Sinto a tua Dor

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Prefiro sofrer a dor de um amor não correspondido à fazer alguém sofrer de amor por mim

Não espere por grandes oportunidades para ser feliz. Pior que sofrer é sentir a dor do arrependimento por nao ter arriscado quando pode.

Quero ver pegar fogo, quero que se matem por mim. Quero que sintam inveja, raiva, dor! Eu deixo!

Jamie: Não quero que nada aconteça com você.
Claire: Não me importaria com a dor.
Jamie: Eu me importaria. Poderia aguentar a minha dor, mas não a sua.

Acho que ninguém pode falar da dor enquanto ainda a sofre.

Memórias de uma gueixa
Memórias de uma gueixa. São Paulo: Arqueiro, 2015.

O amor é a maior força do mundo e, quando é bloqueado, implica dor. Há duas coisas que podemos fazer quando isso acontece. Podemos matar esse amor para que ele pare de doer, mas é claro que parte de nós também morre. Ou podemos pedir a Deus que abra outro caminho para esse amor viajar.

Eu quero deixar ir essa dor que segurei por tanto tempo.

Ta afim de um romance, compra uma vodka... te livra da pior dor:
A dor de um coração partido. é um romance que só te tráz um prejuizo: a ressaca no dia seguinte.

Dói mas liberta, e a dor tem que passar para deixar a porta aberta

Eu sei que posso parar a dor se eu desejar que tudo vá embora.

Distância

A distância causa dor
Mais nunca o esquecimento
De um grande amor

A DOR DE VOCÊ AMAR ALGUÉM, E SABER QUE ESSE ALGUÉM DÚVIDA DO SEU AMOR. É PIOR DO QUE A DOR DE AMAR E SABER QUE NÃO ES AMADO....

Um dia eu precisei amar minha dor. Era o único jeito que tinha de continuar vivendo. Ou aprendia, ou morreria com ela. Resolvi aprender. Desde então, minha dor é minha companheira, minha mestra, minha parceira. Deixou de ser minha inimiga no momento em que eu a olhei nos olhos e aceitei conhecê-la com mais propriedade. Quis entrar nos mistérios de seus mecanismos com o intuito de poder
administrar melhor as suas consequências.
Eu não a busco, mas, quando chega, abro as portas para que não force as
janelas. Deixo que entre, ofereço-lhe um café, olho nos seus olhos para que cesse o medo e depois me empenho em deixar que fique o tempo necessário, até que se dissolva por si só, pela força do tempo.

A aceitação da dor é o primeiro passo para suportá-la, caso contrário, o pessimismo, a impaciência e a intolerância, poderá transformá-la num fardo além de suas forças.

Porque na muita sabedoria há muito enfado, e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.

Considerando a quantidade de amigos que tens... serias tu capaz de suportar a dor de perder um deles?

Você sente a sua força na experiência da dor.

Meu coração pulsa com o sofrimento dos outros e se manifesta com tamanha dor por não terem paz.
Meus ensinamentos foram sublimes e me deram o dom do amor pelo próximo.
Tenho plenitude, mas me falta devoção em ser proeminente e entender á razão da vida.
Sigo em meu caminho e supero minhas dificuldades e sei que não tenho que provar nada á ninguém.
Procuro lutar contra pensamentos maléficos e invejosos que querem me aprisionar.
Meu coração pode ser doce e bondoso, mas aprendi a me defender.
Sou o meu próprio líder e minha capacidade é indefinível.

É fácil para o homem falso fingir uma dor que não sente.

⁠Ouvi uma frase que dizia:
“A dor, se bem usada, vira direção.”

Mas que direção?
Tem dor que não aponta pra lugar nenhum.
É só queda.
É só poço.
Um buraco escuro onde tudo ecoa e nada responde.

Você cai.
Debate.
Luta.
Resiste.
Aflige.
E quanto mais se move, mais se afunda.
Como se a dor ganhasse força da sua tentativa de sair.

Até que o corpo cansa.
E a alma… desiste um pouco.
Você não sobe.
Não desce.
Fica.
Boia.
Mas não respira alívio.

Porque a dor ainda está lá.
Não do lado de fora, mas dentro.
Espalhada.
Silenciosa.
Em cada célula que vibra frágil,
como se estivesse cansada de sentir.

Há dores e há a Dor.
Aquela que não se nomeia.
Que atravessa os dias sem pedir licença.
E se instala.
E se mistura ao que você é.

Nesse caminho sem fim,
nesse beco sem saída,
cadê a tal direção?

Se você se perde…
Encontra-se perdido.
E não há rota de retorno.
Você olha pra frente,
mas o fim parece distante demais.
E ainda assim, você o deseja.

Não o fim da vida,
mas o fim da dor.
O fim desse ciclo em espiral.
Daria tudo pra desviar.
Só um pouquinho.
Dar uma pausa na dor,
sentar à beira da alegria por uns instantes.

Mas não dá.
Porque a dor não espera.
Ela é presente.
Constante.
Persistente.

Mas, no fundo…
Bem no fundo,
você ainda sonha:
E se, no meio disso tudo,
a felicidade também estivesse vindo ao seu encontro?

E se ela também estivesse tentando te alcançar,
com a mesma intensidade com que você tenta sobreviver?

E se, numa curva do caminho,
ela estendesse a mão,
te olhasse nos olhos,
e dissesse baixinho:

“É por aqui. Eu te guio.”

Talvez a dor seja o começo.
Talvez a direção não esteja fora,
mas no que ela revela.

Talvez, ao se deixar sentir,
você esteja, sem perceber,
seguindo…

Em direção a si.