Sinto falta do meu Passado
Engraçado ser proibido de viver algo por falta de experiencia, pois a experiencia só é adquirida vivendo-a.
Um filho "independente da idade" pode sentir falta de seus pais, falta de atenção, carinho, um abraço, uma palavra carinhosa, isso não é só coisa de criança... Um pai e uma mãe sempre serão um pai e uma mãe, é preciso que se comportem como tal.
Não é porque seu filho já tem idade de "homem" que você vai passar a ignorá-lo, ele só está mais velho mas continua sendo seu filho, aquele que você criou, cuidou, educou...
Você lembra a última vez que deu um abraço no seu filho?
Ela sente sua falta, tudo o que ela quer é sentir de novo o seu abraço, é a unica coisa que a conforta. Sem você ela não da um passo. Será que você sabe o quão intenso é esse amor? Será que você compartilha de tal sentimento? Será que ela vive de ilusão? Será que ela também não sai do seu pensamento? Diz aí rapaz, diz pra ela tudo o que você sente.
A maior de todas as pobrezas é falta de sensibilidade com o seu semelhante, pois na rotina dos dias pede apenas atenção.
O que me faz perder o sono não é a insônia propriamente dita, mas sim a falta de amor e respeito entre os seres humanos.
Eu heim, to num lugar onde sentir falta de esta, to com alguém que comigo sempre vai está... E eu to num lugar onde os meus cabelos voam e minha chapinha se vai e eu não tenho vergonha ;D
E eu sei que tudo isso é pela falta dela.
É a síndrome da abstinência.
Abstinência da minha mulher.
Sou consumido por ela.
E as piores horas são quando a saudade aperta e a falta começa a surgir: Dos abraços apertados, dos beijos molhados, dos certos amassos, das alegrias, risadas, palhaçadas, fazer carinhos, de pegar na cintura dela, do sorriso, do olhar, do rosto, do corpo, dos conselhos, até mesmo dos ciúmes e das brigas, do ser que você ama. Daí surgem em certas horas as lágrimas. E sabe o que é unicamente bom nessa história toda ?? Parabéns, o que você sente é verdadeiro.
“A falta de ar ainda é a mesma de antes,mas estou tão perto do precipício,
que a vontade de pular já me possuiu…
Não olho mais para trás.
Meu medo se foi.E agora eu também fui.
Mergulhei em um fundo escuro sem fim,sem a certeza de minha volta.”
A falta de sono me fez querer falar de você, mas falar para o papel. Porque além dele, eu não falaria para mais ninguém. Não é por falta de perguntas. Porque definitivamente sempre me perguntam de ti. É por falta de coragem mesmo. Ela sempre vai embora quando o assunto é você. Faz questão de sumir. E por quê? Porque falar de ti é complicado, longo e doloroso. Porque só de ouvir seu nome meu coração já dói. É como um chute ou um beliscão… Na verdade é como um aviso de que não devemos prosseguir. Devemos parar ali, seu nome já é tortura demais, porque ele nunca vem sozinho. Vem ele e um pacotinho grátis de lembranças. Com direito a bônus de vez em quando; hora ouvir sua voz, hora sentir seu cheiro...
E no final de tudo você esta que nem no começo, sem ninguém; sozinho e perdido. Falta-lhe algo, falta-lhe alguém. Quem? — perguntas a si mesma, mesmo sabendo que não acharás nenhuma resposta. Ela esta escondida junto com todos aqueles que se foram. Todos aqueles que te deixaram e esqueceram-se de ti.
Às vezes parece drama, melancolia, mas na verdade é pura nostalgia. Vontade de ser preenchida por algo ou alguém. Vontade de se sentir viva mais uma vez. Vontade de sentir a felicidade escorrer pelos seus lábios de novo. Mas ela não escorre. Fica presa entre seus dentes que rangem de dor.
A dor da solidão e do abandono. A dor do cansaço causado pela procura do amor… Doce amor, não lhe pareceu tão doce assim, não é mesmo pequena? Na verdade ele foi bastante amargo, assim como um café sem açúcar. É uma pena que não tenha sido quente. Pois foram poucos os que provaram de um amor frio e amargo e não saíram machucados.
O amor machuca, mas de uma coisa eu tenho certeza: a sua falta machuca muito mais.
E em mais um fim de tarde me peguei sentindo a tua falta. Um súbito pensamento clareou minha mente e abriu meus olhos. A ideia de que tu podias ser um quebra-cabeça desmontado e que eu podia te montar. Resolvi então pegar um caderno velho que ficava entre as madeiras da minha cama.
Aquelas folhas meio manchadas afloraram todas as lembranças que eu guardava de ti e que não queria — por nada — traze-las à tona. Peguei uma caneta preta e rabisquei teu nome só para me lembrar do quanto ele me deixa ébria. Respirei somente teu nome a tarde inteira e pensei em o que escrever sobre/para ti.
Pensei em qual seria a primeira peça desse quebra-cabeça. Quando você nasceu ou quando nos conhecemos? Deduzi, então, que todo esse quebra-cabeça começara quando resolvi te amar… Talvez “resolvi” não seja a palavra certa, pois se eu pudesse não escolheria.
Levantei e botei na xícara o café que acabara de ficar pronto e lembrei da primeira vez te trouxe aqui. Você elogiou a minha cortina cor ócre e disse que meu café era muito fraco. Você gostava de café forte e a partir daí meu café nunca mais foi o mesmo.
Aliás, minha vida nunca mais foi a mesma. De alguma forma eu sempre tentava me encaixar ao tipo de mulher que você queria. Elegante e determinada. Nunca consegui. Minha insegurança era muito grande em relação a você… Mas de alguma forma, você me amou. Ou pelo menos disse me amar. Foi bom enquanto durou, mas depois de alguns meses a única coisa que me restou de ti foram as lembranças.
A partir daí afogo-me todos os dias em uma imensa nostalgia e em uma pseudo-felicidade. Agora espero te trazer para mais perto de mim, rabiscando-te nesse caderno velho com folhas machadas por gotas de café. Mas não se preocupe, esse café é forte.
