Sinto a tua Dor
Quem zombou da tua dor vai ver o brilho do Meu sopro em ti.
Quem te rejeitou vai presenciar tua elevação.
Porque Eu não apenas restauro
Eu exalto o que foi quebrado!
Ninguém toca no que Eu revivi.
Ninguém apaga o que Eu acendi.
Ninguém destrói o que nasceu da Minha vontade. Miriamleal
TEMPERANÇA DA ALMA DIANTE DA DOR.
A vida, em sua tessitura inexorável, possui a capacidade de dilacerar as estruturas mais íntimas do ser. Ela não pede licença para ferir, nem consulta a disposição do espírito antes de impor suas provas. Há momentos em que o indivíduo se vê fragmentado, como se sua própria identidade houvesse sido dispersa pelos ventos da adversidade. Contudo, é precisamente nesse território de ruína interior que se revela o verdadeiro critério da grandeza moral.
Ser quebrado pela existência não constitui exceção, mas condição comum da experiência humana. O que distingue os espíritos elevados dos que ainda se debatem na ignorância moral é a forma como respondem à própria dor. A imaturidade, por sua vez, tende a transformar o sofrimento em justificativa, como se a dor pessoal conferisse licença tácita para a propagação do sofrimento alheio. Nesse estado, o indivíduo deixa de ser apenas vítima das circunstâncias e torna-se agente da mesma violência que o feriu.
A maturidade, entretanto, inaugura um outro horizonte ético. Ela nasce quando o ser compreende, com lucidez, que a dor é uma experiência, não uma autorização. O sofrimento pode explicar reações, mas jamais as legitima. Há uma distinção profunda entre compreender a origem de um impulso e consentir com sua manifestação. O espírito amadurecido aprende a conter-se, a refletir, a sublimar. Ele reconhece que cada gesto direcionado ao outro carrega consequências que ultrapassam o instante e repercutem na ordem moral do universo.
É nesse ponto que a consciência se eleva. O indivíduo passa a perceber que sua responsabilidade não é anulada por suas feridas. Pelo contrário, ela se intensifica. Quanto mais alguém conhece a dor, mais apto se torna para evitá-la nos outros. A experiência do sofrimento, quando bem assimilada, converte-se em instrumento de empatia e não em arma de agressão.
Assim, a verdadeira força não reside em resistir ao impacto da vida, mas em impedir que esse impacto se converta em destruição exterior. Há uma dignidade silenciosa naquele que, mesmo ferido, escolhe não ferir. Essa escolha não é passividade, mas domínio de si. Não é fraqueza, mas refinamento moral.
No âmago dessa compreensão repousa uma verdade austera e elevada. O ser humano não controla tudo o que lhe acontece, mas conserva plena responsabilidade sobre aquilo que transmite ao mundo. E é nessa responsabilidade, assumida com rigor e consciência, que se edifica a nobreza do espírito, transformando a dor em disciplina e a existência em um exercício contínuo de elevação interior.
Se comprometeram
de cuidar da sua
dor e pelo jeito
não cumpriram,
e cheguei crer
que iam levar
você a sério.
Na falta a quem
recorrer,
peticionei
ao poeta da multidão
porque vivemos
num mundo sem coração.
De ti não mais falaram,
fui procurar ler
na Sebastiana
e não li nenhuma
notícia ou indício,
não sei se estás vivo
ou te mataram.
Um dia você descobre
que a vida não foi à toa
e que, apesar de não ser tão boa
não há dor que não se cure
não há dor que pra sempre dure
e que, infelizmente
não existe dor que não doa
o que existe realmente
é dor que se sente à toa
tem a dor que te consome
e a dor que sem pena te rói
mas a dor menos amena
é a dor que apesar de ser dor
você nunca sabe onde dói.
verso
Muitos dizem que o Beijo é veneno+ isto é um azar por mim eu prefero morrer em venenado do que ficar 100 te beijar
Se você me ver calado não me pergunta, porque não penço em nada nesta vida 100 ser você....
Existem lagrimas pela fasse e outras que rolão pelo coração.
De amigo para amiga começou a nossa amizade agora confesso que tiamo de verdade.
Eu sabia que te amava mais sabia que era tando. Agora que te perdi percerbi o quanto você era inpotante para mim.........
Enxergava-se um fim, do nada, apagaram-se as luzes que iluminavam alma, ser e palco. Acabaram todos os ensaios, as quedas bruscas e recomeços doídos. Era o fim, não que eu possa dizer muito, eu estava meio embriagada de solidão, mas não negava outra dose de tortura por ser deixada para trás, virava de vez, como se fosse água, e foi aí, que as luzes findaram. As pessoas se foram, e eu sobrei, sentada ali comigo mesma, pensando o que havia feito pra tamanha confusão, bem, não sei, mas era inegável que todo o espetáculo havia perdido cor e sentido. E toda aquela roupa vermelha que gritava paixão e vibrava o sangue, tornou-se cinza como um dia nublado em pleno verão. E eu? Ah, bom, eu não soube reagir aquilo tudo, fui surpreendida pelo adeus, justo quando precisava que todos ficassem, e me olhassem, sentissem, observassem, me lessem, e ah! Chega! Eu o aceito, mas não estou preparada pra o fim do show, essa é a hora, que pego a solidão pelo braço e digo como se não estivesse me machucando, "topa essa música?" E danço rodopiando pra lá e pra cá, aos poucos vou ficando tonta, tudo vai girando, e eu vou caindo delicadamente até o show acabar. Eu danço com a minha dor e aceito a culpa em minhas costas, pois a plateia não paga pelos sentimentos, paga pelo espetáculo. Já era tempo, mas eu sempre odiei os fins.
Tu tinhas tudo o que todo mundo quer, mas preferiste perder por uma aventura. Atrasaste minha vida, meus planos, meu futuro e enquanto fazias isto, sorrias como se eu fosse importante, como se tivesses medo de me perder, como se me amasses. Mas eu fui apenas mais um na tua estante de corações colecionáveis.
Não há neutralidade no amor; ou avançamos juntos, ou nos afastamos aos poucos. Quando deixamos de priorizar o casamento, ele não para no tempo, ele retrocede.
Sinto uma dor forte sem machucados visíveis.
Sofro em silêncio, por fora nem parece, mas por dentro eu grito em agonia.
Sinto que se eu falar de nada vai adiantar, pois minha realidade só eu conheço.
Tenho vontade de sumir, pois nada faz essa dor cessar.
Tento ser forte para não afetar os outros, pois eles já tem seus próprios problemas.
Uso a razão para continuar o caminho, enquanto meu psicológico afunda mais a cada dia.
Peço a Deus para me ajudar, não sei até quando vou aguentar levar as coisas dessa forma.
Será que existe uma cura? Bem tento aproveitar os breves momentos de tranquilidade que tenho para tentar esvaziar um pouco esse copo que está perto de transbordar.
Assinado: Júnior
Sinto amor!
E sinto muito pelos que não sabem amar;
Sinto dor!
Mas, sinto mais ainda pelos que tendem a causar;
Sinto muito, sinto pouco,
Sinto tudo e mais um pouco;
Sinto estar tão perto de você,
E você tão longe de mim;
Sinto muito por isso, mas,
Me sinto assim.
Já não sinto amor,
nem tristeza,
nem dor,
de tantos sentimentos...
Nenhum restou.
Agora, tenho certeza: Acabou!
Gosto da dor que sinto quando te vejo
do ardor que flama-me até o interior da alma.
Gosto do despeito que faço à amargura
da violência que condiciono à solidão.
Gosto do deslumbramento que exita as minhas retinas sempre que te vejo, sempre que te sinto, sempre que te amo.
Enide Santos 06/04/16
Costumo fingir que esqueci. Para alguns minto. Digo que não me recordo ou que perdoei. Mas a dor, o desprezo, o ódio, sentimentos tão puros e envolventes da raça humana não me faltam. Eles se acumulam. Crescem. Ficam fortes. Mas não aparecem. As pessoas não costumam perceber. Mas cada vez que deixam meus sentimentos mais aguçados, alguma mudança ocorre. Seja ela de maneira física ou psicológica, não importa. Sei que acontecem.
Às vezes sinto uma dor
em minha garganta
Sinto um nó na garganta
Sinto um aperto no peito
Sinto a amargura
O desespero
Só de saber que
jamais conheci alguém como tu
Alguém que me mostrasse a beleza...
E beleza de um coração puro
O cheiro de rosas
Rosas lindas coloridas
Algumas amarelas douradas
Tal como a luz do dia.
Sempre que te vejo
Eu estremesso
As minhas palavras, não meço
Não sei se eu mereço.
Nunca amei e fui amada
De tal jeito que...
Sei que não o mereço
Eu sempre me perco
Em minhas imaginações
Apenas quero desfrutar a tua doçura e ternura
Amo seu ser místico
E tão simples
Amo nossos momentos mágicos.
Às vezes sinto uma profunda dor
Então que seja o que for
