Sinto a tua Dor
Amor eterno
Nossa vida é movida pelo teu amor,
Sem ti, seríamos sombra, inércia e dor.
Contigo, o mundo desperta e se move,
É tua presença que nos faz ir além.
A motivação renasce a cada amanhecer,
No zelo de cuidar e em ti se reconhecer.
Saber que ainda precisas do nosso cais,
Dá sentido aos dias e paz aos nossos ais.
O amor que sentimos não impõe condição,
É entrega absoluta de alma e coração.
Pois, se um dia o teu brilho se apagar,
Tudo o que resta em cinzas irá se tornar.
— Roseli Ribeiro
"Dor que me consome, que me faz sentir só. No silêncio da respiração e dos pensamentos, a solidão aperta, a alma silencia e o corpo padece."
— Roseli Ribeiro
Deixe-me passar com a minha dor,
É um rasgo que sangra.
Sem receita,sem remédio,sem a cura de uma ceita,
Somente ela me aceita.
Nunca ame um poeta
Nunca um poeta deve amar
A dor de um poeta que ama e a dor de um sonho que se tornou pesadelo
E a luz que se torna trevas no medo desesperador da solidão profunda
É o esmagamento de um coração que outrora livre agora é prisioneiro da desilusão
Nunca ame um poeta,um poeta irá amar
Em uma entrega absoluta,abrira mão de si
Entregará o coração sem dúvida alguma
Pois o poeta do amor poetiza a totalidade da vida sintetiza
Onde em versos apaixonados o poeta o amor eterniza...
Nunca ame um poeta
Por Marcio Melo
"Hoje retirei um peso do meu peito que me afligia até a alma. Pesava e me provocava dor e cansaço. Hoje arranquei meu coração do meu peito."
Marcio Melo
Linha Tênue
Escrevo esse poema
entre a dor e um dilema,
sabendo que muitos vão apontar
antes mesmo de tentar entender.
Pra nós…
já virou rotina sentir demais,
carregar um peso antigo
de quem, muitas vezes,
nem pediu pra nascer.
A vida… a morte…
quem é que diferencia?
Existe uma linha tão tênue
que meus passos caminham sobre ela
todos os dias,
sem garantia.
Já tive vontade de ir embora,
não por fraqueza,
mas por não achar lugar
onde eu pudesse caber.
Desajeitado, quebrado, perdido…
como só entende
quem já perdeu tudo
e ainda tenta sobreviver.
Mas a recuperação tem algo estranho,
quase um enigma que intriga:
a mesma dor que antes nos empurrava
pro fim,
hoje nos faz implorar
por mais um dia de vida.
E chega a ser irônico…
porque antes, sem perceber,
a gente se destruía aos poucos,
roubando os próprios dias
de uma contagem silenciosa,
de uma doença incurável,
progressiva
e fatal.
Hoje eu perdi um amigo.
Não foi para as garras
da adicção ativa,
e isso, de alguma forma, conforta…
mas não apaga a dor.
Porque perder…
ainda é perder.
E a vida, que antes parecia clara,
se mostra torta,
como um reflexo quebrado
de tudo que já fomos.
Mas no meio desse caos,
existe um porquê que insiste em ficar:
ele partiu limpo,
de cabeça erguida,
carregando uma vitória silenciosa
que o mundo nem sempre vê.
Meu amigo se foi…
sem saber que, no caminho,
salvou vidas.
Sem saber que foi luz
em meio à escuridão de muitos.
E talvez seja isso…
o que me mantém aqui:
entender que, mesmo na dor,
mesmo na perda,
mesmo na saudade que aperta…
eu ainda escolho viver
mais um dia.
Há dor pior do que aquela que não se pode gritar?
Há pior solidão que não encontrar compreensão?
Há pior aflição, quando não tem com quem se compartilhar?
Somos inocentes silenciados
Melhor seria vestir uma camisa de força
Dopar-se, esvanecer-se;
Adormecer!
Escolhi você meu amor
Para comigo viver
Estar ao seu lado no amor e na dor
Escolhi você para comigo envelhecer
Permita-me de ti cuidar
E você deixarei cuidar de mim
Prometo te recompensar
Sendo sua até o fim
E quando chegar a velhice
Teremos um ao outro
Serei a sua amiga e cúmplice
Você meu ombro amigo
Quando tudo terminar
Terei certeza que não foi em vão
Que valeu a pena viver e amar
Então em paz descanará meu coração.
O Tempo
O tempo é revelador
O Tempo amadurece
O tempo diminui a dor
Alguns dizem que o tempo cura.
Nada melhor do que dar Tempo ao tempo.
Portanto não perca tempo,
pois temos pouco tempo!
“A mais bela flor do carmesim: O sangue escorre em suas pétalas. Os espinhos carregam a dor, e, a base, o caule, equilibra as memórias eternas da vida”
Nas relações não observáveis: há uma dor isenta de ódio, dor que não é lógica, dor que sentimos e na tua beleza há desejamos; até quando a dor será dor? Mesmo quando há saudade, será mesmo dor? Quanto tempo até perceber que há beleza na dor do amor? A dor que é amor, sente saudade e deseja a beleza que há na dor, mas parece, que você menti pra você, e quis esquecer, o que não se esquece; até tentou se curar dessa dor, mas não há dor, há o amor que chamou de dor;
Além de não saber como fazer para a lógica compreender e sem perceber que o amor não leva lógica; vou dizer que a dor sem ódio, não requer cura, mas aceitação e gratidão; se quiser, chore pela saudade, descreva teu amor, mas não trate tua dor, como se fosse ódio; pare o observável; perceba o não observável: deixe florescer a dor que é amor, sinta a saudade; se permita sentir, mesmo que chore, deixe sorrir: é a dor mais bela que você pode sentir; uma dor sendo o amor mais especial dê seu viver.
Eu vivi isso, senti as relações não observáveis e me fiz poeta pelo sentir; eu descrevi meu mais profundo conhecer e vi minha vulnerabilidade em relações não observáveis; onde o amor se mistura na saudade e parece dor, mas não é dor; eu não vi, como tantos tentam ver, eu pude sentir e pude na minha vulnerabilidade: apenas aceitar uma dor que me fez poeta do amor sem dor e me tem saudade que não é ódio: mas apenas amor, por quem não volta mais para mim: e me fez abraçar a gratidão de minha eterna saudade.
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