Sinto falta do meu Passado

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“Em você descobri a verdade do que sinto… em cada gesto meu.”

O que sinto está no meu coração mas toma conta de todo meu ser.

Hoje meu coração quis falar em versos, do amor que sinto por você minha menina, minha Manuella. Não apenas com palavras, mas com todo o amor que vive em mim desde o instante em que te vi pela primeira vez. Tu chegaste como um sopro de luz em minha vida, como uma flor que desabrocha no jardim do tempo, e desde então, meu mundo nunca mais foi o mesmo.


O teu sorriso é o meu amanhecer. Ele ilumina até os dias mais nublados e me faz lembrar que, mesmo nas tempestades, existe sol esperando para brilhar. Em ti, encontro a delicadeza das pétalas, o perfume suave da manhã, e a ternura que faz da vida algo mais bonito e leve.


Cada gesto teu é uma poesia escrita no vento, e tua face, ah, tua face é como pintura divina, moldada com o toque da própria criação de Deus. Cada traço teu é uma canção que embala meu coração, e cada olhar teu, um verso de amor que o universo escreveu só pra mim.


Teus olhos, minha menina, são lagos encantados, onde a verdade dança e o brilho da tua alma reflete tudo o que há de mais puro. Mesmo quando o mundo parece escuro, é esse brilho que me guia, que me ensina o caminho de volta para o amor.


Em mim há tanto amor, tanto encanto, que às vezes transborda. Guardo-o inteiro para ti para proteger teus passos, para enfeitar o caminho que escolheres seguir. Quero que saibas que não importa onde a vida te leve, sempre haverá em mim um abrigo, um colo, um lar.


Tu és meu milagre, minha estrela, minha flor. És a razão mais doce da minha existência. E enquanto houver vida em mim, haverá amor um amor eterno, profundo e silencioso, que te acompanhará mesmo quando meus braços não puderem mais te alcançar.


Com todo o amor que cabe em um coração de mãe,
Tua mãe, que te ama infinitamente. 🌷

Cada dia eu sinto vc mais perto de mim, mais perto do meu coração, sua beleza incendeia a minha alma com a emoção de poder sentir essa beleza dentro de mim, dentro do meu coração

⁠Eu sei, sei que não me amas, eu sinto o frio, o gelo e o aperto da sua ausência no meu coração.

Ah, braços!
E como é tudo um abraço seu.
sinto que ele é tão meu naquele momento.
E a minha pouca altura me permite dependurar.

⁠Para o meu amor..
Eu não sou perfeita,
às vezes falo alto demais,
sinto ciúmes sem
motivo,
fico emburrada por
coisas pequenas, e deixo o
coração falar mais alto do
que a razão.
Mas mesmo com todos os meus
defeitos, há uma verdade que
nunca muda: eu te amo de
verdade.
Quando eu digo que te amo, é com tudo o que eu sou,
com o melhor e o pior de mim, com minhas falhas e minha vontade imensa de acertar
com você.
Prometo estar aqui, mesmo nos dias
nublados,
te apoiar quando o mundo pesar,
te lembrar do quanto é amado,
e escolher você, todos os dias, de novo e de novo nunca esqueça disso meu fofo

Sinto como se ninguém jamais tivesse realmente me conhecido. Como se cada pessoa que cruzou o meu caminho, até mesmo aquelas que caminharam ao meu lado por tanto tempo, tivesse visto apenas um pedaço de mim, um fragmento isolado, nunca o todo.

Às vezes imagino o que aconteceria se todos esses fragmentos se reunissem em um só lugar, como pedaços dispersos de um espelho quebrado. Tenho a estranha sensação de que, se alguém finalmente visse esse reflexo completo, algo dentro de mim desmoronaria, talvez o mundo que construí para me manter de pé.

Carrego comigo essa solidão antiga, quase familiar. E, no fundo, acredito que talvez seja melhor assim. Porque há certas partes de nós que parecem destinadas a permanecer em silêncio, guardadas na penumbra onde ninguém mais alcança.

Reflexo Distorcido


Sinto o frio do quarto
Corroer a sola do meu pé descalço
E como as dores de um parto
Na beira do infarto
Eu sinto o seu olhar no encalço.


Tudo o que faço é te ver
Me olhando pelo vidro
E eu tento rever
Se algum dia já pude viver
Sem esse olhar tão ferido.


Já está perdido o meu olhar
Pela distância que nos separa
Sinto o meu cabelo molhar,
E pela a minha testa ele suar
Sem o conforto que nos repara.


E isso é para ver nos movendo
Dentro de dimensões paralelas
A mesma dor nos envolvendo
E no torpor nos dissolvendo
Como uma célula sem organelas.


E a bela movimentação
Que faço com meus dedos
Você transmite com a sua ação
Cria um reflexo na retração
Dos nossos próprios medos.


Você mais cedo será 'eu' na frente,
E eu do futuro foi você no passado.
Enquanto as ações do presente
Se tornam presas no inconsciente
Para mudar o futuro solidificado.


Quando pesado ergo o meu braço
Traço uma trajetória duvidosa.
Você seguindo o mesmo passo
Se movendo no mesmo compasso
Com a sua força vigorosa.


A dolorosa vertigem nos embebeda
E nos mostra um mundo novo
E a nossa queda
Traz a escuridão das trevas
Para a nossa vida de novo.


Agora o mundo será mais uma vez sombras na parede
Vamos embora, viajar outra vez nas ondas da complexa rede.


Tsharllez Foucallt

"Oh, Deus que não vejo, mas sinto em meu ser,
Neste cosmos sem fim, onde posso te ter?
Será que estás nas ondas, que em silêncio me guiam?
Ou és o ponto distante, onde os mundos se fiam?"

Poema VI
"Lucro d'Alma'"


Todo tempo meu é como o vento. Passageiro me sinto a cada ano.
Ando sempre em vão me preocupando, como se fosse eu dono do tempo.
Ansiedade trás no peito só lamento, tornando nosso sonho sepulcro.
Lutando com o instinto de ser chucro eu expresso a alegria de falar.
Aprendendo a cada dia a caminhar.
Viver é Cristo e morrer é lucro.

Meu maior super poder
é te fazer nunca saber
o que sinto sobre você

Me sinto só
Trancada em um quarto escuro
Minha velha prisão
Meu novo refúgio
E apesar de precisar da solitude
O medo e a ansiedade me tomam
Me impedindo de comer e respirar

O celular toca
Mas não tenho forças para responder
Me pergunto se o caminho mais seguro
Longe de toda e qualquer dor
Assim como tragédias e horrores do tempo
Seria o melhor para seguir

Velhos cortes se embolam
Das batalhas onde perdi
E me levaram a entender
Que o melhor seria o fim
O indolor do não sentir
A paz que a vida não pode trazer
Se sempre que busquei o mais importante
Acabei no chão em pedaços
Respirando de forma involuntaria

Em momentos assim
Vejo que não há concretamente
Porto seguro ou lar
Apenas eu e o que sei
Junto a um corpo que teima me aprisionar
E a mente ciente de verdades e possibilidades
Que não poderia suportar.
- Marcela Lobato

Meu corpo me desagrada, cada vez que o vejo eu sinto repulsa, o tempo passa e por mais que digam que é lindo eu não o vejo assim, eu o vejo achatado como uma tartaruga, vejo desproporcional como a princesa Caroço, vejo tristeza pois sinto a necessidade de ser como as outras mulheres mas nunca sinto que m encaixo, sou sempre uma areia movediça me afundando aos poucos, a sensação é devastadora, ninguém me aceita da forma como eu sou, as pessoas pegam ódio de mim sem motivo nenhum e consigo saber de forma antecipada que as pessoas vão me odiar, que vão pedir pra escolher, que nunca vão querer me conhecer de verdade, sinto que todos sentem prazer em desviar meu valor, sentem prazer em solicitar que eu seja despriorizada, que eu seja diminuída, mas ninguém se interessa em me conhecer de verdade.

O que sinto hoje é só um grande buraco com promessas vazias dentro do meu coração,


Será que vou me sentir amada?


"Amada".. eu?


Amada — eu posso ser Amada?


Como vou me sentir amada?
Um dia talvez.. não hoje..
Talvez algum dia longe desse..


Amada de verdade?


.. Ah, amada..

O meu “eu” de hoje

Sempre que acordo triste, o meu lado poético se afasta.
Sinto-me tomada por uma tristeza semelhante à de um amor que foi embora e não voltou. Então, genuinamente, crio memórias da época em que éramos dois em um mundo de mil e tudo isso contribuiu para o meu “eu” de hoje.

❝ ...Hoje meu coração mais leve, sinto a magia no ar.
Não é a paixão que arde, mas o amor que acolhe e fica. Em seu olhar, encontrei a pausa que a vida me negava. Onde a pressa do mundo finda e a alma se purifica, No silêncio que nos une, o tempo não se gastava.⁠..❞


----------- Eliana Angel Wolf

Eu sinto o toque da Capoeira no meu coração, onde a raiz é profunda, ela está no meu DNA, isso é transportado na Ginga, sendo que se nasce e se reconhece.
Uma vez percebendo, nunca mais se quebra este vínculo.

Tudo o que eu tenho pra dizer-te é tudo o que eu sinto por você é o amor que vem do meu coração que forma uma canção e dessa canção vem você.

Observo como muda o meu humor, se ontem te amei, hoje sinto pouco e o pouco foi o demais que ouso. Acordo sonolenta e as palavras me dão ressaca se me desnudo na sala de minha casa calada. Pois que me desculpem os versos em vão, se tantas vezes caminho sem direção. Se digo que escrevo a você vislumbro o possível fim e muito mais escrevo a mim. Na pintura de minha face se derramam todas as minhas fases e como um camaleão mudo de cor e me misturo à paisagem. Eis que o sol raiou e é densa sua claridade, no azul do sábado que atravessa a cidade. E se eu amo tanto, também me esqueço verbalmente ao escrever um poema que não mente. O poema tira minhas vestes e encancara o peito que se faz mar celeste ou solo árido do agreste. Eis que é o mesmo sumo e me assusto ao ouvir minhas palavras e por um instante não sinto nada. Fecho as cortinas da sala, pois a ninguém interessa minha madrugada e o ímpeto de desmachá-la e já não sei quando minto ou falo a verdade, se tudo brota no caminho das ambiguidades. No sol ardente encaro a realidade, que muito mais se faz palpável se escrevo e me calo quando se escancara o sábado do passado que se busca na escuta alheia de algo que se assemelha. Busco através das palavras uma expressão que muda conforme minha face, que não ri, nem chora, pois que outrora tudo era mais intensidade, mas o dia concreto busca uma nova necessidade. O amor implacável enfraquece se no calor já mudou o meu humor. E me faça o favor de não acreditar em minhas frases, pois que contrasta o ser que sou e a pessoa que serei. Disso eu bem sei, se palavras passadas me deixam ruborizada e mais busco pássaros em revoada no céu que desconhece estrada. Hoje é dia de viver o hoje e me pergunto como pôde a noite escura se transformar em rima se hoje sigo nova trilha na paisagem que se descortina. Me visto com o meu rosto para evitar qualquer desgosto, se tanto me tenho exposto. Mais eis que são apenas palavras, que pouco dizem do meu ser, se sei fazer escurecer ou amanhecer. A roseira na janela nada espera se a maré se faz em cores amarelas e me pinto de aquarela em cada traço na tela. A poesia se faz como uma necessidade a conter minha intensidade, me abstenho da cidade e minha sala é um ecossistema que se retroalimenta. E minha doçura arde como pimenta na mão que acalenta e me faz e me sustenta. Sou mais que aparência. Eis minha essência.