Sinto a tua Dor

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Mesmo quando Deus não responde, ainda que a dor me consome, a minha alma não vai parar de adorar !

Quem zombou da tua dor vai ver o brilho do Meu sopro em ti.
Quem te rejeitou vai presenciar tua elevação.
Porque Eu não apenas restauro
Eu exalto o que foi quebrado!


Ninguém toca no que Eu revivi.
Ninguém apaga o que Eu acendi.
Ninguém destrói o que nasceu da Minha vontade. Miriamleal

A dor não me define, mas me educa, ela me mostra caminhos que a alegria disfarça, aprendi a respeitar o que me feriu, porque foi através disso que ganhei força, e agora carrego orgulho das cicatrizes que tenho.

Transforme a dor em arte, a mágoa em poesia, o tropeço em impulso, sua tragédia é a matéria-prima para sua maior obra.

No terreno estilhaçado onde a minha dor cavou raízes, aprendi que o corpo é um manual de guerras antigas, cada cicatriz uma sentença gravada na pele que o tempo tentou apagar, mas não conseguiu, e é nessa arena interna, entre o sopro de horror e o fio tênue da esperança, que a alma, ferida e incansável, se levanta como chama obstinada na noite, jurando ser mais que sobrevivência, ser prova viva de que o abismo pode engolir um corpo inteiro e, ainda assim, não apagar a luz que insiste em nascer no silêncio entre uma respiração e outra.

​A poesia é o ponto de encontro entre a dor do mundo e o desejo de eternidade.

Quanto mais alguém sofre nessa vida
Mais leve fica a alma pra seguir
Cada dor é uma ponte invisível
Preparando o passo pra partir

“O vazio é inevitável, mas o conteúdo com que o preenchemos é uma escolha.

Alguns colocam dor, outros escondem tristeza sob vícios, e há quem só consiga viver no caos.

Uns buscam anestesias passageiras, outros se afundam em sentimentos corrosivos.

Mas há quem transforme o vazio em espaço para crescer, amar e recomeçar.

Que se preenchem de luz, amor e coisas boas.

O que colocamos dentro de nós molda o que somos por fora.

O rumo da vida depende do que permitimos habitar em nós.”

- Priscila de Ara

Três lágrimas caíram de meus olhos;uma foi para o passado que eu devia enterrar,outra para minha dor do momento presente e finalmente a terceira foi para o futuro que jamais teríamos,o futuro que planejei em vão,o futuro que terminou antes mesmo de ter começado.

Cuidado, preste atenção; a dor surge da distração, por falta de reflexão.

Que a dor se transforme em aprendizado e a esperança seja o alicerce para recomeçar.

A ausência de um ente querido machuca de tanta dor, mas o tempo acaba nos ensinando a aceitar essa separação. Embora o amor e a saudade nunca se esgotem, um dia nos conformamos.

No dia a dia, ao seu redor pode haver alguém carregando uma dor, tenha empatia.

Se comprometeram
de cuidar da sua
dor e pelo jeito
não cumpriram,
e cheguei crer
que iam levar
você a sério.

Na falta a quem
recorrer,
peticionei
ao poeta da multidão
porque vivemos
num mundo sem coração.

De ti não mais falaram,
fui procurar ler
na Sebastiana
e não li nenhuma
notícia ou indício,
não sei se estás vivo
ou te mataram.

​"Que as cicatrizes do seu passado não sejam lembretes de dor, mas as marcas de uma armadura que hoje te permite caminhar com leveza e autoridade."

Entre o Eco da Ausência e o Grito do Silêncio

Diante das palavras impregnadas de desapego e dor, surge uma resposta silenciosa, tecida com fios de reflexão e resignação. É como se cada frase fosse um eco, reverberando nos cantos sombrios da alma, mas também iluminando os recantos mais profundos do coração.

Não é a falta que se faz presente, mas sim a presença ausente, uma ausência que se manifesta de formas indizíveis. É a memória que se esvai, o cheiro que se dissipa, o toque que se desvanece. É o reconhecimento de que o que um dia foi, agora não passa de sombras fugidias, dissipando-se com o vento.

E mesmo diante dessa ausência, há uma ânsia que se insinua, uma vontade de confrontar os fantasmas do passado, de encarar de frente a distância que separa o que já foi e o que resta agora. É como se a própria alma se revoltasse contra a lembrança do que um dia a aprisionou, buscando expurgar qualquer vestígio daquilo que já não lhe pertence mais.

Mas entre as linhas desse desabafo, há também um silêncio que grita, um vazio que ecoa. É a solidão que se faz companhia, o eco dos dias vazios, a resignação diante do inevitável. E no meio desse turbilhão de emoções, resta apenas o gesto simbólico de tentar exorcizar o passado, de purificar a alma daquilo que já não a alimenta mais.

Assim, entre a ânsia e o silêncio, entre a distância e a resignação, essa prosa se insere como um suspiro, uma última tentativa de libertação, um ato de coragem diante da incerteza do amanhã. É o retrato de uma jornada interior, onde o amor e a dor se entrelaçam em um eterno jogo de sombras e luz.

"A dor que você vence hoje vira o conselho que salva alguém amanhã."

"Amor, que te quero bem. Dor, que te quero longe!"

☆Haredita Angel

Entrega-te a mim porque sabes o que sou... Levo-te do medo ao prazer, flertando o desejo a dor, os enigmas que trilhas ao amor.

"A dor é indigna, nos aflige e até nos flagela, mas é a única capaz de indicar que algo não vai bem dentro da gente."