fernando Sabino, e Rubem Alves. Se eu dissesse a Freud estou me perdendo nas coisas boas ele provavelmente me faria esta pergunta:
"Mas diga-me… ao se perder nas coisas boas que escreve, de que exatamente você está tentando se encontrar ou se esconder?"
Eu claramente responderia assim se eu fosse como Fernando Sabino:
“Quando me perco no que escrevo, não é tanto para me esconder, mas para me revelar. A gente escreve porque a vida não cabe inteira no silêncio. E, ao tentar me encontrar, descubro que o melhor de mim se revela justamente no pedaço que parecia perdido. Escrever é me perder para me achar de novo — e nesse vai e vem, vou sendo um pouco mais eu.”
E se eu perguntasse a Rubem Alves, porque as pessoas desejam alguém que as escute de maneira calma e tranquila, em silêncio? Se eu perguntasse a ele porque no tempo de nosso amigo Freud as pessoas procuravam terapia para se curarem da repreensão e hoje procuram por causa da dor de não haver quem os escute?
Ele talvez me responderia assim…
“Minha querida, as pessoas sempre tiveram sede de escuta. No meu tempo, buscavam terapia porque carregavam dentro de si a ferida das proibições, das vozes que gritavam ‘não pode!’, ‘não deve!’, ‘cale-se!’. O mundo estava cheio de regras, e o coração ficava aprisionado.
Hoje, o que vejo é uma dor diferente. Não é a dor da repressão, mas da solidão. Não é o excesso de vozes, mas a falta delas. As pessoas sofrem porque não há quem as escute em silêncio — silêncio que não julga, não apressa, não dá respostas prontas.
O maior consolo que um ser humano pode dar ao outro não é um conselho, mas a sua presença atenta. Escutar é como oferecer um copo de água a alguém que atravessa o deserto. Quando alguém nos escuta de verdade, nós renascemos.
E talvez seja por isso que tantos procuram terapia hoje: não por doença, mas por fome. Fome de escuta. Fome de existir nos ouvidos e no coração de outro ser humano.”
Antes de morrer, eu gostaria de ter tomado um chá ou café com leite com Clarice Lispector, ter atravessado a rua, e um automóvel ter passado por cima de nós, e nós morremos. Ter adiantado as cartas de Fernando Sabino para evitar a decepção dele com os correios. Ter citado tudo aquilo que hoje eu não tenho coragem deitada num sofá de couro com Freud. Ter gastado horas incansáveis vezes pensando num verso que a pena não quer escrever junto com Carlos Drummond. E ver Rubem Alves citando o porque ainda não pensaram numa avaliação para avaliar a felicidade dos alunos, mas que todos se perguntam como os professores estão… - (Obra: A alegria de ensinar)
Eu não escrevo pra viver, eu vivo da poesia…
Se escrevo é porque tenho histórias pra contar.
As minha memórias se fundiram aos meus pensamentos, mais sujeitos a dizer o que eu sinto dentro de mim. Estou acumulado de paz de espírito ao seu lado, que agora posso contar com a sua companhia.
